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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Os dilemas das empresas familiares


Companhias familiares possuem as mais diversas dimensões; desde as microempresas até as poderosas multinacionais. Geralmente, essas empresas começam com dois ou três sócios, mas ao logo do tempo, diversos outros parentes das gerações seguintes, como filhos e netos, vão se agregando ao negócio e trazendo um possível desequilíbrio na gestão. “Esses problemas são encontrados com muita frequência, e a condição é deixar claro até onde a família deve interferir ou não”, afirma Marcelo Marinho Aidar, coordenador adjunto do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP (GVcenn).

Geralmente, empresários procuram se cercar de pessoas confiáveis, mas que muitas vezes, não são competentes para as funções assumidas. A contração de parentes deve ser admitida com regras e com base nas habilidades do profissional, como qualquer outro funcionário. O importante é que a empresa não entre em contradição: se os funcionários têm direitos e obrigações, não é porque é parente do dono que existirão exceções.

Em uma companhia de controle familiar, há naturalmente a mistura das relações empresariais e pessoal-afetivas. Essas relações precisam ser administradas para que não interfiram no dia a dia do negócio. E, se a empresa tem como base os valores do fundador, essa cultura tem que ser mantida. Outro erro, explica Aidar, é que as pessoas ligam profissionalização com “tirar os familiares da empresa”, mas uma gestão profissional não se limita somente a esse aspecto.

Há casos, também, em que os herdeiros seguem outros caminhos e escolhem carreiras que não são ideais para a gestão de uma empresa. “Não adianta fazer um planejamento estratégico, sem considerar a família ou as famílias dessa empresa”, explica Aidar. Nesses casos, é mais indicado que haja uma visão mais imparcial através de um administrador profissional e que os herdeiros façam parte do conselho.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Veja algumas dicas para tirar sua ideia de negócio do papel em 2012


Aproveite o novo ano para realizar aquele antigo sonho de um negócio próprio. O futuro do empreendimento depende do comprometimento do dono, criatividade, faro para negócios e disposição para enfrentar os altos e baixos, itens que podem fazer a diferença para transformar uma ideia em um negócio de sucesso. Estude bastante a sua área de atuação, faça pesquisas de campo e de marketing. Os dados desses levantamentos serão o ponto central para a elaboração do plano de negócios.

Segundo Tales Andreassi, coordenador do centro de estudos em empreendedorismo e novos negócios da FGV-EAESP, novas empresas, em média, começam a lucrar a partir do sexto mês de atividade. No início, as vendas são baixas e é importante saber que o retorno financeiro não será imediato. “Começar um negócio não é como começar uma dieta”, diz Andreassi. Ter uma reserva de capital é fundamental para suportar os gastos da empresa neste período.

O empreendedor precisa, ainda, estar conectado às novidades e tendências do mercado, sempre atento às necessidades dos clientes, oferecendo sempre os melhores produtos e serviços. Não se esqueça: empreender exige 1% de inspiração e 99% de transpiração. O caminho é longo e é preciso trabalhar muito.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Conquistando talentos


Atrair talentos para pequenas empresas é possível. Há algumas táticas para contratar bons profissionais e competir com os salários e bônus das multinacionais. “Tente oferecer um percentual do negócio caso a pessoa permaneça na empresa por um tempo predeterminado - cinco anos, por exemplo. Outra possibilidade é convidar profissionais que, por razões pessoais, estejam procurando trabalhos que lhes permitam uma maior flexibilidade de horário, o que dificilmente conseguiriam em uma grande empresa”, diz Tales Andreassi, professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP.

O empreendedor pode encontrar uma forma de vender a bons profissionais a ideia de que trabalhar em uma start-up (empresa iniciante de base tecnológica) é um excelente aprendizado, já que o profissional terá contato com diversas áreas da organização e irá reclicar o conhecimento sobre temas variados, além da possibilidade de crescer com a empresa.

Para isso, é preciso ser um bom vendedor. Há que mostrar, que convencer que trabalhar em uma pequena empresa é uma boa maneira de absorver o jeito de pensar do empreendedor. É um ótimo apelo principalmente para aqueles que querem, no futuro, seu próprio negócio.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Empresas ainda enfrentam o desafio do planejamento


O planejamento de uma empresa, apesar de ser obrigatório, ainda é muito ignorado por boa parcela dos pequenos e médios empresários do país. Por ser encarado como algo novo, muitos empresários acreditam que apenas um pequeno projeto é a solução dos problemas, o que é um erro enorme, já que é necessário algo bem mais elaborado e centrado, com metas a médio e longo prazo e métodos de controle.

O que faz uma corporação crescer e se fortificar são raciocínio lógico, foco e muita compreensão de mercado por parte do dono da empresa. Começar com planejamentos simples já é um bom caminho, pois são mais fáceis de serem implementados e mantidos.

Um erro bastante comum é não ter uma visão do mercado, olhando apenas pra si mesmo, esquecendo da concorrência e também das preferências de seus clientes. O correto é fazer uma análise externa, prestando atenção nas questões de mercado, nas mudanças da sociedade, assim como nas novas tecnologias que podem impactar o negócio.

No início do ato de empreender, já deve acontecer o plano de negócios, o que nem sempre precisa ser assim. “Há empreendedores bem sucedidos que não são adeptos ao plano de negócios, porque em muitas situações é preciso arriscar, especialmente nos negócios inovadores”, afirmou Marcelo Aidar, coordenador adjunto do Centro de Empreendorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Ferramentas para o gestor


Muitos empresários tocam seus negócios sem nunca terem recebido qualquer tipo de respaldo teórico ou acadêmico para a Administração de Empresas. No entanto, diversas ferramentas que auxiliam na gestão têm como objetivo organizar dados e ajudar a tomar decisões dentro de uma empresa.

Essas ferramentas auxiliam no momento de analisar problemas e achar soluções, ou então no planejamento e gestão de projetos. Tudo dependerá da necessidade existente no momento. O software MakeMoney, por exemplo, é indicado para gerir o plano de negócios e cuidar do caixa de uma empresa.

O CicloPDCA é um sistema aplicado de gestão que facilita a obtenção de resultados pelo empreendedor. Além disso, velhos conhecidos, como o Outlook, nunca saem de moda. Esse programa de e-mails do Windows é também uma completa e eficiente agenda para o empresário.

O professor Marcelo Aidar, do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP, diz que o investimento em sistemas integrados que auxiliem o empresário na organização do negócio é necessário, mesmo com os altos custos. "Ele [o empresário] vai gastar a partir de R$ 20 mil. Não tem segredo. Para crescer, é preciso buscar informação e investir em bons recursos", conclui.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Conquistando espaço no mercado


Um projeto, fruto de uma parceria entre a FGV-EAESP e o IE Business School (instituição espanhola de gestão) e patrocinado pelo banco de investimento Goldman Sachs, está sendo desenvolvido em 40 países, e o Brasil foi escolhido por se destacar entre as nações emergentes. O programa 10.000 Mulheres, lançado em 2008, é uma iniciativa filantrópica que proporciona educação empresarial.

Em sua 9ª edição, o programa tem por objetivo capacitar mulheres que estão desenvolvendo algum tipo de empreendimento, mas que não tiveram a oportunidade de finalizar seus estudos. "As mulheres que procuram pelo curso são empreendedoras. Para concorrer a uma das 35 vagas, devem ter um negócio próprio em funcionamento e não serem ex-alunas da FGV-EAESP ou demais escolas da Fundação Getulio Vargas", diz Tales Andreassi, um dos coordenadores do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP.

O programa 10.000 Mulheres, com uma carga de 178 horas, é dividido em dois módulos: empreendedorismo e serviços de apoio ao empreendedor. "Foram treinadas 250 mulheres em São Paulo e, até dezembro de 2013, serão outras cem. É um treinamento que inclui curso, consultoria e auditoria, com visitas a empresas e incubadoras", disse Andreassi.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Financiamento para o negócio próprio


Começar um pequeno negócio no Brasil ainda é difícil. Mesmo com a recente facilidade para conseguir empréstimos a juros mais baixos, levantar os recursos necessários ainda exige diversas outras burocracias.

Uma primeira dica é não imobilizar capital, deixando, assim, uma reserva para quando precisar. Assim, em vez de comprar um ponto comercial, alugue. “O custo do aluguel varia entre 0,5% a 1% do valor do imóvel, seguramente bem menor do que as taxas de juros que você terá que pagar ao solicitar empréstimos bancários”, diz Tales Andreassi, professor e coordenador do Centro de estudos em Empreendedorismo da FGV-EAESP.

Uma das formas mais práticas é recorrer às linhas de financiamento bancárias específicas para compra de máquinas, equipamentos ou veículos. Nesses casos, as taxas de juros são consideravelmente menores do que outras linhas, porque esses bens funcionam como a própria garantia do empréstimo. Tenha certeza de fazer uma boa pesquisa das ofertas de crédito e não aceite a primeira proposta que seu gerente oferecer. “Procure também linhas específicas de crédito, criadas para determinado propósito, por exemplo, para o estabelecimento de franquias ou investimentos em inovação, pois nesses casos as taxas também costumam ser menores”, completa Andreassi.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Escolhendo o sócio


Ao iniciar a jornada pela vida do empreendedorismo, muitas pessoas buscam algumas características em outros profissionais para complementar o talento de uma empresa. Certas pessoas apresentam mais facilidade criativa e procuram alguém com capacidade de gerência e liderança para comandar os negócios. Ao mesmo tempo, escolher alguém que não corresponde às expectativas profissionais, pode gerar grandes frustrações e até mesmo a falência de uma empresa.

Mas como escolher um bom sócio? Segundo Tales Andreassi, professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP - GVcenn, em primeiro lugar, sócios devem ter conhecimentos complementares. Se você é bom em marketing, arranje sócio que seja bom em finanças. Se você é introspectivo, alguém extrovertido, com boa rede de contatos, pode ser uma mão na roda. Embora os sócios devam ter conhecimentos complementares, os valores éticos devem ser semelhantes. Se você é alguém correto, não vai conseguir trabalhar com uma pessoa que sonegue impostos.

Todo mundo conhece algum caso de sócios, geralmente parentes, que se desentenderam no mundo dos negócios, acarretando situações inconciliáveis. Para evitar ao menos a dor de cabeça causada por disputas judiciais, certifique-se de elaborar um completo contrato social que defina questões como as obrigações de cada sócio, rompimento da sociedade e se parentes podem ou não trabalhar na empresa.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Maior destaque nas empresas


Mais de 460 mil negócios, entre grandes e pequenas empresas, foram abertas em 2007. Desse total, quase metade (48%) já fecharam as portas cerca de três anos depois, em 2010. As micro (até 9 funcionários) tiveram a taxa de sobrevivência, no período, de 51%; as pequenas (10 a 49 empregados), em 79% e 82,3% para as médias empresas (entre 50 e 249 funcionários).

Segundo o IBGE, as microempresas que trabalham com tratamento e distribuição de água possuem atividades que apresentaram maior taxa de sobrevivência no período, mais de 80%. Logo após, estão as áreas jurídica/auditoria/contábil (65%) e fabricação de máquinas e equipamentos (63%).

De acordo com outros dados do IBGE, a taxa de sobrevivência é maior em segmentos de atividades que exigem um grau maior de escolaridade, conhecimento específico e capital. Para Renê José Rodrigues Fernandes, gerente de projetos do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV, a maioria dos empreendimentos fecha por falta de planejamento financeiro adequado e foco.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Prêmio Idea to Product Latin America 2012



Estudantes da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), Minas Gerais, foram os grandes vencedores do Idea to Product Latin America 2012 (I2P), competição de inovação e tecnologia entre os estudantes latinoamericanos. A equipe, denominada FEBETECH, ganhou o concurso promovido no Brasil pelo Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas (FGVcenn).

No projeto, os alunos mostraram uma tecnologia de beneficiamento do óleo de candeia, matéria-prima que atende às tendências de sustentabilidade e que visa a obtenção de produtos de alto valor agregado para as indústrias de cosméticos, farmacêutica e de fragrâncias. "A tecnologia desenvolvida na UFOP tem uma clara demanda na indústria química, na produção de produtos de beleza e fármacos. Em 2011, somente o setor de produtos de beleza movimentou aproximadamente R$ 30 bilhões, com um crescimento de 18,9% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela ABIHPEC – Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos", informa Rene José Rodrigues Fernandes, diretor do I2P e gerente de projetos do FGVcenn.

Nesta edição, o Idea to Product Latin America teve 39 trabalhos inscritos, 15 equipes foram para a fase semi-final e seis times disputaram a final, realizada dia 1º de setembro. O júri foi formado por representantes das empresas 3M, Grupo Boticário, ES Ventures, aaTag, Fuzzy, Astella Investimentos, Allagi, Baby.com.br, Vox Capital, Segurar.com e Rio Forte. A equipe FEBETECH já está na etapa global, que será realizada entre os dias 15 e 17 de novembro, em Estocolmo, na Suécia. A equipe vencedora levará 10 mil dólares para casa.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Quando é bom ter um negócio em casa


Todo novo empreendimento apresenta dificuldades até começar a dar lucro. No início, o trabalho é grande e os rendimentos são curtos, por isso, montar um escritório em casa pode ser uma ótima opção para reduzir os gastos iniciais. De acordo com dados do Sebrae, quase metade das micro e pequenas empresas brasileiras (43%) iniciam suas atividades em um home-office.

No entanto, nem todos os perfis de empresas cabem nesse tipo de estrutura. O modelo se adapta bem a atividade de consultoria, de criação ou de arte, por exemplo. “O ideal é que a casa conte com uma estrutura separada para a atividade, como uma edícula. Melhor ainda se a entrada for independente”, diz Tales Andreassi, professor e coordenador do Centro de Estudos de Novos Negócios da FGV-EAESP. Segundo o professor, atividades que demandem grande maquinários e muito barulho devem ser descartadas da instalação em casa.

A decisão de montar um negócio em casa tem que ser muito bem avaliada. À princípio, a ideia de não perder tempo se locomovendo até o local de trabalho pode ser interessante, no entanto, quando a rotina da vida doméstica começa a interferir nos assuntos de trabalho ou vice-versa, uma outra forma de conduzir o negócio deve ser pensada. “Quando o profissional percebe que já não tem a mesma produtividade de quando estava em uma empresa ou encara o trabalho como algo chato ou desgastante, é hora de abandonar o home-office”, complementa Andreassi.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Sala de aula é o primeiro passo para se tornar empreendedor


Embora o mercado de trabalho seja sempre uma ótima forma de aprender as lições na prática, uma boa formação acadêmica é imprescindível para ter êxito na carreira.

No ramo dos negócios, a faculdade não é apenas uma base, mas os primeiros passos para quem deseja possuir o seu próprio negócio. Posto isso, o Centro de Estudos em Empreendedorismo da FGV-EAESP (GVcenn) foi criado há sete anos com o intuito de reunir ao redor do tema pessoas para estudar, gerar e propagar conhecimento multidisciplinar sobre empreendedorismo.

Na opinião do professor e coordenador do GVcenn, Tales Andreassi, o Centro de Empreendedorismo é um diferencial e tanto para os alunos. “Vimos que a disciplina ajudou os frequentadores do curso a montarem um empreendimento antes mesmo de terminarem a graduação”, diz.

Andreassi explica que empreender significa também integrar habilidades. “Eles aplicam no projeto experiências na área de marketing, recursos humanos, finanças. Todas aprendidas durante o curso”, concluiu o professor.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O acerto com os erros


Aquele ditado popular “a gente aprende com os erros” nunca foi tão verídico, especialmente quando inserido no contexto do empreendedorismo. Isso porque, os erros são capazes de promover experiência, tato, feeling e jogo de cintura para o mercado de trabalho e para os negócios.

O erro faz parte da vida do empreendedor, segundo o coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP, professor Tales Andreassi. Mas, o empreendedor não pode deixar que um erro acabe com o seu negócio.

Embora errar faz parte, para minimizar os erros é importante seguir algumas recomendações básicas: conhecer muito bem e observar constantemente às mudanças que ocorrem no setor são essenciais (perder oportunidades por não estar bem informado é um erro comum no mundo do empreendedorismo), planejar também é essencial para diminuir as chances dos negócios irem mal. O empreendimento de sucesso é aquele que é feito por pessoas competentes e comprometidas. Funcionários e, principalmente, sócios devem ser escolhidos a dedo.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Profissão: mulher, empresária e mãe

Toda mulher passa por aquele fatídico momento da vida em que tem que equilibrar a vida profissional e a maternidade. No entanto, há muitas mulheres que conseguem encontrar nessa união uma maneira de empreender.

"Mompreneurs” (junção das palavras inglesas mom – mãe e "entrepreneur"– empresário) foi o termo determinado para o crescimento e solidificação do empreendedorismo feminino nessa fase de vida, que está em ampla ascensão em todo mundo.

Maternidade não é mais desculpa para não manter o bom cargo. Segundo um levantamento da FGV-EAESP, em parceria com o IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), para a organização internacional GEM (Global Entrepreneurship Monitor), das empresas abertas em 2011, quase 49% têm mulheres como gestoras.

O coordenador do Centro de Estudos de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP, Tales Andreassi, aponta que não é possível afirmar quantas dessas mulheres são mães, mas os cuidados com a casa e filhos já não se mostram como impedimentos para uma boa vaga no mercado.

"Trabalhar em casa para economizar tempo de deslocamento e ter flexibilidade de horários passou a ser uma condição básica pra mim", diz a jornalista e consultora Daniela Buono, 38, uma das sócias-fundadoras do site Cia das Mães. "Esse é um movimento cada vez mais forte e um sinal do surgimento de um novo perfil de mãe", acredita Buono, que se inspirou nas filhas Clara, 7, e Bebel, 4, para criar sua empresa.

O mercado se mostra cada vez mais disposto a acolher mulheres. Horários mais flexíveis, escritórios adaptados para crianças e até mesmo o trabalho em “home-office” têm sido fatores relevantes para o crescimento do empreendedorismo feminino.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Empreendedorismo: da sala de aula para o mercado de trabalho

A FGV-EAESP procura investir e estimular o lado empreendedor e inovador de seus alunos, especialmente, durante a sua formação. A Fundação tem tradição em formar muitos profissionais para o mercado de trabalho e sempre que possível busca divulgar os casos de sucesso desses alunos.

Um bom exemplo é o estudante da FGV-EAESP, Erick Coser. Ainda no 5º semestre e com apenas 20 anos, o jovem criou, em parceria com um amigo, a start-up Cidade Viva, que visa recompensar as pessoas por suas atitudes sustentáveis e cidadãs. Ao tomar iniciativas simples, como realizar trabalhos voluntários ou reciclar o lixo doméstico, o cidadão receberá pontos, que podem ser convertidos em descontos e prêmios.

De acordo com o coordenador do Centro de Estudos em Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn), Marcelo Aidar, é cada vez mais comum ver nos jovens uma veia empreendedora. Segundo ele, muitos estudantes preferem a possibilidade de criar uma carreira independente a fazê-la em uma grande empresa do mercado.

Outro exemplo de sucesso é o empreendedor Felipe Cataldi, de 22. Ele conta que a maior influência da faculdade no seu negócio, o laboratório de tecnologia BetaLabs, foi o networking que a FGV-EAESP possibilitou. “A GV nos dá uma rede de contatos que ajuda muito, ainda mais no começo. Nosso primeiro cliente foi um ex-aluno e é possível afirmar que 50% dos nossos clientes atuais estão de alguma forma conectados à faculdade.”

Para o professor Marcelo Aidar, a função do curso não é ensinar alguém a ser empreendedor, mas oferecer a carreira como uma possibilidade entre muitas na área de administração. “A maioria dos alunos fica no meio termo e se você estimulá-lo a considerar o empreendedorismo como opção, ele pode começar a pensar sobre isso”, diz. Felipe dá a dica para quem quer se tornar um empreendedor: “O mais importante é ter resiliência e força de vontade. É preciso acreditar no seu sonho e ir atrás dele”.

Focada nesta tendência, a FGV-EAESP incluiu algumas matérias extras no currículo do curso, na tentativa de despertar cada vez mais o interesse no empreendedorismo. Segundo Aidar, o empreendedorismo não configurará um departamento de estudos, porém, é uma área multidisciplinar e, como tal, é um acréscimo muito positivo para grade. Para o professor, foi ainda mais importante que todas as disciplinas passassem a ter o empreendedorismo como um dos focos de aplicação.

A fim de promover ainda mais interesse no tema, a FGV-EAESP está promovendo, durante esta semana, a 8ª Semana do Empreendedorismo. No evento, que vai até domingo (13), vários empreendedores contarão suas histórias e darão dicas aos interessados. As inscrições para participar são gratuitas e podem ser feitas no site.

quarta-feira, 28 de março de 2012

FGV-EAESP lança cartilha “Desenvolvimento de Políticas Públicas de Fomento ao Empreendedorismo em Estados e Municípios”

O Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (CEAPG) e o Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP) promoveram no último dia 16 de março o lançamento da cartilha “Desenvolvimento de Políticas Públicas de Fomento ao Empreendedorismo em Estados e Municípios”. Desenvolvida em parceria com a Embaixada do Reino Unido, a publicação visa municiar os gestores públicos de estados e municípios brasileiros com instrumentos para promover um bom ambiente de negócios em seus territórios. 


Durante a cerimônia, o embaixador do Reino Unido, Alan Charlton, discursou diante dos presentes, destacando a importância da parceria com a FGV-EAESP na confecção da publicação. 


Estiveram presentes neste evento a professora Maria Tereza Leme Fleury, diretora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), o Professor Mario Aquino Alves, coordenador do Centro de Administração Pública e Governo da Fundação Getulio Vargas (FGV-CEAPG) e o embaixador do Reino Unido, Alan Charlton. Dentre outras autoridades, participaram a subsecretária de Gestão Estratégica Governamental de Minas Gerais, Adriana Ricieri, o prefeito de São José dos Campos (SP), Eduardo Cury; o gestor de negócios da INATEL, Luiz Carlos Dionísio, o diretor administrativo e financeiro da Agência de Curitiba (PR) de Desenvolvimento, Manoel Tadeu Barcelos, a assessora técnica da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária do Paraná, Cristiane Puchevaillo Souza, o diretor executivo da Fundação CERTI, José Eduardo Fiates, e o assessor da Secretaria Estadual de Planejamento, Thiago Lessa Souza.

Confira a Cartilha aqui.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

GVCenn e IBQP firmam parceria e investem em pesquisa do ramo de empreendedorismo


O Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas (GVCenn) e o Instituto Brasileiro de Qualidade Produtiva (IBQP) firmaram uma parceria institucional - considerado a mais abrangente pesquisa do ramo de empreendedorismo desde o ano 2000 - para a criação do Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

De acordo com o coordenador do GVCenn, Prof. Talles Andreassi, a principal ideia do projeto é incentivar a base de dados do GEM pelos pesquisadores brasileiros, que por vezes são tão carentes de informações."

As pesquisas do GEM tem contribuído com 60 países participantes, o que totaliza cerca de 90% do PIB mundial.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Conheça o Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn)

Visando cumprir a missão de construir uma cultura empreendedora, surge, na FGV-EAEP, o Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn). Nele, os integrantes participam a fim de estudar, gerar e propagar conhecimento multidisciplinar sobre empreendedorismo.

O GVcenn promove a geração de conhecimento brasileiro sobre empreendedorismo, realizando eventos, workshops, competições sobre plano de negócios, concursos de casos, publicações, cursos, congressos e pesquisas. Além disso, o GVcenn parte do princípio de que o empreendedor é o agente da inovação. Vale ressaltar que tal inovação exige uma certa transformação tanto da própria empresa como dos mercados e de todas as pessoas envolvidas.

O GVcenn acredita que, ao gerar e difundir conhecimento dentre os estudantes, desperta o espírito empreendedor latente e incentiva a abertura de novos negócios contribuindo para o desenvolvimento social e econômico do país – pelas mãos de jovens estudantes.

Ingresse na melhor escola de Administração do país e aproveite todas as oportunidades para se tornar o melhor profissional, uma referência no mercado de trabalho.

Fonte: GVcenn

Fonte da imagem: Blogspot

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Inscrições até hoje para a “Idea to Product Competition Latin America”

                                                 











Para a disputa, equipes devem apresentar tecnologias ou produtos inovadores

Faça sua inscrição (www.ideatoproductla.org) somente até hoje, 29 de julho, para participar da “Idea to Product Competition Latin America”, organizada pelo Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn). Para a disputa, os grupos precisam apresentar tecnologias ou produtos inovadores. O primeiro colocado será convidado a participar da final global em Estocolmo, na Suécia, de 1º a 3 de setembro, e concorrerá ao prêmio de US$ 10 mil.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Competição Idea to Product Latin America:

O GVcenn, centro de empreendedorismo e novos negócios da FGV-EAESP, abre inscrições para a quarta edição da competição Idea to Product Latin America.

O evento tem por objetivo reunir equipes multidisciplinares capazes de apresentar projetos que utilizam a tecnologia de forma diferenciada.


A FGV-EAESP é responsável pela versão latino-americana do desafio, que surgiu na Universidade do Texas com a meta de criar idéias de produtos únicos que tenham demanda no mercado e utilizem tecnologias inovadoras.


As inscrições estão abertas até dia 29 de julho no site: http://ideatoproductla.org/.

Não perca a oportunidade de participar de uma competição que vai desenvolver o seu potencial empreendedor e criativo.