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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Vida do empreendedor pode ser mais fácil

Após anunciar o projeto do governo que incentiva a inovação entre as empresas brasileiras, o Governo Federal agora lança um novo ministério, voltado para ajudar o micro e pequeno empreendedor. A Secretaria de Micro e Pequena Empresa terá o intuito de ajudar o empreendedor a crescer e, assim, investir, contratar e vender mais. Ao incentivar o empreendedor, o governo federal tenta impulsionar esse grupo importante da economia brasileira, o micro e pequeno empreendedor, responsável por um quinto do PIB brasileiro.  

O professor da FGV-EAESP, Gilberto Sarfati, relata que a simples instalação do ministério não resolve nada. “A Índia tem ministério há mais de 50 anos. Mas está em uma posição pior que o Brasil no relatório Doing Business. Já o Chile não tem ministério e tem sido muito hábil em facilitar a vida do empreendedor”, afirma Sarfati. Segundo o professor, o objetivo do ministério novo deve focar em inovação, capacitação e financiamento ao empreendedor. Outro ponto importante na criação da secretaria é descomplicar a vida do empreendedor, em termos de burocracia na hora de abrir, fechar e manter uma empresa.

Enquanto a iniciativa toma corpo, resta aguardar e esperar que o ministério realmente ajude o pequeno empreendedor. O único entrave é o funcionamento e eficiência dos órgãos públicos no Brasil, que sempre geram dúvidas e incertezas.


Fonte da imagem: Corbis Images 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O plano que combina diferentes fontes de financiamento

O anúncio do plano “Inova Empresa”, do Governo Federal, já citado nessa semana pelo blog da EAESP, foi recebido com alegria e entusiasmo pelas empresas de tecnologia e aspirantes a empreendedor. Um investimento no valor total de R$32,9 bilhões, o Governo Federal pretende elevar os investimentos em inovação e tecnologia. Desse montante, R$28,5 bilhões são investimentos diretos do Governo Federal e R$4,4 bilhões são de instituições parceiras, como a Agência Nacional de Petróleo, Agência Nacional de Energia Elétrica e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

 Os destinos dessa verba serão as linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Outra parte do valor será repassada a fundos para centros de pesquisa associados a grandes empresas e para projetos diretamente ligados à área da tecnologia, e ainda existe uma parcela reservada para que o governo compre participação acionária em empresas ligadas à inovação. A principal diferença do “Inova Empresa” é a centralização dele em um único ministério, além do fato de ele permitir combinação entre mais de um tipo de financiamento. O objetivo, com isso, é ampliar a inovação entre as empresas.

 Mas é necessário que os empresários cumpram sua parte do negócio. "Na média, as empresas brasileiras ainda investem pouco", lembra Luiz Carlos Di Serio, professor da FGV-EAESP e coordenador-adjunto do Fórum de Inovação da Fundação Getulio Vargas. É exatamente esse cenário que o Governo Federal pretende mudar com o novo plano.

 Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/fun-business/interesting-material-of- commerce-28751




terça-feira, 9 de abril de 2013

Inovação deve ser regra básica da economia brasileira

A inovação deve ser preceito básico para qualquer empresa, principalmente no ramo da tecnologia, industrial e de serviço. Mas não é exatamente isso que acontece no Brasil atualmente. No último ranking de inovação do World Economic Forum, o Brasil amargou a 49ª posição, ficando atrás de países como Chile, Azerbaijão e Malta. Muitos são os motivos que levam o Brasil a estar numa posição nada confortável nesse quesito. Entre eles, alta carga tributária, desperdício de gastos públicos, falta de infraestrutura logística, alta burocracia para abrir empresa e má qualidade no ensino de matemática e ciências. "São fatores que inibem o empreendedor. A análise da competitividade tem de ser mais ampla", afirma Luiz Carlos di Serio, especialista em inovação e competitividade da FGV-EAESP.

 Não é à toa que o Governo Federal lançou o plano Inova Empresa, um pacote de estímulos com recursos de R$32,9 bilhões, que serão destinados à produtividade da indústria e inovação tecnológica. A intenção é justamente aumentar o poder de inovação do mercado brasileiro. "Ao beneficiar segmentos da economia, o Brasil dá passos importantes para construir sua política industrial, uma discussão que se arrasta há décadas", afirma o professor da EAESP. Serio destaca, ainda, que o país é um terreno fértil para novidades de diversos setores, pois o consumidor já está adaptado a esse cenário de inovação e clama por novidades realmente interessantes. Resta agora esperar para sentir os efeitos desse novo plano.

Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/fun-business/interesting-business-image- 29148