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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Confira o que rolou na Feira de Marketing Walmart da GV
Sustentabilidade é a palavra do momento. O Departamento de mercadologia da FGV-EAESP, o Walmart Brasil e os alunos do Curso de Graduação em Administração promoveram, na última quinta-feira (31), a Feira de Marketing Walmart – Produtos Sustentáveis. O objetivo da feira é apresentar projetos e produtos que podem promover o desenvolvimento sustentável e com isso, desenvolver o espírito empreendedor dos alunos dentro do conceito Piaget: aprender na prática.
A feira foi organizada em stands onde os alunos apresentavam seus projetos e produtos ao público. Nos stands foram apresentados os projetos: Joy Móveis Sustentáveis, uma cooperativa que reutiliza materiais descartados para a criação de móveis; Cidade Viva, que recompensa atitudes sustentáveis através da criação de parcerias com outras empresas; Packfree, que apoia o refil de produtos de limpeza doméstica, a fim de incentivar o reaproveitamento das embalagens; Compost, que pretende trazer para o Brasil a lixeira que transforma lixos orgânicos em adubo, sem prejudicar o ar dos ambientes e a Logmaker, que pretende transformar lixo em combustível.
A Feira de Marketing Walmart GV– Produtos Sustentáveis é feita a 53 semestres, tendo nos últimos sete anos o tema sustentabilidade e contando há 5 com a parceria do Walmart. São 24 grupos de criação de produtos sustentáveis, com planos de marketing e negócios desenvolvidos. Os melhores produtos do evento são premiados com: 1º lugar, um vale compras de R$ 2500,00; o 2º lugar, um de R$ 1500,00 e 3º lugar um de R$1000,00.
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
Inovação e sustentabilidade caminham juntas
Sustentabilidade é a palavra do momento no mercado. Empresas e
consumidores estão cada vez mais atrelando seus hábitos de compra e venda
a esse conceito. As práticas realmente sustentáveis das empresas requerem
grandes mudanças de hábito, processos, produção e até fornecedores. Ou seja,
adequar sua empresa ao conceito de sustentabilidade requer inovação. É isso
que afirma a tese de doutorado que Luciana Hashida defenderá, na Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP). Luciana também é
gerente de gestão e redes de inovação da Natura, e pretende apresentar números
e dados da própria empresa para comprovar sua tese, como a estratégia da
Natura de destinar de 2,5% a 3% de sua receita líquida anual em inovação, com
um departamento com cerca de 400 pessoas empenhadas nesse objetivo.
A empresa é uma das mais conceituadas nesse critério, tendo investido pesado em reduzir produtos de origem animal. "Foram dados passos graduais ao longo do tempo, e hoje chegamos a um índice de mais de 80% de vegetalização das nossas fórmulas", afirma Luciana. A Natura é uma das pioneiras no mundo a produzir sabonetes a base de óleo vegetal. Luciana diz, ainda, que é impossível criar ou adequar produtos para menor impacto ambiental sem grandes esforços em inovação.
“Na área de processos, eles investigam como criar um produto com matéria-prima renovável e que esse fluxo seja sustentável, enquanto em embalagem eles já observam o ciclo de vida completo. Assim, inovação e sustentabilidade andam juntas, comprovando uma tese que tem sido muito discutida na academia. Ou seja, no nascimento dos produtos ambos estão ligadas e se relacionam", afirma ela, que espera obter sucesso em sua tese na FGV-EAESP.
Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/fun-business/interesting-material-of- commerce-28831
A empresa é uma das mais conceituadas nesse critério, tendo investido pesado em reduzir produtos de origem animal. "Foram dados passos graduais ao longo do tempo, e hoje chegamos a um índice de mais de 80% de vegetalização das nossas fórmulas", afirma Luciana. A Natura é uma das pioneiras no mundo a produzir sabonetes a base de óleo vegetal. Luciana diz, ainda, que é impossível criar ou adequar produtos para menor impacto ambiental sem grandes esforços em inovação.
“Na área de processos, eles investigam como criar um produto com matéria-prima renovável e que esse fluxo seja sustentável, enquanto em embalagem eles já observam o ciclo de vida completo. Assim, inovação e sustentabilidade andam juntas, comprovando uma tese que tem sido muito discutida na academia. Ou seja, no nascimento dos produtos ambos estão ligadas e se relacionam", afirma ela, que espera obter sucesso em sua tese na FGV-EAESP.
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terça-feira, 23 de abril de 2013
Protecionismo atrapalha crescimento da indústria
O Brasil vive um dos seus melhores momentos, economicamente
falando. Milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, outros
milhões entraram na classe C; nunca houve tantos novos ricos e
as marcas estrangeiras voltam seus olhos para o país como nunca
fizeram antes. Mas, mesmo em meio a todo esse novo cenário
positivo, ainda vemos velhos problemas assolando o mercado e o
consumidor brasileiro: os altos preços.
Se o mercado está aquecido e as pessoas adquiriram poder de compra (e estão comprando), por que os preços continuam tão altos? A resposta é o excesso de protecionismo que cerca a indústria brasileira. Os produtos brasileiros são duas ou até três vezes mais caros em comparação aos produtos nacionais dos Estados Unidos, Europa e até no México (que vive em uma situação econômica e industrial muito semelhante à nossa). Isso porque a indústria e os comerciantes brasileiros não competem com outros países, e os tributos alfandegários são muito altos e impedem que os produtos importados tenham preços competitivos. Muitas vezes, quando uma marca instala fábricas no Brasil para reduzir gastos com importação, os preços acabam não baixando mesmo assim.
Como não existe competição justa, as indústrias e comerciantes veem um campo fértil a ser aproveitado, e o governo continua cedendo à pressão deles. As montadoras reclamaram e o IPI caiu novamente, além do governo ter subido substancialmente o imposto de carros chineses e coreanos. Essa é uma estratégia que aleija a indústria nacional e estanca a busca por inovação. Além disso, as indústrias brasileiras, ao contrário do que acontece em todo o restante do mundo, estão acostumadas com altas margens de lucro e baixa produção. “Não é imposto”, afirma o tributarista Fernando Zilvetti, da FGV-EAESP. “Ninguém aqui abre margem. Lucro deve ser obtido com base na produtividade, em uma margem com escala”.
Como já foi falado aqui no blog da EAESP (que você pode ver pelo link http://fgv-eaesp.blogspot.com.br/2013/03/demanda-sob- oferta.html), não adianta tentar incentivar demanda se a oferta não está adequada com a realidade do país.
Se o mercado está aquecido e as pessoas adquiriram poder de compra (e estão comprando), por que os preços continuam tão altos? A resposta é o excesso de protecionismo que cerca a indústria brasileira. Os produtos brasileiros são duas ou até três vezes mais caros em comparação aos produtos nacionais dos Estados Unidos, Europa e até no México (que vive em uma situação econômica e industrial muito semelhante à nossa). Isso porque a indústria e os comerciantes brasileiros não competem com outros países, e os tributos alfandegários são muito altos e impedem que os produtos importados tenham preços competitivos. Muitas vezes, quando uma marca instala fábricas no Brasil para reduzir gastos com importação, os preços acabam não baixando mesmo assim.
Como não existe competição justa, as indústrias e comerciantes veem um campo fértil a ser aproveitado, e o governo continua cedendo à pressão deles. As montadoras reclamaram e o IPI caiu novamente, além do governo ter subido substancialmente o imposto de carros chineses e coreanos. Essa é uma estratégia que aleija a indústria nacional e estanca a busca por inovação. Além disso, as indústrias brasileiras, ao contrário do que acontece em todo o restante do mundo, estão acostumadas com altas margens de lucro e baixa produção. “Não é imposto”, afirma o tributarista Fernando Zilvetti, da FGV-EAESP. “Ninguém aqui abre margem. Lucro deve ser obtido com base na produtividade, em uma margem com escala”.
Como já foi falado aqui no blog da EAESP (que você pode ver pelo link http://fgv-eaesp.blogspot.com.br/2013/03/demanda-sob- oferta.html), não adianta tentar incentivar demanda se a oferta não está adequada com a realidade do país.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Influência da queda dos juros nos Fundos de Investimentos
Com a diminuição contínua dos juros, gestores de fundos e investidores estão enfrentando um cenário poucas vezes antes visto no Brasil. Enquanto os gestores procuram por uma equação perfeita para colocar seus recursos, os outros estão vendo cada vez menos riscos para as aplicações.
William Eid, coordenador do GVcef (Centro de Estudos em Finanças da FGV-EAESP), diz que não é preciso que todos os fundos ofereçam liquidez diária, como hoje. “Os investidores tendem a reservar apenas urna porção da carteira para emergências e vão buscar produtos mais inteligentes”, relatou o coordenador.
Esse levantamento da GVcef mostra também outras novidades que tendem a ser cada vez mais frequentes no mercado. Uma delas é o grande crescimento de produtos com carência para resgates cada vez maiores, nos quais os investidores avisam com antecedência sobre sua salda do fundo e, dessa forma, é possível ao gestor vender ativos menos líquidos. "Principalmente butiques devem oferecer produtos com esta característica. Grandes bancos ainda não têm tanta necessidade, mas vão sentir", diz Eid.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
A influência do câmbio no crescimento do país
A força do real está diminuindo e o preço do câmbio está atingindo um patamar mais favorável para quem exporta ou é concorrente de mercadorias importadas. Divulgado pela Funcex (Fundação Centro de Estudo de Comércio Exterior), o valor da taxa cambial atingiu, em junho deste ano, o menor valor desde meados de 2009.
Com o real nesse valor, as exportações ficaram 9,4% mais rentáveis no último ano, segundo dados da Funcex. Para se ter uma noção da mudança, o Estudo do Observatório do Câmbio da FGV-EAESP mostra um “desalinhamento cambial” de 15% no fim do primeiro semestre de 2012 – algo que não pode ser considerado desprezível, mas é bem menor do que os 40% do final do ano passado. Outro dado que aponta a melhora no cenário é o índice do Big Mac, calculado pela revista norte-americana “The Economist”, que mostrou que no mês passado, o sanduíche no Brasil tinha um preço 14% mais caro do que nos Estados Unidos, mas ainda sim, é bem menor do que os 52% registrados há um ano.
No entanto, apenas o câmbio desvalorizado não será suficiente para a explosão de produtos manufaturados brasileiros, pelo menos, possibilita as empresas recompor margens ou dar descontos no preço dos produtos, aumentando a competitividade com produtos vindos do exterior. É fundamental também que os juros continuem baixos e a inflação domada. Se a economia brasileira não mantiver esse cenário, o real pode voltar a se valorizar e o país perderá a chance de ter o câmbio como principal arma para impulsionar o crescimento.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Importados no Varejo
Os consumidores encontrarão com mais facilidade, este ano, produtos importados. Isso porque fatores como a manutenção do crescimento das vendas do varejo e alteração na taxa de câmbio deixarão as áreas de compras externas. Vestuário, bebidas, celulares e eletroportáteis serão mais acessíveis.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), as importações do setor avançaram 40,6%, entre janeiro e novembro de 2011, ao passo que a produção física de têxteis e confecção recuou, respectivamente, 14,8% e 3,2%, de janeiro a outubro, todos em relação ao mesmo período de 2010.
Para o consultor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP, Mauricio Morgado, as importações no ramo de vestuário devem continuar. "Mesmo com mais impostos, os produtos importados ainda chegam de forma competitiva", afirma. Na avaliação de Morgado, os preços dos produtos fabricados no Brasil ainda são altos, pela estrutura de impostos. "Nos Estados Unidos, os consumidores podem comprar roupas por um terço do preço pago no Brasil", compara o consultor.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), as importações do setor avançaram 40,6%, entre janeiro e novembro de 2011, ao passo que a produção física de têxteis e confecção recuou, respectivamente, 14,8% e 3,2%, de janeiro a outubro, todos em relação ao mesmo período de 2010.
Para o consultor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP, Mauricio Morgado, as importações no ramo de vestuário devem continuar. "Mesmo com mais impostos, os produtos importados ainda chegam de forma competitiva", afirma. Na avaliação de Morgado, os preços dos produtos fabricados no Brasil ainda são altos, pela estrutura de impostos. "Nos Estados Unidos, os consumidores podem comprar roupas por um terço do preço pago no Brasil", compara o consultor.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Os principais riscos da economia
Toda aplicação financeira, de um modo ou de outro, apresenta riscos. Nem sempre dá para evitá-los, por isso, é necessário conhecê-los para contornar alguma situação imprevista da melhor maneira possível. Willian Eid, professor da FGV-EAESP, conduziu um estudo denominado “Riscos nas Aplicações Financeiras e os Fundos de Investimentos”, que demonstra os principais riscos de trabalhar com o mundo dos investimentos.
Risco de crédito é quando há o perigo de não haver pagamento de uma obrigação por parte da instituição contratada. Um exemplo citado no estudo como típico é a empresa não honrar os pagamentos de uma debênture, que são títulos de dívida de longo prazo. Os investidores ativos devem ficar atentos para a qualidade do emissor. Para os títulos privados é preciso analisar profundamente a solidez da instituição e a classificação de risco de emissão do papel. Em se tratando de títulos públicos, há muito menos com o que se preocupar, uma vez que estes são os ativos mais seguros que existem no mercado.
O risco de mercado é calculado pela diferença entre o desempenho do investimento e a variação de algum outro dado calculado, como CDI ou do Ibovespa. “O risco está associado aos movimentos dos preços e das taxas de juros e câmbio”, aponta Eid Júnior. Para evitá-lo, o professor sugere que o investidor diversifique suas aplicações entre diferentes classes de investimentos. Dessa maneira, além de diminuir as chances de perda, há possibilidades de retornos maiores.
Risco de liquidez é a facilidade ou dificuldade em vender um ativo de investimento. Em momentos de crise, por exemplo, os investimentos de alta liquidez se saem melhor do que os de baixa. É interessante que uma parte das aplicações seja direcionada para o longo prazo, para ser possível aplicar em produtos de menor liquidez para alcançar o benefício que eles oferecem. "Hoje, há fundos de investimentos e fundos imobiliários que propiciam esta oportunidade. A questão é você definir quanto precisa aplicar em produtos com liquidez e quanto pode aplicar em produtos de baixa liquidez", diz Eid Júnior.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Consumo (des)necessário
O apelo de venda de alguns produtos, atualmente, fizeram com que os consumidores adquirissem um hábito incomum: o de comprar produtos que normalmente não usufrui ou usufrui insatisfatoriamente.
Para o professor de Finanças da FGV-EAESP, Vargas César Caselani, muitas vezes, as compras são feitas por impulso, sem que a utilidade do produto seja considerada. Ainda segundo ele, os consumidores acabam avaliando muito mais os custos do que os próprios benefícios que terão
com o produto. “Em muitos casos, o dinheiro gasto poderia ter sido usado para outra finalidade”, explicou.
A cautela com a saúde financeira é muito benéfica, pois, além de aliviar gastos supérfluos, também se torna responsável pelo consumo consciente e por evitar possíveis arrependimentos.
Confira a lista de produtos mais consumidos e que, em alguns casos, podem ser evitados:
- Linhas de telefone fixo
- Roupas
- Compras coletivas
- Academia de ginástica
- Segundo automóvel
- Gadgets
- Aplicativos e games
- Casa
- Energia
- Cosméticos
Nos casos dos bens de consumo não duráveis, normalmente a compra é estimulada por promoções, divulgações e até mesmo por conta das redes sociais, que fazem com que as pessoas resolvam aderir algum produto que não, necessariamente, precisam naquele momento. Para o caso de imóveis e carros, a menos que haja o interesse em um futuro investimento, também é um custo que pode ser cortado.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Prêmio Idea to Product Latin America 2012
No projeto, os alunos mostraram uma tecnologia de beneficiamento do óleo de candeia, matéria-prima que atende às tendências de sustentabilidade e que visa a obtenção de produtos de alto valor agregado para as indústrias de cosméticos, farmacêutica e de fragrâncias. "A tecnologia desenvolvida na UFOP tem uma clara demanda na indústria química, na produção de produtos de beleza e fármacos. Em 2011, somente o setor de produtos de beleza movimentou aproximadamente R$ 30 bilhões, com um crescimento de 18,9% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela ABIHPEC – Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos", informa Rene José Rodrigues Fernandes, diretor do I2P e gerente de projetos do FGVcenn.
Nesta edição, o Idea to Product Latin America teve 39 trabalhos inscritos, 15 equipes foram para a fase semi-final e seis times disputaram a final, realizada dia 1º de setembro. O júri foi formado por representantes das empresas 3M, Grupo Boticário, ES Ventures, aaTag, Fuzzy, Astella Investimentos, Allagi, Baby.com.br, Vox Capital, Segurar.com e Rio Forte. A equipe FEBETECH já está na etapa global, que será realizada entre os dias 15 e 17 de novembro, em Estocolmo, na Suécia. A equipe vencedora levará 10 mil dólares para casa.
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Inscrições até hoje para a “Idea to Product Competition Latin America”
Para a disputa, equipes devem apresentar tecnologias ou produtos inovadores
Faça sua inscrição (www.ideatoproductla.org) somente até hoje, 29 de julho, para participar da “Idea to Product Competition Latin America”, organizada pelo Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn). Para a disputa, os grupos precisam apresentar tecnologias ou produtos inovadores. O primeiro colocado será convidado a participar da final global em Estocolmo, na Suécia, de 1º a 3 de setembro, e concorrerá ao prêmio de US$ 10 mil.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Clientes preferem comércio regional a grandes redes
Quando o assunto é supermercado, mais do que modernas e vistosas instalações, o que realmente atrai a freguesia fiel é o atendimento e o fato do cliente saber que encontrará os mesmos produtos, nos mesmos lugares, com atendimento bastante pessoal. A disputa entre as grandes redes de varejo e as pequenas lojas não se dá pela oferta e qualidade dos produtos básicos de consumo, e sim como as redes se esforçam para se aproximar das pessoas.
Nas periferias das grandes cidades, por exemplo, as lojas que atuam nessas regiões, dificultam a entrada de redes maiores, que tradicionalmente atendem as classes A e B. “O grande varejo não chega às comunidades de periferia. E quando chega, não está preparado para um consumidor exigente com preço e também com qualidade", diz Edgard Barki, professor de marketing da FGV-EAESP e pesquisador do GVcev.
A pesquisa foi realizada em dois bairros da periferia de São Paulo: São Miguel Paulista, na zona leste e Jardim Ângela, na Zona Sul. Foram monitoradas como seriam a entrada de lojas de grande porte nessas regiões e o estudo mostrou que uma rede de varejo oriunda desses bairros vende até quatro vezes mais do que os grandes supermercados. "A estratégia é baseada em serviços com preços baixos e tradição no bairro. A rede está a 40 anos na região e sob o comando do mesmo gerente há 12", diz o pesquisador.
terça-feira, 17 de maio de 2011
O mercado tecnológico brasileiro
Quando a exportação de produtos tecnológicos é menor do que suas importações, o resultado é único: o prejuízo. Essa é a consequência causada pela entrada dos asiáticos no jogo tecnológico, que culminou em uma disputa desigual.
Os produtos oriundos do continente asiático são mais baratos do que os fabricados no Brasil, não dando margem para uma competição justa no mercado. Assim, o déficit tecnológico brasileiro aumenta cerca de 20% ao ano. O que acontece na maioria das vezes é o desmembramento da produção, com a separação das partes, que por sua vez são importadas do mercado chinês, onde o produto é mais barato. Deste modo, as fábricas nacionais vão perdendo o espaço conquistado com muita dificuldade.
O Brasil recebe grandes investimentos estrangeiros, porém as empresas que aqui desembarcam importam seus componentes de fora, o que corrobora para o déficit tecnológico brasileiro.
Ernesto Lozardo, professor de economia da FGV-EAESP, toma uma posição referente a essa questão e afirma que devemos facilitar a abertura brasileira no ponto de vista de conhecimentos em tecnologia de ponta, senão: "(…)o Brasil vai ser um país importante, mas não irá liderar o próprio desenvolvimento econômico nacional”.
Fonte: Info4
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Como as mudanças climáticas podem afetar a economia
Quando ouvimos sobre mudanças climáticas, automaticamente pensamos em catástrofes naturais e nas consequências disso para o futuro da humanidade. Mas o que nem sempre lembramos é que
esses fenômenos influenciam diretamente na economia do Brasil, um país que tem grande parte do PIB baseado em produtos vindos do campo.
Um estudo denominado “Relatório Stern” aponta que as mudanças climáticas podem causar a perda de até 20% do PIB mundial por ano, enquanto evitar essas transformações custaria bem menos, apenas 1%. Segundo Fernanda Carreira, pesquisadora do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP, esses eventos climáticos extremos vão acontecer com mais frequência, aumentando os riscos para as pessoas e para a economia, fazendo com que os estragos reflitam em diversos setores, como o fornecimento de energia e produtos agrícola, o que rebaterá no bolso das pessoas.
O aumento ou escassez de chuva em uma determinada região refletem na rotina das pessoas. No supermercado, por exemplo, é cada vez mais comum não encontrar algum tipo de fruta ou legume, ou então encontrá-los por um preço muito mais alto do que o habitual. Além disso, de acordo com o relatório sobre os desastres naturais, lançado pelo IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Changeou - Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), a incidência de fenômenos climáticos considerados extremos, como enchentes, furacões e alagamentos, ficarão cada vez mais intensos e frequentes. Isso pode fazer com que os seguros de casa e carro fiquem ainda mais caros.
O Brasil é de fato um país privilegiado em vários aspectos relacionados ao clima, mas, até mesmo para compreender esse privilégio, precisamos entender que não estamos imunes a gravidade e aos custos econômicos das mudanças climáticas – é preciso repensar as formas de produção e de consumo com urgência.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Parceria entre FGV e CITI promove Fórum de Inovação e Sustentabilidade
Como forma de encerrar o Ciclo 2012 do projeto Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Valor (ISCV), o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) promove, em parceria com o Citi e Citi Fundation, o Fórum de Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Valor, no dia 16 de outubro.
O intuito do evento é apresentar práticas no desenvolvimento de produtos e modelos de negócios inovadores em empresas de pequeno e médio porte, no contexto da cadeia de valor de grandes corporações. Em suma, é gerar conhecimento sobre práticas sustentáveis na cadeia produtiva e fazer com que esse conhecimento seja difundido entre os vários agentes do empreendedorismo. As áreas são de tecnologia, limpeza e tratamento de ar, tratamento de resíduos e cadeia de produtos da biodiversidade.
Foram escolhidos 6 entre 9 casos de negócios em inovação para serem apresentados durante a Expocietec 2012, exposição de incentivo à inovação e ao empreendedorismo, na sede da Fecomercio, em São Paulo. Segundo o coordenador, Paulo Durval Branco, esse é um projeto que gera resultados positivos para toda a sociedade, a longo prazo. “Você altera o ciclo linear de ‘pega-faz-descarta’ para um modo de produção que se mostra sustentável e que considera os limites do planeta: é o ‘pede emprestado-usa-devolve”, conclui Branco.
Acesse o site do projeto Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Valor. Veja o convite eletrônico e confirme presença pelo endereço.
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Inspiração para novos negócios
É muito comum que grandes ideias surjam em lugares bem distantes de onde o empreendedor vive. Durante viagens a passeio em lugares inspiradores, muitas ideias de negócios podem aparecer. Nesses casos, o empreendedor deve deixar de lado a visão de turista e aproveitar para olhar de maneira crítica para produtos e serviços locais, identificando formas de melhorá-los e quais necessidades atendem.
No entanto, é preciso levar em consideração que um negócio que deu certo em um lugar, não necessariamente terá sucesso em outro. Antes de implantar a ideia, é preciso avaliar as diferenças climáticas e culturais nos hábitos dos consumidores da sua região e adequar o conceito para atender esta nova demanda. "O papel do empresário é saber adequar produtos e serviços à realidade exigida", diz Marcelo Aidar, coordenador-adjunto do centro de empreendedorismo e novos negócios da FGV-EAESP.
Ainda de acordo com o professor, a implantação do business não pode ficar parada por muito tempo no papel. É possível que outros empresários já tenham tido a mesma ideia ao viajar para o mesmo destino. "O ideal é que o empresário aproveite a chamada janela de oportunidade, que é quando não há ou há poucos concorrentes diretos com a mesma proposta de negócio, ou quando a demanda por um produto está em crescimento", afirma.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Os gastos públicos com sustentabilidade no Brasil
Mesmo que ainda a passos tímidos, a criação de mercados com práticas sustentáveis está se formando no Brasil. Quando analisado de maneira isolada, os número são promissores, mas no contexto geral dos orçamentos sob a ótica da administração pública, esses resultados ainda são pouco representativos.
Ainda há um longo caminho a percorrer: o montante de compras públicas federais de produtos e serviços “verdes” representa cerca de 0,1% do total de gastos. No entanto, os empresários mais ávidos devem, com o respaldo do governo, enxergar nesse resultado um imenso potencial de negócios para curto e médio prazos. O governo de Minas Gerais, por exemplo, considera, desde 2006, as práticas sustentáveis em um projeto denominado de Gestão Estratégica de Suprimentos (GES), que orienta as compras públicas naquele estado.
Através de uma parceria com a Iclei, uma ONG internacional especializada em sustentabilidade nas cidades e nos governos locais, e com a Fundação Getulio Vargas, o governo mineiro vem implementando o projeto Compras Públicas Sustentáveis, com resultados positivos tanto na contratação de serviços, quanto na compra de produtos mais sustentáveis. Atualmente, os gastos públicos com essas práticas ainda não alcançaram 10% da receita de Minas Gerais. No entanto, os planos visam que esse montante chegue a marca de 15%.
terça-feira, 19 de julho de 2011
RH Júnior, uma oportunidade perfeita para o estudante
| Membros da equipe do RH Júnior |
Diversos estudantes, seja no início ou durante o curso superior, caem na questão de “como adquirir uma sólida experiência para iniciar bem a carreira profissional”. Seja em feiras, palestras, oficinas e até nos concorridos estágios, toda a vivência que o estudante conseguir antes de se formar são extremamente valiosas na construção de um bom profissional. Aliado a essa realidade dos estudantes é que surgem as “empresas júnior” formadas dentro das universidades. Empresas formadas por estudantes que prestam serviços e consultoria a clientes reais sob a orientação dos próprios professores do curso. É a soma perfeita da teoria com a prática, resultando em estudantes profissionais mais experientes e capacitados.
Assim, um bom exemplo de lugar onde alunos se capacitam profissionalmente no mesmo ambiente onde estudam é o RH Júnior. A empresa, com 8 anos de existência, é a primeira da América Latina especializada em consultoria em RH. Nela, os alunos exercem e aplicam toda a teoria aprendida em sala com ações e produtos inovadores para clientes reais. Em entrevista com Matheus Rahme, estudante de administração da FGV-EAESP e Gerente de Branding de Faculdades do RH Júnior, ele afirma “O nosso maior diferencial é que nós somos inovadores (…) outro diferencial nosso, é o apoio que nós temos dos professores da FGV-EAESP que podem nos auxiliar na execução de qualquer projeto, garantindo assim a qualidade e a excelência dos produtos que nós vendemos.”
O RH Júnior conta com estudantes de todas as faculdades da FGV e alunos de psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, assim fazendo do RH Júnior uma empresa mais completa na prestação da consultoria para seus clientes.
Para entrar no RH Júnior o estudante deve ficar atento as inscrições, que ocorrerão no início do próximo semestre acadêmico em agosto. A partir da inscrição, o aluno passará por uma análise e triagem com base nas informações do cadastro. Após isso, são realizadas duas dinâmicas e uma entrevista. “Nosso processo seletivo é relativamente simples e bem parecido com o do mercado (...) nós buscamos pessoas que sejam compromissadas, interessadas e que se encaixem no perfil de nossa empresa” - Afirma Rahme.
A experiência vivida pelos estudantes é muito valiosa e resulta em um grande desenvolvimento. Sobre isso Rahme conclui sobre si próprio: “Eu acho que a parte que eu mais me desenvolvi na empresa, foi o lado do “contato com o mundo profissional” e no compromisso com o trabalho, comigo. Durante as aulas, aprendemos bastante teoria, bastante coisa que na verdade na prática se tornam um pouco diferentes. Eu acho que essa experiência na empresa júnior é muito válida para o aluno, para ele saber como por o rico conteúdo que ele aprendeu nas aulas, em prática, e assim, poder desenvolver o seu trabalho nas empresas”.
Confira a entrevista completa em nosso canal do You Tube.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Um crescimento avassalador
Cláudio Macedo, 39, fundador e proprietário da NC Games e ex-vendedor ambulante de jogos do Paraguai obteve, de fato, um crescimento avassalador em sua vida profissional. Na época em que o Brasil conhecia o Real, Macedo era apenas um ambulante que trazia – diante de um grande grupo de pessoas – mercadorias do Paraguai para comercializar aqui no Brasil. E hoje, diante da forte decisão de crescimento profissional e boa administração de sua vida, Macedo é dono de uma expressiva empresa de jogos eletrônicos aqui no Brasil com escritório em Miami e com fortes aberturas para a América Latina.
Seus rendimentos, hoje, preveem crescimento próximo a R$ 300 milhões em 2011 – pós transferência da sede de sua empresa do Imirim para Alphaville. Tal caminho percorrido, da vida de sacoleiro para grande empresário, apresentou diversos e grandes desafios, mas diante das oportunidades que surgiam e da situação do País “tudo parecia possível” - afirma Macedo.
Trazendo agora para os dias atuais, por meio da MC games, Macedo acredita no potencial do País e visualiza grandes chances de crescer mais dentro do Brasil, em especial, diante das classes C e D. O que Macedo planeja é oferecer jogos para este público a um preço realmente acessível, jogos que não são necessariamente uma novidade nos mercados fortes (como EUA e Europa), mas que não tem saída por lá e que se tornam bem negociáveis no Brasil. Para se ter uma ideia, a faixa de preços dos jogos será na média de R$ 19,90.
Sobre essa investida no mercado das classes C e D, Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP afirma que o ato de oferecer alguma inovação, nem que sejam produtos baratos, é um dos pontos que faz com que o negócio dê certo. E sobre a atuação com as classes C e D Andreassi, afirma: “A classe C está ávida para consumir produtos mais sofisticados” e isso, em sua opinião, se torna um caminho onde empreendedores encontram o rumo para expandir ainda mais seus negócios.
Fonte da imagem: Atelier de Marketing
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Planilhas indispensáveis para empresas
O empreendedor precisa se organizar. Cuidar de uma empresa que
possui fornecedores, clientes, base de dados, estoque, caixa, entre
outros quesitos, requer organização. Uma maneira simples, porém
eficaz de não se perder entre tantos números e dados, é gerenciar
tudo em planilhas. “O que a gente vê na pratica é que a maioria
das empresas não tem controle nenhum do que está acontecendo”,
afirma Tales Andreassi, professor da FGV-EAESP. Veja uma lista
com algumas planilhas essenciais para não perder o controle do que
está acontecendo na sua empresa.
Planilha de vendas
Existem softwares prontos que fazem esse serviço, mas o pequeno empresário não precisa gastar um valor alto para isso, no princípio, e pode ele mesmo fazer sua planilha. “Assim, você pode descobrir a sazonalidade do seu negócio”, afirma Andreassi. A planilha de vendas deve ter colunas com o número de venda, a data, o valor da venda, número de itens e o nome do vendedor.
Planilha de controle de caixa
Esta planilha é muito importante, pois a negligência no controle de caixa é o motivo da falência de muitas empresas. Sempre controle diariamente os lançamentos da empresa, entradas e saídas. A primeira coluna deve ter os custos fixos para facilitar o controle e não se esquecer de pagar nada.
Planilha de funcionários
Serve para controle de equipe. Nela, constam dados como vendas, metas e setor onde o funcionário atua, controlando dados como queda nas vendas de algum funcionário, ou até mesmo no rendimento.
Controle de estoque e compras
Esta é uma planilha que é muito importante e, dependendo da demanda da empresa, pode salvar a corporação do fracasso. É indispensável para quem trabalha com produtos, ainda mais se o mix for grande. A planilha precisa ter as seguintes colunas: pedidos, pedidos cancelados, status da entrega, quantidade em estoque e vendas. Esse controle é importante para não haver ruptura, além de controlar as vendas da empresa e apontar os produtos mais procurados.
Planilha de pagamentos e recebimentos
Serve para controlar o caixa com mais precisão e ter um panorama melhor da situação da empresa nos próximos meses. Com ela, é possível analisar quando a empresa terá mais dinheiro em caixa para investir e se há cobranças a fazer, por exemplo.
Planilha de vendas
Existem softwares prontos que fazem esse serviço, mas o pequeno empresário não precisa gastar um valor alto para isso, no princípio, e pode ele mesmo fazer sua planilha. “Assim, você pode descobrir a sazonalidade do seu negócio”, afirma Andreassi. A planilha de vendas deve ter colunas com o número de venda, a data, o valor da venda, número de itens e o nome do vendedor.
Planilha de controle de caixa
Esta planilha é muito importante, pois a negligência no controle de caixa é o motivo da falência de muitas empresas. Sempre controle diariamente os lançamentos da empresa, entradas e saídas. A primeira coluna deve ter os custos fixos para facilitar o controle e não se esquecer de pagar nada.
Planilha de funcionários
Serve para controle de equipe. Nela, constam dados como vendas, metas e setor onde o funcionário atua, controlando dados como queda nas vendas de algum funcionário, ou até mesmo no rendimento.
Controle de estoque e compras
Esta é uma planilha que é muito importante e, dependendo da demanda da empresa, pode salvar a corporação do fracasso. É indispensável para quem trabalha com produtos, ainda mais se o mix for grande. A planilha precisa ter as seguintes colunas: pedidos, pedidos cancelados, status da entrega, quantidade em estoque e vendas. Esse controle é importante para não haver ruptura, além de controlar as vendas da empresa e apontar os produtos mais procurados.
Planilha de pagamentos e recebimentos
Serve para controlar o caixa com mais precisão e ter um panorama melhor da situação da empresa nos próximos meses. Com ela, é possível analisar quando a empresa terá mais dinheiro em caixa para investir e se há cobranças a fazer, por exemplo.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Estudo da FGV mostra que Cesta de Natal subiu menos que inflação em 2011
De acordo com estudo realizado pela FGV, a Cesta de Natal com os 13 principais itens da ceia custa R$171,65 se comprada hoje, aproximadamente R$ 10 a mais do que no ano passado. Apesar do aumento, o valor que subiu 5,98% nesse ano ficou abaixo da inflação acumulada ao longo do ano (que chegou a 6,3%, de acordo com Índice de Preços ao Consumidor - IPC).
André Braz, economista da FGV e responsável pelo estudo, afirma que mesmo o aumento dos preços da alimentação contribuindo significativamente para a inflação acumulada ao longo do ano, os produtos da ceia de Natal seguiram tendência contrária. “As famílias não vão estranhar muito esses preços no supermercado, mas a pesquisa é uma média, por isso é importante fazer uma pesquisa de preços, pechinchar e verificar a qualidade dos produtos”, orienta André Braz.
André Braz, economista da FGV e responsável pelo estudo, afirma que mesmo o aumento dos preços da alimentação contribuindo significativamente para a inflação acumulada ao longo do ano, os produtos da ceia de Natal seguiram tendência contrária. “As famílias não vão estranhar muito esses preços no supermercado, mas a pesquisa é uma média, por isso é importante fazer uma pesquisa de preços, pechinchar e verificar a qualidade dos produtos”, orienta André Braz.
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