O anúncio do plano “Inova Empresa”, do Governo Federal, já citado nessa
semana pelo blog da EAESP, foi recebido com alegria e entusiasmo pelas
empresas de tecnologia e aspirantes a empreendedor. Um investimento no valor
total de R$32,9 bilhões, o Governo Federal pretende elevar os investimentos
em inovação e tecnologia. Desse montante, R$28,5 bilhões são investimentos
diretos do Governo Federal e R$4,4 bilhões são de instituições parceiras, como
a Agência Nacional de Petróleo, Agência Nacional de Energia Elétrica e do
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Os destinos dessa verba serão as linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Outra parte do valor será repassada a fundos para
centros de pesquisa associados a grandes empresas e para projetos diretamente
ligados à área da tecnologia, e ainda existe uma parcela reservada para que
o governo compre participação acionária em empresas ligadas à inovação. A
principal diferença do “Inova Empresa” é a centralização dele em um único
ministério, além do fato de ele permitir combinação entre mais de um tipo de
financiamento. O objetivo, com isso, é ampliar a inovação entre as empresas.
Mas é necessário que os empresários cumpram sua parte do negócio. "Na
média, as empresas brasileiras ainda investem pouco", lembra Luiz Carlos Di
Serio, professor da FGV-EAESP e coordenador-adjunto do Fórum de Inovação da Fundação Getulio Vargas. É exatamente esse cenário que o Governo Federal
pretende mudar com o novo plano.
Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/fun-business/interesting-material-of-
commerce-28751
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quinta-feira, 11 de abril de 2013
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Vendas de Natal atraem clientes para o próximo ano
O grande aumento das vendas durante as festividades de Natal e Réveillon pode gerar reflexos positivos para o ano que vai nascer. Um dos principais fatores para isso é o atendimento e investimento em ideias simples, mas que geram bons resultados. Com criatividade e baixo custo, varejistas podem conhecer melhor as preferências de seus clientes e fidelizá-los.
“Durante as vendas de Natal, os lojistas não se preocupam com fidelização, mas com o atendimento emergencial. Porém, se não tiverem um bom atendimento, além de não fidelizarem clientes, eles podem perder potenciais vendas”, afirma a especialista em varejo Sandra Turchi, professora da FGV-EAESP.
A professora ainda ressalta que o contato do pós-venda da loja com o cliente tem que ser estratégico, com autorização do consumidor, e a comunicação deve conter informações relevantes para não se tornar cansativo ou indesejado. Turchi sugere que oferecer alguns benefícios ou brindes em troca do cadastro incrementa as chances do consumidor se interessar em passar seus dados.
De acordo com um estudo conduzido pelo Sebrae-SP com 2.552 lojistas, mais da metade (55%) não realizam nenhum tipo de ação de pós-venda e 38% realizam cadastro de clientes apenas para crediário e acabam por não utilizar as informações cadastradas para conhecer as necessidades do cliente e, posteriormente, converter esse trabalho em vendas.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Investir em tendências não é garantia de sucesso
De acordo com o Sebrae (Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o perfil dos pequenos empreendedores do Brasil é bastante parecido. As pessoas querem iniciar um negócio próprio com uma “receita de bolo”, ou seja, não procuram inovar, e sim investir em uma ideia que já faz sucesso, como os empreendimentos ligados ao bem-estar, bastante em voga na atualidade, com negócios que giram em torno de alimentação saudável, qualidade de vida e sustentabilidade.
No entanto, seguir tendências não é garantia de sucesso, já que o chamado “comportamento de manada” - ou seja, muitas pessoas seguindo o mesmo foco empreendedor – acaba envolvendo riscos, uma vez que a oferta de serviços pode superar a demanda.
Um segmento que está em alta, de acordo o professor de empreendedorismo da FGV-EAESP, Gilberto Sarfati, são as academias que oferecem treino de MMA. Uma das principais razões para esse sucesso foram os investimentos do ex-lutador de boxe Dana White, presidente do UFC nos EUA, que tornou o MMA um espetáculo. Ao adquirir a marcar em 2001, White alterou regras importantes, impondo limites a confrontos, deixando-os menos violentos, abrangendo o público do esporte.
O número de academias que oferecem esse tipo de esporte estão em plena ascensão no Brasil, principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, e de acordo com Safarti, ainda há bastante espaço para novos empreendedores que planejam investir no ramo.
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Quando é bom ter um negócio em casa
Todo novo empreendimento apresenta dificuldades até começar a dar lucro. No início, o trabalho é grande e os rendimentos são curtos, por isso, montar um escritório em casa pode ser uma ótima opção para reduzir os gastos iniciais. De acordo com dados do Sebrae, quase metade das micro e pequenas empresas brasileiras (43%) iniciam suas atividades em um home-office.
No entanto, nem todos os perfis de empresas cabem nesse tipo de estrutura. O modelo se adapta bem a atividade de consultoria, de criação ou de arte, por exemplo. “O ideal é que a casa conte com uma estrutura separada para a atividade, como uma edícula. Melhor ainda se a entrada for independente”, diz Tales Andreassi, professor e coordenador do Centro de Estudos de Novos Negócios da FGV-EAESP. Segundo o professor, atividades que demandem grande maquinários e muito barulho devem ser descartadas da instalação em casa.
A decisão de montar um negócio em casa tem que ser muito bem avaliada. À princípio, a ideia de não perder tempo se locomovendo até o local de trabalho pode ser interessante, no entanto, quando a rotina da vida doméstica começa a interferir nos assuntos de trabalho ou vice-versa, uma outra forma de conduzir o negócio deve ser pensada. “Quando o profissional percebe que já não tem a mesma produtividade de quando estava em uma empresa ou encara o trabalho como algo chato ou desgastante, é hora de abandonar o home-office”, complementa Andreassi.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Empreendedores individuais saem da informalidade
O aumento de 38% de empresas com faturamento bruto de até 5 mil reais por mês e dos empreendedores individuais (ou EI), reflete a saída de uma parcela da população do mercado de trabalho informal. De acordo com um estudo da Sebrae (Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa), dos 2,1 milhões de EIs registrados até abril deste ano, 14% possuíam negócios informais e outros 24% eram trabalhadores sem carteira assinada.
Segundo Tales Andreassi, professor da FGV-EAESP, o aumento da classe é positivo e não deve acarretar saturação no mercado. No entanto, alguns setores devem apresentar um número maior de trabalhadores que deixarão seus cargos para terem a experiência de empreender: “Eles deixam o emprego quando veem que o negócio próprio está crescendo e precisa de mais atenção”, disse o professor.
Mas para se lançarem no mundo do empreendedorismo, o professor faz um alerta para que esses profissionais planejem e sempre mantenham seus conhecimentos atualizados para sobreviverem no mercado de trabalho. “Deve-se criar uma rede de contatos, fazer cursos, ler livros e enxergar oportunidades dentro do setor em que está.”
Veja a diferença entre as empresas:
EI (Empreendedor Individual) Igual ou menor que R$ 60 mil ou média de R$ 5 mil por mês R$ 31,10 de INSS + R$ 1,00 (comércio/indústria) ou R$ 31,10 de INSS + R$ 5,00 (prestação de serviço)
Microempresa (ME) - Igual ou menor que R$ 360 mil - Varia entre 4% e 17,52% da receita bruta, conforme faturamento da empresa e setor de atuação.
Empresa de Pequeno Porte (EPP) - Superior a R$ 360 mil e igual ou menor que R$ 3,6 milhões. Varia entre 6,48% e 22,9% da receita bruta, conforme faturamento da empresa e setor de atuação *Há um limite extra para exportação. O faturamento máximo anual de uma EPP é de R$ 7,2 milhões, desde que não ultrapasse R$ 3,6 milhões em vendas no mercado interno ou em exportação. (Fonte: Receita Federal)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Já pensou em rever o planejamento profissional?
Como diz o ditado: ano novo, vida nova. Mas já pensou que talvez seja o momento de rever o planejamento profissional deste ano? Normalmente, decisões tais como ter um filho, uma agenda mais flexível ou mesmo a busca por qualidade de vida alteram tal planejamento.
Para o coordenador de projetos em franquias do FGV-CENN (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas de São Paulo) e presidente da Fran Systems, Batista Gigliotti, os profissionais acima dos 35 começam a rever o estilo de vida que levam quererem, em cima disto, planejar
o futuro da melhor maneira possível. A principal alternativa para conquistar essa melhoria de qualidade de vida tem sido investir no lado empreendedor. O principal meio para o sucesso ainda é o planejamento do negócio.
O Sebrae afirma que cerca de 70% das empresas sobrevivem aos dois primeiros anos de atividade (os mais críticos).
Para o coordenador de projetos em franquias do FGV-CENN (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas de São Paulo) e presidente da Fran Systems, Batista Gigliotti, os profissionais acima dos 35 começam a rever o estilo de vida que levam quererem, em cima disto, planejar
o futuro da melhor maneira possível. A principal alternativa para conquistar essa melhoria de qualidade de vida tem sido investir no lado empreendedor. O principal meio para o sucesso ainda é o planejamento do negócio.
O Sebrae afirma que cerca de 70% das empresas sobrevivem aos dois primeiros anos de atividade (os mais críticos).
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