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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Dicas para alavancar a sua empresa

Quando existe o projeto - em andamento ou não - de empreender, existe a necessidade de uma série de fatores para que esse projeto saia do papel até se tornar uma empresa de sucesso. Apenas ter uma boa ideia não garante o sucesso de um negócio, é preciso saber empreender e correr atrás para fazer acontecer. Confira uma lista com algumas dicas de especialistas em empreender para fazer sua empresa decolar: 

Monte um plano de negócios 
O plano de negócios de uma empresa é um documento muito importante para saber como empreender. Nele, constam todas as ferramentas necessárias para se empreender. “É um controle ou uma fotografia de como a empresa está”, afirma Renê José Rodrigues Fernandes, gerente de projetos do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP (GVcenn). 

Descentralize as funções 
O dono não pode empreender sozinho. Por mais difícil que seja, abrir mão de algumas funções e repassá-las para outra pessoa empreender irá liberar mais tempo para o dono empreender nos pontos mais importantes da empresa. Delegar funções também trará mais confiança aos colaboradores.

Separe as contas da empresa 
Um dos principais erros do empreendedor iniciante está em mesclar as contas pessoais com as da empresa. Essa distinção deve ser bem clara e respeitada a todo o momento ao empreender. “Se a esposa do sócio pede algo para um funcionário da empresa, tem desvio não só de dinheiro, mas de função”, explica Fernandes. 

Busque opiniões diferentes 
Conforme a empresa vai crescendo e ganhando corpo, não é interessante haver uma centralização das decisões nas mãos de uma pessoa só. O ideal é reunir um conselho administrativo para buscar opiniões, ajudar a empreender e agregar profissionais com visão de mercado. Empreender é um processo coletivo. 

Consulte um especialista 
Busque conhecimento com profissionais que já sabem empreender, ou especialistas em outras áreas mais específicas como consultorias jurídicas e contábeis. Assim, além de minimizar riscos, os consultores poderão sempre indicar um caminho mais adequado para empreender o seu novo negócio.

Fonte da Imagem: Corbis Imagens 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Ibovespa completa 45 anos com mesmas dúvidas de décadas passadas

Desde sua criação, em 1968, pelo engenheiro e economista Mário Henrique Simonsen, na época assessor do ministro do Planejamento, Roberto Campos, o índice Ibovespa gera controvérsias. Em 1993, quando o índice comemorou 25 anos, o professor Hélio de Paula Leite, da Fundação Getulio Vargas, foi um dos convidados pela Bovespa para escrever um livro sobre a história do índice, e ele já foi interrogado sobre a criação de um novo índice. Hoje, 20 anos depois, a pergunta continua divagando entre conversas de economistas, estudiosos e membros envolvidos na bolsa de valores, mas ainda sem resposta definitiva.

Isso porque o índice atual, utilizado no pregão brasileiro, continua o mesmo desde quando foi criado, em 68. Ele é baseado no volume financeiro e na quantidade de negócios das ações. O índice é atualizado a cada quatro meses, e estudos recentes afirmam que ele cumpre bem a tarefa de representar o mercado de ações brasileiro. Mas, por outro lado, em alguns critérios ele deixa a desejar. Por exemplo, o desempenho do índice em relação ao PIB é superior a 34% negativo, e o número de empresas listadas apresenta defasagem. Nenhuma empresa do setor automobilístico se encontra no pregão, nem no Ibovespa. O professor William Eid Jr., do Centro de Estudos em Finanças da FGV-EAESP, destaca quatro aspectos importantes para se ter um bom índice: relevância (deve refletir os mercados ativos e de interesse), abrangência (deve incluir oportunidades disponíveis em condições normais de mercado), replicabilidade (os participantes devem poder imitar a composição do índice, adquirindo ações diretamente) e perfil de investimento bem definidos e informados com clareza.

 A ideia de um novo índice ou revisão do Ibovespa circula com força no mercado de capitais. A solução para especialistas é aumentar a participação do PIB nos critérios do valor das ações e diminuir o peso de empresas como Vale e Petrobras.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O que é e como funciona a sustentabilidade empresarial?

Nos dias de hoje, um dos assuntos que não sai de cena é a sustentabilidade. Empresas e instituições falam disso a todo o momento e comerciais de TV também focam muito no tema. E dentro desse assunto, surge um conceito não tão novo, chamado sustentabilidade empresarial. E o que vem a ser ela exatamente?

 Segundo o professor Mário Monzoni, do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP, a sustentabilidade empresarial surge “quando falamos em desenvolvimento, que tipos de desenvolvimento nós queremos e o quanto de qualidade de vida nós vamos deixar para as próximas gerações”. A partir daí, surgem as questões de como as empresas podem ajudar a garantir esse futuro e o conceito de desenvolvimento sustentável.

 “No século XXI, a complexidade do ambiente de negócios faz com que as empresas tenham que se preocupar, sim, com o retorno sobre o capital, mas também tenham que olhar as questões sociais e ambientais, para garantir a sua permanência no futuro”, disse Monzoni. Para o professor, a excelência na relação da empresa com o meio ambiente pode significar maior probabilidade de sobrevivência no futuro. “E ao fazer isso, ela está contribuindo para uma coisa muito maior que é o desenvolvimento sustentável”, afirma o professor Monzoni.

 Em um futuro certo, as empresas que não tiverem olhar criterioso para o meio ambiente, comunidade, clientes, fornecedores e os próprios funcionários, não terão espaço para existir, e embora esse tema não seja muito bem explorado aqui no Brasil, a realidade está mudando aos poucos.

 O principal entrave é a aceitação do consumidor em pagar por externalidades, embora a realidade seja um pouco diferente, conforme explica Monzoni: “A gente costuma dizer que não são os produtos sustentáveis que são caros, os insustentáveis é que são baratos, à medida em que eles se subisidiam tanto de questões sociais quanto de questões ambientais para conseguir se tornarem competitivos”, concluiu o professor.



sexta-feira, 29 de março de 2013

Startup vai muito além de uma ideia boa e investimento


 A economia brasileira vive um momento positivo. Nunca tantos jovens buscaram ter o próprio negócio, a economia continua aquecida, apesar da crise internacional, as empresas estrangeiras voltam seus olhos cada vez mais para  o nosso país. Em meio a esse cenário positivo, surge um turbilhão chamado startup. São empresas em estágio inicial da área da tecnologia, que contam com grandes ideias e poucos recursos, e seu principal objetivo está em alavancar o negócio e gerar visibilidade e reconhecimento, a fim de conseguir um investidor que o apoie.

 Mas uma startup não depende só de uma boa ideia e de dinheiro para funcionar. É preciso ter profissionais dedicados no trabalho e um plano de negócios bem conciso. O ideal é que os empreendedores busquem conhecimentos para aplicar em sua empresa, com metodologias que reduzem os riscos. O dono da startup precisa buscar uma maneira eficiente de fazer o projeto vingar no menor espaço de tempo, com o menor investimento possível, e não ficar esperando um investidor milionário cair do céu.

 A concorrência é muito forte nesse setor e ele movimenta muito dinheiro, por isso, é preciso que o empreendedor procure maneiras de viabilizar o negócio com agilidade e eficiência. Em 2012, foram R$1,7 bilhão investidos no segmento, segundo a AB Startups.

 Nem todas as startups são realmente inovadoras, ou representam um produto que possa conquistar mercado. O professor Cláudio Vilar Furtado, diretor executivo do Centro de Private Equity e Venture Capital da Fundação Getulio Vargas, explica que ainda existe muito trabalho a ser feito pelos jovens empreendedores. “Quando se fala de startups brasileiras, pode-se dividir em 50% que efetivamente têm conteúdo inovador, e 50% que não têm. E se hoje há 6% ou 7% de empresas do tipo com bom conteúdo tecnológico, apenas uns 2% vão receber investimento de fundos de venture capital ou outros”, explica Furtado.



quinta-feira, 21 de março de 2013

Competências soft em tempos de crise

A recente crise econômica mundial pode nos levar a questionar o papel da educação no mundo dos negócios e nas escolas de business. Mais especificamente, sobre a formação de gestores capazes de lidar com as complexidades do presente momento de nossas sociedades. Podemos encontrar uma reflexão sobre esse tema no livro de Rakesh Khurana, From higher aims to hired hands. O autor nos ajuda a entender o processo histórico envolvido na formação do administrador e a construção das competências necessárias para sua atuação no mundo dos negócios.

 Antes de mais nada, Rakesh nos lembra que o debate sobre o papel social das escolas de negócios não é recente. A questão já era colocada no início da profissionalização dos administradores, no final do século XIX, nas universidades americanas. Na visão do industrial Joseph Wharton, por exemplo, seria necessário desenvolver nos jovens, ao lado do caráter sólido, conhecimentos especializados em administração para o benefício da comunidade.

 Outro exemplo, em 1919, quando assumiu a direção da Harvard Business School, a preocupação de Wallace Donham era com a formação de líderes capazes de dignificar a profissão e honrar as responsabilidades sociais que a acompanhavam.

 Logo após a Segunda Guerra, entretanto, houve nos Estados Unidos um movimento que tinha por objetivo transformar a profissão do administrador em algo tão importante como a profissão de médico e advogado. Nesse período, a população americana passou a usufruir dos resultados da produção em larga escala e os gestores/executivos passaram a ser vistos por sua contribuição social. A formação do gestor passou a incluir então a busca de ferramentas quantitativas e tecnológicas para dar racionalidade e legitimidade a processos de decisão.

 A pesquisa de Khurana mostra que dos anos 1950 até os anos 1970, tanto as competências hard como as soft estavam presentes na formação dos administradores nas principais escolas de negócios americanas. Contudo, a partir dos anos 1970 o “mercado” triunfou. predominaram, assim como uma formação eminentemente prática e avessa à reflexão e à consideração do papel social do gestor. O ponto é que as competências hard são fortemente questionadas quando aparecem as crises. Nesses momentos podemos constatar a fragilidade e as limitações das ciências econômicas e do management para a resolução de problemas de nossas sociedades. É também em momentos como o que vivemos agora, quando a gestão se transformou em uma atividade predominantemente formal, lastreada pelas finanças e pela perda de contato com os valores sociais do management, que devemos resgatar o debate sobre as competências soft na formação de nossos gestores. Especializações em detrimento de uma abordagem mais generalista. Especializações em detrimento de uma abordagem mais generalista predominaram, assim como uma formação eminentemente prática e avessa à reflexão e à consideração do papel social do gestor.

 O ponto é que as competências hard são fortemente questionadas quando aparecem as crises. Nesses momentos podemos constatar a fragilidade e as limitações das ciências econômicas e do management para a resolução de problemas de nossas sociedades. É também em momentos como o que vivemos agora, quando a gestão se transformou em uma atividade predominantemente formal, lastreada pelas finanças e pela perda de contato com os valores sociais do management, que devemos resgatar o debate sobre as competências soft na formação de nossos gestores.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Aprenda a negociar para comprar bem


Negociar não é fácil. Especialistas afirmam que a melhor maneira de adquirir um bem de consumo durável de alto valor, como um carro ou imóvel, é optar pelo pagamento à vista. Mas, se a compra a prazo for inevitável, pesquise bastante e fuja dos altos juros dos financiamentos.

Às taxas das parcelas possuem juros embutidos, ou seja, são mais caras. No entanto, as pessoas acabam achando que, por saberem o valor exato que vão pagar, fizeram bom negócio. Na compra de um automóvel, por exemplo, um modelo usado acaba sendo uma boa opção. "Às vezes é melhor pegar um carro usado do que um novo em 60 meses para pagar", diz William Eid Júnior, professor da FGV-EAESP. Nesse caso, antes de fechar o negócio, faça uma cuidadosa vistoria no carro e exija toda a documentação que implica no contrato de compra e venda; seguro, multas pagas, (informações disponíveis no site do Detran), certificado de inspeção veicular, entre outros.

Os brasileiros (em especial os mais jovens) querem resolver tudo rapidamente, sem refletir muito. Computadores parecem lentos, comerciais de TV e internet são infinitos, filas parecem sempre intermináveis – tudo demora muito. Em um processo de negociação, no entanto, quem consegue esperar mais e manter o “sangue frio” obtém melhores resultados. Se o outro lado tem pressa, você pode se valer disso e fechar um negócio vantajoso.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Salões de beleza agregam serviços para atrair mais clientes


Alguns estabelecimentos estão inovando suas estratégias de marketing para aumentar a clientela. Tratamentos de beleza, drinques e outros mimos sempre pareceram combinar, mas por que nunca se pensou em oferecê-los ao mesmo tempo?

Para especialistas, mais que uma ação de marketing, a iniciativa ajuda a elevar a receita e reduzir os custos. De acordo com o professor Edgard Barki, da FGV-EAESP, nesse ramo, há dois fatores imprescindíveis para o sucesso do negócio, o conhecimento técnico dos funcionários e o bom relacionamento com os clientes.

Segundo o professor, para agregar o valor desejado ao negócio, o empresário deve sempre buscar excelência no atendimento, algumas iniciativas simples podem aumentar a comodidade dos clientes, como fazer atendimentos personalizados, em horários especiais ou locais alternativos. Claudia Moscardini, proprietária do “Boteco Mulher” inaugurou em 2009, o estabelecimento inovador ao oferecer serviços de beleza misturados com o conceito de relaxamento e diversão; são servidos quitutes, drinques, petiscos e até música ao vivo.“O cabelo pode levar horas para ficar pronto, esperar com uma taça de vinho ou espumante sempre ajuda”, diz a dona do salão. A expectativa é transformar o estabelecimento em uma franquia e abrir seis novas lojas, em três estados, até o final de 2015.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A globalização e as tendências do ensino


Em entrevista concedida ao canal de notícias financeiras norte-americano Bloomberg, a Professora Maria Tereza Leme Fleury, diretora da FGV – EAESP, fala sobre sobre a primeira rede global de escolas de negócios, da qual a Fundação Getúlio Vargas faz parte.

Ao todo, participam do programa 21 instituições de ensino superior de diferentes países, que planejam focar no ensino de Economia e Finanças sob uma ótima mais unificada. De acordo com a professora, essa nova rede pode ser identificada por três 'cês': “o primeiro C é a conectividade, o segundo é a colaboração e o terceiro é corresponsabilidade - porque todos vão dividir conhecimento”. Os alunos que irão participar desse programa vão compartilhar novas ideias e não apenas aprenderão sobre estratégias de Negócios, Finanças e Marketing, mas também diferentes culturas, para olharem a ética sob outros pontos de vista.

Os alunos que participarão do programa serão rigorosamente selecionados e, segundo a Professora Maria Tereza Leme Fleury, “os estudantes precisam ter uma visão mais humana do mundo dos negócios e, é claro, pensar em ética, sustentabilidade e todos os assuntos que nós realmente acreditamos que a próxima geração deve apresentar.”

terça-feira, 31 de julho de 2012

Como não surtar nos seus primeiros dias como empreendedor

Se você acabou de iniciar seu negócio e está inseguro, saiba que a ansiedade é muito normal nos primeiros meses. Por receio de fracassarem, muitos novos empreendedores desistem no início, antes mesmo de tentarem efetivamente. O sucesso em um negócio próprio depende de muito trabalho, disciplina e, sobretudo, persistência.

De acordo com Gilberto Sarfati, professor da FGV-EAESP, nos primeiros meses de uma empresa é preciso estar atento para funções básicas: conseguir pagar as contas, contratar as pessoas certas, aprender a lidar com as burocracias, entre diversos outros problemas que podem (e provavelmente irão) surgir.

No mundo do empreendedorismo, é praticamente impossível eliminar surpresas ou imprevistos. Apesar disso, a criação de um rigoroso plano de negócios pode auxiliar a prever os acontecimentos e/ou evitar ao máximo os imprevistos. Faça um estudo detalhado do nicho de mercado no qual seu negócio será inserido, analisando tudo que se relaciona ao segmento. Trace, também, um plano de estratégias e formas de organização para serem aplicadas no cotidiano de sua empresa. Isso diminuirá sua insegurança e lhe dará mais confiança para seguir adiante. Lembre-se: o estresse é decorrente da falta de planejamento – é preciso separar o seu tempo para se dedicar à todas as áreas da sua vida e não somente aos negócios, mantendo o equilíbrio necessário para qualquer empreendedor de sucesso.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Investidores X gestão da empresa


Apesar da magnífica e crescente fase em que as startups se encontram, é necessário tomar alguns cuidados em relação aos negócios, para evitar atritos ou más experiências. Isso porque os investidores tendem a querer palpitar, ou mesmo interferir, na gestão dos negócios da empresa.

O primeiro ponto é compreender que o investidor tende a ser mais realista que o empreendedor, que normalmente é otimista até demais em relação ao seu próprio negócio. Por isso, torna-se imprescindível que, tanto o investidor, quanto o empreendedor busquem fundos com afinidade para empresa. Afinal, ambos trabalham em prol da mesma coisa: a saúde dos negócios.

Outra importante questão é saber a diferenciação de conseguir dinheiro por meio de fundos e conseguir por créditos bancários. Fundos e investidores tendem a querer, não só o retorno financeiro, como a liberdade de opinar em relação à gestão da startup, especialmente se for o caso de um negócio iniciante.

Manter a organização financeira da empresa é uma questão muito importante no ramo dos negócios. De acordo com o diretor do GVcepe, Claudio Furtado, a desorganização financeira é o principal ponto de desentendimento entre empreendedores e investidores.

O ideal é que a empresa tenha balanços de qualidade e que sempre esteja preparada para receber novos investimentos.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Como se tornar um novo milionário?

Ser um milionário se tornou o objetivo de vida de muitos empresários brasileiros. Iss porque, as condições econômicas favoráveis, juntamente com boas oportunidades, resultam em 19 novos milionários diariamente, desde 2007.

O principal segredo para se tornar o proprietário do novo milhão é sempre ter a lógica de fazer o dinheiro rodar, e dividir os riscos com outros investidores. Acima de tudo, é muito importante ter em mente que qualquer negócio investido tem o risco de não ser bem sucedido, por isso, é preciso ter os objetivos do investimento claros e estudar muito bem as propostas de mercado.

Há alguns anos, era muito comum o milionário brasileiro ser do sexo masculino, ter por volta dos 55 anos, ser empresário e atuante no mercado financeiro. Atualmente, podemos ver uma mudança de comportamento e tendência. É possível se deparar com empresários bem sucedidos de 35 anos que investiram em uma proposta arriscada, porém consistente, que foi bem reconhecida pelo mercado financeiro.

O perfil do novo milionário não é necessariamente ser dono de um negócio e nem muito menos um executivo. Possuem vantagens competitivas no mercado quem tem disciplina e gera riqueza a partir do trabalho e cuidados com os investimentos.

Para o coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV-EAESP, William Eid Júnior, o principal ponto é não recorrer ao imediatismo, já que não é possível se tornar milionário em dois dias. Ainda segundo ele, paciência, disciplina e estar pronto para qualquer eventualidade são os pontos-chave.

Segundo um levantamento feito pelo Haliwell Bank, hoje, há 137.000 milionários em território nacional.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Excelência no atendimento é uma meta do varejo brasileiro

O mercado do varejo nunca esteve tão aquecido e em crescente ascensão como nestes últimos anos. As boas oportunidades de negócio vêm atreladas a uma concorrência acirrada e isto acaba por resultar na necessidade de estratégias e planejamento das empresas.

Uma medida que tem sido muito requisitada no mercado é o atendimento de excelência, no qual as empresas apostam na formação técnica e cultural de seus profissionais. Um bom exemplo disso são os funcionários de livrarias, que normalmente são especializados em literatura.

Para o coordenador do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP, Jacques Gelman, as técnicas de varejo estão cada vez mais crescentes, pois, o mercado compreende a sua importância.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Aprimore o seu negócio a partir da concorrência

A concorrência pode ser a alma do negócio, uma vez que, a partir dela, pode-se deixar os preços mais competitivos, melhorar aspectos visuais do estabelecimento comercial e trabalhar a qualidade do produto.
Um planejamento adequado e o conhecimento da área de atuação são indispensáveis para quem pretende se instalar em um dos endereços consagrados de São Paulo ou outras cidades.
O professor da Escola de Administração de Empresas da FGV, Mauricio Morgado, sugere visitar os concorrentes como um cliente comum e avaliar o atendimento, os preços e os produtos, para entender um pouco mais sobre o mercado. Além do conhecimento, o recurso também auxilia para saber as mudanças necessárias para o seu próprio estabelecimento.
Outra importante dica que pode ajudar o negócio é manter contato com os fornecedores e clientes, ninguém melhor que eles para ajudar nas melhorias do comércio.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Já pensou em rever o planejamento profissional?

Como diz o ditado: ano novo, vida nova. Mas já pensou que talvez seja o momento de rever o planejamento profissional deste ano? Normalmente, decisões tais como ter um filho, uma agenda mais flexível ou mesmo a busca por qualidade de vida alteram tal planejamento.
Para o coordenador de projetos em franquias do FGV-CENN (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas de São Paulo) e presidente da Fran Systems, Batista Gigliotti, os profissionais acima dos 35 começam a rever o estilo de vida que levam quererem, em cima disto, planejar
o futuro da melhor maneira possível. A principal alternativa para conquistar essa melhoria de qualidade de vida tem sido investir no lado empreendedor. O principal meio para o sucesso ainda é o planejamento do negócio.
O Sebrae afirma que cerca de 70% das empresas sobrevivem aos dois primeiros anos de atividade (os mais críticos).

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Negócios para abrir em casa

E como diz a frase: ano novo, vida nova. Tempo de recomeçar, mudar de comportamento, de emprego, de cidade etc. O tão sonhado desejo de ter o negócio próprio e trabalhar em casa pode estar muito perto de você. Basta aliar trabalho, habilidade, força de vontade, organização e um investimento inicial.
A Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios elaborou um pequeno roteiro de negócios promissores que podem ser abertos em casa.

Negócio: Design gráfico
Profissão e/ou equipamento: Designer/ bom computador para mexer com arquivos de imagens e boa conexão com a internet para envio de arquivos pesados
Atuação: Desenvolvimento de websites e projetos gráficos em geral, materiais para divulgação, embalagens, entre outros.
Investimento inicial: R$ 3.000
Faturamento médio mensal: R$ 4.000
Média mensal de vendas: de 2 a 3 trabalhos
Preço médio de venda: R$ 1.500

Negócio: Consultoria de imagem
Profissão e/ou equipamento: Formação em Moda ou curso especializado em consultoria de imagem
Atuação: O consultor de imagem também pode ser denominado como personal stylist, ou seja, é aquele profissional que avalia se você esta vestido adequadamente para uma ocasião, se o uniforme dos funcionários está adequado e faz jus a importância da imagem.
Investimento inicial: de R$ 2.500 a R$ 10.000
Faturamento médio mensal: R$ 1.800
Média mensal de vendas: 1 trabalho
Preço médio de venda: R$ 2.000

Negócio: Tradução técnica
Profissão e/ou equipamento: Formação em Letras ou fluência e diploma em alguma língua
Atuação: Multinacionais e grandes empresas necessitam profissionais que traduzam materiais e livros.
Negócio: Tradução de material técnico
Investimento inicial: R$ 3.000 (licença do programa de tradução, dicionários e montagem de um mini-escritório)
Faturamento médio mensal: R$ 5.000
Média mensal de vendas: 90.000 palavras
Preço médio de venda: R$ 0,10 a palavra

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Empreendedores sem férias

Ao que tudo indica, o final de ano não está apenas ligado a correria de festas e viagens. Uma pesquisa realizada pela empresa de computação RingCentral apontou que a maioria dos empreendedores não planeja tirar férias ou descansar em 2012.
Isso porque as empresas, em especial as microempresas, acreditam que o final de ano e a época de festas são muito promissores aos negócios. O estudo ouviu 300 empresas norte-americanas e 70,4% esperam trabalhar mais neste final de ano. Apenas 14% dos empresários têm o objetivo de sair de férias e ficar longe do trabalho, e 85% deles atenderão ligações de trabalho durante o feriado.
De acordo com a RingCentral, o estudo foi focado mais em pequenas empresas, pois estas tendem a ser mais flexíveis com horários e períodos de recesso.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

As aquisições e fusões do mundo corporativo

No primeiro trimestre deste ano, cerca de 359 empresas se fundiram ou foram adquiridas no Brasil - tal número já chega bem próximo a metade do total atingido em 2010. Essa atual tendência, de vendas, compras e fusões, vem recentemente se tornando realidade de empresas e grandes executivos referências no mercado.

O grande fato consequente deste crescente número de fusões e aquisições vem do comportamento e atitude dos grandes executivos da linha de frente das empresas, que, ao ter um bom faturamento pela venda, adquirem um alto padrão de vida e se tornam investidores que partem e arriscam em concorrer diretamente com a antiga companhia. “É como muitos empresários tem se comportado” - afirma Pedro Zanni, Professor do curso de gestão familiar da FGV-EAESP.

Estamos vivendo uma nova tendência e assistindo novas empresas surgirem a partir de fusões e grandes empresas serem compradas por outras maiores. Vivemos hoje uma nova realidade no mercado corporativo. Assim, para você se preparar ainda mais para este mercado e se tornar uma referência como profissional, conheça os cursos que a FGV-EAESP tem para te oferecer. Acesse: www.fgv.br/eaesp




Fonte: Matéria publicada no “O Estado de São Paulo” (25/07/2011)
Fonte da imagem: Blogspot

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Um crescimento avassalador


Cláudio Macedo, 39, fundador e proprietário da NC Games e ex-vendedor ambulante de jogos do Paraguai obteve, de fato, um crescimento avassalador em sua vida profissional. Na época em que o Brasil conhecia o Real, Macedo era apenas um ambulante que trazia – diante de um grande grupo de pessoas – mercadorias do Paraguai para comercializar aqui no Brasil. E hoje, diante da forte decisão de crescimento profissional e boa administração de sua vida, Macedo é dono de uma expressiva empresa de jogos eletrônicos aqui no Brasil com escritório em Miami e com fortes aberturas para a América Latina.
Seus rendimentos, hoje, preveem crescimento próximo a R$ 300 milhões em 2011 – pós transferência da sede de sua empresa do Imirim para Alphaville. Tal caminho percorrido, da vida de sacoleiro para grande empresário, apresentou diversos e grandes desafios, mas diante das oportunidades que surgiam e da situação do País “tudo parecia possível” - afirma Macedo.

Trazendo agora para os dias atuais, por meio da MC games, Macedo acredita no potencial do País e visualiza grandes chances de crescer mais dentro do Brasil, em especial, diante das classes C e D. O que Macedo planeja é oferecer jogos para este público a um preço realmente acessível, jogos que não são necessariamente uma novidade nos mercados fortes (como EUA e Europa), mas que não tem saída por lá e que se tornam bem negociáveis no Brasil. Para se ter uma ideia, a faixa de preços dos jogos será na média de R$ 19,90.

Sobre essa investida no mercado das classes C e D, Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP afirma que o ato de oferecer alguma inovação, nem que sejam produtos baratos, é um dos pontos que faz com que o negócio dê certo. E sobre a atuação com as classes C e D Andreassi, afirma: “A classe C está ávida para consumir produtos mais sofisticados” e isso, em sua opinião, se torna um caminho onde empreendedores encontram o rumo para expandir ainda mais seus negócios.



Fonte: Site Investmax, extraído no dia 11.07.2011

Fonte da imagem: Atelier de Marketing

quarta-feira, 23 de março de 2011

The Boston Consult Group

A Boston Consult Group é uma consultoria em gestão estratégica, presente em 41 países e líder em seu segmento. É também a responsável pela criação da Matriz BCG em 1970, para gestão de marcas e produtos. A BCG apareceu durante seis anos consecutivos no ranking de "Melhores Empresas para se Trabalhar" da Revista Fortune, ocupando o segundo lugar na edição de 2011.

A BCG oferece carreira em consultoria, com aprendizado em negócios, excelente remuneração e grande desenvolvimento profissional. Para os interessados, haverá uma palestra sobre o processo seletivo de Associates, com coffee break e testes para o recrutamento.

Público-Alvo: Recém-formados e formandos de 2011

Local e Data:
Paulista Wall Street - R. Itapeva, 636
24/03 - 11:30 às 13:30

Inscrição:
Envie um e-mail até 23/03 com CV (em português ou inglês) + histórico escolar (PDF): saobcgrecruiting@bcg.com