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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A importância do sócio ideal


Quando se escolhe uma pessoa para dividir as responsabilidades de gerir uma empresa, deve-se levar em consideração, em primeiro lugar, o tipo de habilidade que a outra pessoa possui. Se um indivíduo é talentoso na parte criativa, por exemplo, deve buscar as habilidades administrativas e de negócios em um sócio. “Avaliar o que a pessoa vai agregar ao negócio é um dos ingredientes básicos para escolher um sócio”, afirma Marcelo Aidar, professor do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP.

Não é necessário preocupar-se em encontrar uma pessoa que pense exatamente igual a você. É importante que haja uma boa convergência de ideias, filosofia empreendedora e visão do negócio, mas nada além disso. Por isso, prepare-se para enfrentar eventuais conflitos de pensamentos, o que, quando ocorre de maneira saudável, traz benefícios para todos na empresa. A amizade é um ingrediente importante, mas só isso não é suficiente, pois o sócio ideal é aquele que agrega competências ou capital ao negócio e complementa necessidades, virtudes e habilidades.

Para startups e negócios mais recentes, o ideal é ter o investidor anjo, que pode ser um parente – os empreendedores mais novos geralmente recorrem ao pai, por incentivarem e investirem mais facilmente em uma nova ideia. É de suma importância que os sócios pratiquem a transparência, honestidade e tenham a mesma visão, valores e ética sobre o negócio. A área de atuação de cada um deve ser bem definida, respeitando o trabalho do outro.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Escolhendo o sócio


Ao iniciar a jornada pela vida do empreendedorismo, muitas pessoas buscam algumas características em outros profissionais para complementar o talento de uma empresa. Certas pessoas apresentam mais facilidade criativa e procuram alguém com capacidade de gerência e liderança para comandar os negócios. Ao mesmo tempo, escolher alguém que não corresponde às expectativas profissionais, pode gerar grandes frustrações e até mesmo a falência de uma empresa.

Mas como escolher um bom sócio? Segundo Tales Andreassi, professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP - GVcenn, em primeiro lugar, sócios devem ter conhecimentos complementares. Se você é bom em marketing, arranje sócio que seja bom em finanças. Se você é introspectivo, alguém extrovertido, com boa rede de contatos, pode ser uma mão na roda. Embora os sócios devam ter conhecimentos complementares, os valores éticos devem ser semelhantes. Se você é alguém correto, não vai conseguir trabalhar com uma pessoa que sonegue impostos.

Todo mundo conhece algum caso de sócios, geralmente parentes, que se desentenderam no mundo dos negócios, acarretando situações inconciliáveis. Para evitar ao menos a dor de cabeça causada por disputas judiciais, certifique-se de elaborar um completo contrato social que defina questões como as obrigações de cada sócio, rompimento da sociedade e se parentes podem ou não trabalhar na empresa.