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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Empresa fundada por professor da FGV-EAESP vence competição de Startups na Campus Party 2013


A competição de Startups da Campus Party é um momento à parte no evento, no qual boas ideias surgem e ganham forma. Foi o caso do vencedor da competição, o Meia Bandeirada, um aplicativo criado para Android e iOS, feito e pensado em quem tem problemas de locomoção. Na cidade de São Paulo, os gastos com um automóvel próprio podem ser altos, além do problema do trânsito caótico, ao passo que depender de transporte público nem sempre é uma opção viável, pela deficiência do sistema. Por isso, muitas empresas têm optado cada vez mais por pagar corridas de táxi para seus funcionários, nas quais eles dispõe do direito de usar os corredores de ônibus para agilizar as corridas.

Pensando nisso que o Meia Bandeirada foi criado. Com um sistema inteligente de cruzamento de informações, através do aplicativo, o usuário solicita um táxi e o aplicativo fará um rastreio de outros usuários que pediram táxi e possuem destinos próximos ou iguais. Com isso, os usuários poderão economizar de 40% a 60% em suas corridas, dividindo suas corridas com outros usuários.

O sistema foi desenvolvido por uma equipe especializada e promete que só cruzarão caminhos que tenham um mínimo de 30% de economia para os usuários. Um dos sócios do aplicativo é o professor de Estatística e Geomarketing da FGV-EAESP e especialista em Estatística Espacial, Eduardo Rezende Francisco.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Os problemas de uma demissão mal conduzida


Até mesmo na hora de dispensar um funcionário, uma grande companhia deve zelar por seu nome, fazendo isso da maneira correta. Uma demissão
mal conduzida transmite uma imagem muito ruim, tanto internamente quanto externamente. Um executivo de renome, que ocuparia um alto cargo, pensará duas vezes antes de aceitar a presidência residente de uma empresa que não demonstra boas práticas em uma hora tão delicada.

Demissões realizadas por telefone, teleconferência ou por meio de terceiros, pode demonstrar sérios problemas internos e até mesmo falta de maturidade dos dirigentes. A demissão presencial, que dá o direito a um diálogo aberto com o executivo, é sempre a melhor opção, por vários motivos, como o fato do desligamento de um funcionário de alto escalão pesar muito em seu currículo. Por razão disso, os motivos devem ser sempre muito claros, para que o profissional não fique com má fama no mercado.

Todos os fatores devem ser muito bem analisados na hora de dispensar um funcionário, principalmente pela escassez de profissionais qualificados no mercado brasileiro. Por isso, a identificação com os valores da empresa tem se tornado a arma mais eficaz na atração e retenção dos melhores nomes. "O
profissional vai levar em conta os princípios da corporação. Quando a companhia tem uma reputação desgastada, ela terá sérias dificuldades para convencer aquele executivo de que é a melhor opção que ele tem no mercado", completa o professor Germano Glufke Reis, da FGV-EAESP.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Confira se o seu negócio sobrevive sem você

Muitos empresários têm pavor só de pensar em deixar seus postos por alguns dias. Eles sempre imaginam que pode acontecer o pior: funcionários perdidos, espaço desorganizado e contas no vermelho. Mas, cedo ou tarde, por férias ou por situações emergenciais, o dono precisará se ausentar, e é necessário que a empresa esteja preparada para sobreviver sozinha, mesmo que por um curto período de tempo.

Pedro Zanni, professor da FGV-EAESP, explica que a única solução é confiar na equipe que vai assumir as responsabilidades durante o período. "É definir, por exemplo, quem pode tomar conta de forma provisória de determinados assuntos". Para isso, é essencial que os sócios e funcionários troquem ideias e concepções de negócios ao longo do tempo. Dessa forma, é possível formar uma empresa de sucesso, que pode andar com os próprios pés.

A centralização de informações vitais pode deixar o negócio mais lento e burocrático. É preciso ter pessoas de confiança e bem preparadas para tomar decisões em momentos emergenciais. "O clichê de que ‘o olho do dono engorda o gado’ sufoca e atrofia a empresa", afirma Zanni.