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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Quem já chegou lá
Você, que está trilhando seu caminho profissional, deve pensar no dia em que chegará ao comando de uma grande empresa, com presença em diversos países e a frente de centenas de funcionários. Grandes líderes pensam que o reconhecimento, na verdade, só aumenta sua responsabilidade. Eles também acreditam que grandes decisões não devem ser tomadas por uma única pessoa. "O papel do líder é fazer com que os seus liderados tomem decisões, mas sem abdicar de seu dever de influenciar - e ser influenciado também," disse Sergio Chaia, ex-presidente da Nextel, durante palestra realizada na FGV-EAESP.
Um dos aprendizados que Chaia considera mais importante em sua vida profissional é o conceito de terceirizar as fraquezas, contratando profissionais com talentos diferentes. Entre os maiores erros que já cometeu, Chaia destacou o de contratar - e promover - pessoas erradas e o de não seguir sua intuição, às vezes procrastinando algo que deveria ter cancelado.
A habilidade interpessoal é fundamental para que um lider possa convencer pessoas e trabalhar em grupo. Quem não possui um mínimo de base técnica e não se preocupa em estar atualizado, terá dificuldades maiores. Um líder deve tomar decisões complicadas o dia inteiro. E ele também erra. Mas empreender é justamente isso: curiosidade, iniciativa, risco.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Profissão: mulher, empresária e mãe
Toda mulher passa por aquele fatídico momento da vida em que tem que equilibrar a vida profissional e a maternidade. No entanto, há muitas mulheres que conseguem encontrar nessa união uma maneira de empreender.
"Mompreneurs” (junção das palavras inglesas mom – mãe e "entrepreneur"– empresário) foi o termo determinado para o crescimento e solidificação do empreendedorismo feminino nessa fase de vida, que está em ampla ascensão em todo mundo.
Maternidade não é mais desculpa para não manter o bom cargo. Segundo um levantamento da FGV-EAESP, em parceria com o IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), para a organização internacional GEM (Global Entrepreneurship Monitor), das empresas abertas em 2011, quase 49% têm mulheres como gestoras.
O coordenador do Centro de Estudos de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP, Tales Andreassi, aponta que não é possível afirmar quantas dessas mulheres são mães, mas os cuidados com a casa e filhos já não se mostram como impedimentos para uma boa vaga no mercado.
"Trabalhar em casa para economizar tempo de deslocamento e ter flexibilidade de horários passou a ser uma condição básica pra mim", diz a jornalista e consultora Daniela Buono, 38, uma das sócias-fundadoras do site Cia das Mães. "Esse é um movimento cada vez mais forte e um sinal do surgimento de um novo perfil de mãe", acredita Buono, que se inspirou nas filhas Clara, 7, e Bebel, 4, para criar sua empresa.
O mercado se mostra cada vez mais disposto a acolher mulheres. Horários mais flexíveis, escritórios adaptados para crianças e até mesmo o trabalho em “home-office” têm sido fatores relevantes para o crescimento do empreendedorismo feminino.
"Mompreneurs” (junção das palavras inglesas mom – mãe e "entrepreneur"– empresário) foi o termo determinado para o crescimento e solidificação do empreendedorismo feminino nessa fase de vida, que está em ampla ascensão em todo mundo.
Maternidade não é mais desculpa para não manter o bom cargo. Segundo um levantamento da FGV-EAESP, em parceria com o IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), para a organização internacional GEM (Global Entrepreneurship Monitor), das empresas abertas em 2011, quase 49% têm mulheres como gestoras.
O coordenador do Centro de Estudos de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP, Tales Andreassi, aponta que não é possível afirmar quantas dessas mulheres são mães, mas os cuidados com a casa e filhos já não se mostram como impedimentos para uma boa vaga no mercado.
"Trabalhar em casa para economizar tempo de deslocamento e ter flexibilidade de horários passou a ser uma condição básica pra mim", diz a jornalista e consultora Daniela Buono, 38, uma das sócias-fundadoras do site Cia das Mães. "Esse é um movimento cada vez mais forte e um sinal do surgimento de um novo perfil de mãe", acredita Buono, que se inspirou nas filhas Clara, 7, e Bebel, 4, para criar sua empresa.
O mercado se mostra cada vez mais disposto a acolher mulheres. Horários mais flexíveis, escritórios adaptados para crianças e até mesmo o trabalho em “home-office” têm sido fatores relevantes para o crescimento do empreendedorismo feminino.
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