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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Profissão: mulher, empresária e mãe

Toda mulher passa por aquele fatídico momento da vida em que tem que equilibrar a vida profissional e a maternidade. No entanto, há muitas mulheres que conseguem encontrar nessa união uma maneira de empreender.

"Mompreneurs” (junção das palavras inglesas mom – mãe e "entrepreneur"– empresário) foi o termo determinado para o crescimento e solidificação do empreendedorismo feminino nessa fase de vida, que está em ampla ascensão em todo mundo.

Maternidade não é mais desculpa para não manter o bom cargo. Segundo um levantamento da FGV-EAESP, em parceria com o IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), para a organização internacional GEM (Global Entrepreneurship Monitor), das empresas abertas em 2011, quase 49% têm mulheres como gestoras.

O coordenador do Centro de Estudos de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP, Tales Andreassi, aponta que não é possível afirmar quantas dessas mulheres são mães, mas os cuidados com a casa e filhos já não se mostram como impedimentos para uma boa vaga no mercado.

"Trabalhar em casa para economizar tempo de deslocamento e ter flexibilidade de horários passou a ser uma condição básica pra mim", diz a jornalista e consultora Daniela Buono, 38, uma das sócias-fundadoras do site Cia das Mães. "Esse é um movimento cada vez mais forte e um sinal do surgimento de um novo perfil de mãe", acredita Buono, que se inspirou nas filhas Clara, 7, e Bebel, 4, para criar sua empresa.

O mercado se mostra cada vez mais disposto a acolher mulheres. Horários mais flexíveis, escritórios adaptados para crianças e até mesmo o trabalho em “home-office” têm sido fatores relevantes para o crescimento do empreendedorismo feminino.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Brasileiros, os mais empreendedores

Um pesquisa realizada pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM) apontou que o Brasil é o país com maior taxa de empreendedorismo do G20, o grupo que reúne as maiores e mais influentes economias do mundo.

De acordo com o levantamento, há cerca de 21 milhões de brasileiros (o correspondente a 17,5% da população) com o seu próprio negócio em estágio ainda inicial, com cerca de três anos e meio. O comparativo foi com países como Estados Unidos, que apresenta 7,5%, e China, que liderava o ranking até o ano passado, com 14,4%.

O estudo ainda aponta que o investimento inicial para abrir o próprio negócio gira em torno de 10 mil reais; apenas a minoria (20%) gastou mais de 30 mil. A cada 100 novos empreendedores, 25 deles são varejistas.

Apesar das estimativas positivas, o empreendedor enfrenta algumas dificuldades em ter seu próprio negócio em território nacional. “No Brasil, o desafio do empreendedor é maior que nos outros países”, declarou o professor da FGV-EAESP, Samy Dana. Ainda segundo ele, aqui há maior burocracia e altas taxas de juros.

A pesquisa revela que as características do perfil empreendedor brasileiro são criatividade, ousadia, dedicação, dinamismo, competências, otimismo e persistência.

O Brasil é, atualmente, considerado um dos países mais rentáveis do mundo, segundo o Endeavor.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

GVCenn e IBQP firmam parceria e investem em pesquisa do ramo de empreendedorismo


O Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas (GVCenn) e o Instituto Brasileiro de Qualidade Produtiva (IBQP) firmaram uma parceria institucional - considerado a mais abrangente pesquisa do ramo de empreendedorismo desde o ano 2000 - para a criação do Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

De acordo com o coordenador do GVCenn, Prof. Talles Andreassi, a principal ideia do projeto é incentivar a base de dados do GEM pelos pesquisadores brasileiros, que por vezes são tão carentes de informações."

As pesquisas do GEM tem contribuído com 60 países participantes, o que totaliza cerca de 90% do PIB mundial.