O termo “fazer networking” pode ser definido como o ato de criar, desenvolver
e manter uma boa rede de contatos profissionais. Mas como fazer isso de uma
maneira eficiente e sem prejudicar a sua imagem?
Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo da FGV- EAESP, diz, em texto próprio, que fazer um bom networking é uma arte, e
que a intenção pode sair errada se for feita de maneira equivocada. “Existe o
termo “arroz de evento”, que é a versão corporativa do arroz de festa. A pessoa
que vai a todos os eventos do mercado e faz milhares de perguntas na hora
dos debates, algumas delas longas, chatas e sem sentido. Durante o intervalo,
ele não pestaneja em interromper diálogos para entregar seu cartão”, disse o
professor.
Outro hábito que pode causar má impressão é o mau uso do e-mail e das redes sociais, como ficar postando coisas supérfluas o tempo todo ou repassando
correntes e e-mails com piadinhas.
O empreendedor precisa saber aproveitar as oportunidades para estabelecer
novos contatos e causar boa impressão. Mas sempre se atentando aos itens
citados acima, pois é muito negativo para um empreendedor perder uma boa
chance de negócio e ainda ficar com uma imagem ruim no mercado.
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quarta-feira, 13 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Revendedores e consultores contratam equipes de venda para aumentar lucro
No Brasil, existem cerca de 4 milhões de revendedores autorizados de marcas
que trabalham com catálogo e venda direta por meio de consultores. Juntos,
esses revendedores lucram cerca de R$10,6 bilhões por ano. Esses são dados
de uma pesquisa feita pela Fundação Getulio Vargas, a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), mostram a força dessas
equipes de vendas. Em quase metade dos casos (48,4%), os revendedores
trabalham com mais de uma empresa do setor.
Os perfis são dos mais variados; existem revendedores que repassam seus produtos apenas para amigos e pessoas mais próximas para incrementar a renda mensal, enquanto outros vivem dessa revenda e chegam a montar uma equipe de vendas para dar conta da demanda. Segundo a pesquisa da FGV-EAESP, 27,1% desses revendedores possuem uma equipe de vendas. Um mercado expressivo que, por muitas vezes, passa despercebido, mas possui um grande valor econômico e representa uma boa oportunidade de negócio para muitas pessoas.
Os perfis são dos mais variados; existem revendedores que repassam seus produtos apenas para amigos e pessoas mais próximas para incrementar a renda mensal, enquanto outros vivem dessa revenda e chegam a montar uma equipe de vendas para dar conta da demanda. Segundo a pesquisa da FGV-EAESP, 27,1% desses revendedores possuem uma equipe de vendas. Um mercado expressivo que, por muitas vezes, passa despercebido, mas possui um grande valor econômico e representa uma boa oportunidade de negócio para muitas pessoas.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Fique atento aos sinais de crescimento da empresa
Para que o negócio cresça de forma saudável todas as áreas necessitam estar em sincronia. O crescimento da empresa está sim ligado as vendas e ao faturamento, porém pode estar associado as custas de um marketing caro. “Às vezes, empreendedores não têm o perfil gerencial recomendável para visualizar os processos que são vitais para a transição de uma pequena empresa para média ou grande”, diz Gilberto Safarti, professor da FGV-EAESP.
Confira alguns sinais que podem indicar que nem sempre uma empresa está crescendo: Número de funcionários: Se a demanda de trabalho aumentou, geralmente, o tamanho da equipe também cresce, mas isso não pode ocorrer de maneira isolada e sem planejando. A empresa pode inchar ao invés de crescer, e passa a sofrer excessivo aumento de custos.
Novas filiais: Isso não significa, necessariamente, que a empresa aumentará. Caso o plano de expansão não ocorra como o planejado, novos clientes podem não frequentar as novas unidades e, consequentemente, não ocorrerá aumento da receita.
Falhas estratégicas: O empreendedor precisa avaliar o quanto está sendo gasto com marketing, em especial o digital. Mesmo com investimentos certeiros e bom acompanhamento das métricas, é preciso avaliar qual a motivação está levando as pessoas a visitarem sua página – por que os usuários estão acessando e se, de fato, eles se convertem em potenciais clientes.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Veja cinco sinais que apontam que sua empresa está crescendo
Para que seu empreendimento cresça, é essencial tomar uma série de medidas: montar um plano estratégico, saber tudo sobre o que está se passando dentro do negócio e acompanhar de perto o fluxo de caixa. Segundo Gilberto Sarfati, professor da FGV-EAESP, a maior parte dos empreendedores quebram por falta de planejamento e gestão, por isso, atente-se a alguns padrões de finanças que podem alavancar o seu negócio.
Ainda de acordo com o especialista, o pequeno empreendedor deve entender que o faturamento traz dinheiro para a empresa, mas é o lucro que realmente importa para qualquer negócio. Veja alguns indicadores de que seu negócio pode estar no caminho certo:
Faturamento: Esse indicador deve mostrar o valor de venda e o percentual de venda com relação à meta planejada. Por exemplo, caso o mês já esteja na metade e ainda falte 70% da meta para ser alcançada, algo deve ser revisto e alterado nos processos da empresa.
Lucratividade/Rentabilidade: É a percentagem de lucro tirado do faturamento, após a dedução das despesas. Com esse indicador positivo, é possível investir ainda mais em seu negócio ou criar estratégias para aumentar ainda mais as vendas.
Ticket médio: É o valor médio de venda por cliente ou por venda. Com esse dado, é possível identificar se sua equipe de vendas está vendendo menos e precisar ser treinada, ou ainda se a quantidade de clientes diminuiu e você precisará de investimentos em estratégias de marketing.
Rentabilidade e prazo de retorno: É a divisão do lucro médio pelo investimento inicial – através desse cálculo, é possível verificar se o negócio é viável, comparando-o com os rendimentos bancários e avaliando se é mais rentável que uma caderneta de poupanças. Já a divisão do investimento pelo lucro médio mensal, permite que seja calculado em quanto tempo o negócio se pagará.
Metas: devem se ousadas, mas atingíveis. Para avalia-las, é necessário acompanhar periodicamente alguns indicadores, como o ticket médio – que deve ser checado diariamente – e a lucratividade – que é verificada mensalmente. Se você perceber que os resultados não estão indo de acordo com o planejado, reestruture as estratégias e altere a trajetória.
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terça-feira, 7 de agosto de 2012
Salões de beleza agregam serviços para atrair mais clientes
Alguns estabelecimentos estão inovando suas estratégias de marketing para aumentar a clientela. Tratamentos de beleza, drinques e outros mimos sempre pareceram combinar, mas por que nunca se pensou em oferecê-los ao mesmo tempo?
Para especialistas, mais que uma ação de marketing, a iniciativa ajuda a elevar a receita e reduzir os custos. De acordo com o professor Edgard Barki, da FGV-EAESP, nesse ramo, há dois fatores imprescindíveis para o sucesso do negócio, o conhecimento técnico dos funcionários e o bom relacionamento com os clientes.
Segundo o professor, para agregar o valor desejado ao negócio, o empresário deve sempre buscar excelência no atendimento, algumas iniciativas simples podem aumentar a comodidade dos clientes, como fazer atendimentos personalizados, em horários especiais ou locais alternativos. Claudia Moscardini, proprietária do “Boteco Mulher” inaugurou em 2009, o estabelecimento inovador ao oferecer serviços de beleza misturados com o conceito de relaxamento e diversão; são servidos quitutes, drinques, petiscos e até música ao vivo.“O cabelo pode levar horas para ficar pronto, esperar com uma taça de vinho ou espumante sempre ajuda”, diz a dona do salão. A expectativa é transformar o estabelecimento em uma franquia e abrir seis novas lojas, em três estados, até o final de 2015.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Confira se o seu negócio sobrevive sem você
Muitos empresários têm pavor só de pensar em deixar seus postos por alguns dias. Eles sempre imaginam que pode acontecer o pior: funcionários perdidos, espaço desorganizado e contas no vermelho. Mas, cedo ou tarde, por férias ou por situações emergenciais, o dono precisará se ausentar, e é necessário que a empresa esteja preparada para sobreviver sozinha, mesmo que por um curto período de tempo.
Pedro Zanni, professor da FGV-EAESP, explica que a única solução é confiar na equipe que vai assumir as responsabilidades durante o período. "É definir, por exemplo, quem pode tomar conta de forma provisória de determinados assuntos". Para isso, é essencial que os sócios e funcionários troquem ideias e concepções de negócios ao longo do tempo. Dessa forma, é possível formar uma empresa de sucesso, que pode andar com os próprios pés.
A centralização de informações vitais pode deixar o negócio mais lento e burocrático. É preciso ter pessoas de confiança e bem preparadas para tomar decisões em momentos emergenciais. "O clichê de que ‘o olho do dono engorda o gado’ sufoca e atrofia a empresa", afirma Zanni.
Pedro Zanni, professor da FGV-EAESP, explica que a única solução é confiar na equipe que vai assumir as responsabilidades durante o período. "É definir, por exemplo, quem pode tomar conta de forma provisória de determinados assuntos". Para isso, é essencial que os sócios e funcionários troquem ideias e concepções de negócios ao longo do tempo. Dessa forma, é possível formar uma empresa de sucesso, que pode andar com os próprios pés.
A centralização de informações vitais pode deixar o negócio mais lento e burocrático. É preciso ter pessoas de confiança e bem preparadas para tomar decisões em momentos emergenciais. "O clichê de que ‘o olho do dono engorda o gado’ sufoca e atrofia a empresa", afirma Zanni.
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