Mostrando postagens com marcador redes sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador redes sociais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de junho de 2013

Contribuições da Semiótica e da Linguística para a análise das redes sociais digitais


A palestra “Contribuições da Semiótica e da Linguística para a Análise das Redes Sociais Digitais”, que aconteceu na FGV-EAESP, no último dia 28 foi ministrada pelo professor Izidoro Blikstein, membro do GVRedes, e teve como temática principal a importância dos estudos da Linguística e da Semiótica para analisar as ‘small talks’ das redes como o Facebook.

Mas o que são small talks? São aquelas conversas casuais e aparentemente sem importância que acontecem no Facebook. O professor Blikstein levanta a dúvida sobre a irrelevância dessas conversas. Esses tipos de interações entre pessoas deveriam ser realmente consideradas sem importância?

“O Facebook tomou o lugar da calçada”, afirma o professor Blikstein, em referência ao poema ‘Evocação do Recife’, de Manuel Bandeira, no qual o poeta expõe que as pessoas tomavam as calçadas para namorar, conversar e rir, função essa que agora é feita através do Facebook, segundo o professor. Com isso, ele afirma que as mensagens de redes sociais estão recheadas de discursos não-falados, ou seja, uma opinião está subentendida nessas mensagens, usando a teoria dos pressupostos do francês Oswald Ducrot.

Essa opinião dá uma nova dimensão ao “small talks” das redes sociais. Apesar de ser uma teoria nova, com pouco embasamento e metodologia de estudo ainda em formação, é uma área promissora e pouco explorada, com riqueza de material. Já existem empresas se especializando em focus group social, que parte desse ponto de vista e analisa interações de ‘small talks’ para traçar um perfil de consumidor. Resta analisar a eficiência desse método em comparação as práticas atuais.

sexta-feira, 22 de março de 2013

O caminho certo para as estratégias em mídias sociais

 As redes sociais são as mídias do momento. Por serem as caçulas da mídia, em comparação aos outros meios, ainda existe muita dúvida e misticidade ao seu redor, principalmente quando se trata de usar redes sociais de maneira corporativa. As empresas, por muitas vezes, não se sentem convencidas a usar as redes sociais como canal de comunicação, até por não conhecerem seus reais benefícios. O professor Francisco Saraiva, da FGV-EAESP, afirma que as empresas não possuem poder de escolha sobre o momento de entrada nas redes sociais, pois os consumidores já estão falando sobre sua marca ou o segmento enquanto a empresa não está presente para responder ou interagir com este cliente. “Essa não é uma decisão da empresa (de entrar na rede social). Se os consumidores estão em qualquer mídia social comentando sobre o mercado, os concorrentes ou a sua empresa, seja um pequeno, médio ou gigantesco negócio, a sua marca já está nas mídias sociais, independente de você querer ou não”, afirma Saraiva.

 Isso significa que a empresa pode ser prejudicada por reclamações que ela não consegue ver, ou pode estar perdendo oportunidades de negócios que poderiam surgir em conversas nas redes sociais. Ainda mais se tratando do Brasil, onde as oportunidades surgem a cada dia e o mercado está em plena expansão. “O Brasil é um terreno muito fértil. A aceitação das redes sociais é muito grande, e as empresas ainda estão engatinhando para entender essa nova dinâmica de mercado, a qual prevalece o diálogo, conversa, o relacionamento. Não é mais comunicação, onde um fala e outro escuta”, afirma o professor Saraiva.

 O conhecimento sobre redes sociais ainda é muito vago e as empresas ainda subestimam seu valor. Cabe aos profissionais de redes sociais qualificarem cada vez mais o seu trabalho, a fim de gerar métricas cada vez mais eficientes que comprovem a eficácia dessa nova mídia. Quando se trata de consumidores (atuais ou potenciais), as redes sociais têm de sobra. Faltam empresas querendo se comunicar com essas pessoas.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cuidados ao tentar fazer networking

 O termo “fazer networking” pode ser definido como o ato de criar, desenvolver e manter uma boa rede de contatos profissionais. Mas como fazer isso de uma maneira eficiente e sem prejudicar a sua imagem?

 Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo da FGV- EAESP, diz, em texto próprio, que fazer um bom networking é uma arte, e que a intenção pode sair errada se for feita de maneira equivocada. “Existe o termo “arroz de evento”, que é a versão corporativa do arroz de festa. A pessoa que vai a todos os eventos do mercado e faz milhares de perguntas na hora dos debates, algumas delas longas, chatas e sem sentido. Durante o intervalo, ele não pestaneja em interromper diálogos para entregar seu cartão”, disse o professor.

 Outro hábito que pode causar má impressão é o mau uso do e-mail e das redes sociais, como ficar postando coisas supérfluas o tempo todo ou repassando correntes e e-mails com piadinhas.

 O empreendedor precisa saber aproveitar as oportunidades para estabelecer novos contatos e causar boa impressão. Mas sempre se atentando aos itens citados acima, pois é muito negativo para um empreendedor perder uma boa chance de negócio e ainda ficar com uma imagem ruim no mercado.



sexta-feira, 1 de março de 2013

Por que o mercado de marketing digital está defasado de profissionais?


A internet é um dos principais meios de comunicação dessa geração, muito por conta do seu poder de interação entre os usuários e pela agilidade no repasse de informações. Com isso, o número de usuários conectados no Brasil só cresce, mais ainda com o manifesto do mobile. A popularidade da internet tem feito as pessoas substituírem as horas gastas em frente a TV pela rede, o que despertou o interesse das marcas.

Uma marca não pode se dar ao luxo de não estar presente na internet e nas redes sociais, mas algumas marcas ainda não compreendem o verdadeiro poder de alcance que elas têm na internet, principalmente quando se trata de relacionamento e interação com o consumidor. Muito dessa falta de conhecimento se dá pelo fato de existirem poucos profissionais capacitados que dominam essa ferramenta. Mas com a internet em alta e as marcas querendo investir, como é tão difícil encontrar profissionais nessa área?

Em texto próprio, Sandra Turchi, professora da FGV-EAESP em Marketing Digital, relata que, por ser uma área muito nova, existe pouca mão de obra qualificada para o serviço. Com isso, as empresas optam por delegar essas funções para outros empregados da companhia, sem qualquer experiência para essa função, fato que pode trazer consequências negativas para as marcas.

Segundo Turchi, não é questão de apenas ser heavy user de redes e gostar de internet. É preciso ter capacitação e algumas habilidades básicas que a área exige, como organização, planejamento, facilidade de comunicação, conhecimento em novas mídias, conhecimento em mídias sociais e inovações tecnológicas, boa redação, criatividade e agilidade. É preciso saber lidar com metas, métricas, pesquisa, análise.

O trabalho não é tão simples quanto parece e o profissional precisa estar atento a todos esses detalhes e estar disposto a construir seu nome no meio, através de consultorias e marketing pessoal, assim construindo seu próprio case de sucesso.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

FGV-EAESP no Instagram!


A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) evidenciou, mais uma vez, que está sempre conectada e preocupada em se manter
interada nas novidades tecnológicas.


A partir de agora, a GV contará com uma nova rede social: a conta fgv_eaesp no Instagram. Agora, alunos, professores e interessados poderão acompanhar fotos de palestras, eventos, atividades e tudo que rolar de bacana na faculdade.


Siga a fgv_eaesp no Instagram e confira as fotos!





sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Não as redes sociais, sim a carreira

Um estudo realizado pela líder em e-recruitment, VAGAS Tecnologia, revelou que profissionais com mais de 30 anos não usam redes sociais para alavancar a carreira. Embora haja redes específicas para auxiliar na procura do emprego, ainda existe um pouco de resistência para quem é originário da época do currículo de papel.
De acordo com o levantamento, apenas 8% dos profissionais da amostra, com idade entre 30 e 34 anos, possuem um perfil no Facebook para, por exemplo, uma consulta num eventual processo de seleção. Nas outras redes, o percentual é ainda mais baixo: 11% no Linkedin e 9% no Twitter.
Entre as pessoas com 35 anos ou mais, a porcentagem é ainda mais reduzida, sendo 4% para Twitter e Facebook e 5% para Linkedin.
Uma das possíveis causas para esta menor procura é o índice de escolaridade. Cerca de 40% dos usuários do Linkedin, principal rede de relacionamento profissional, tem o ensino superior completo, 29% está cursando o ensino superior e 26% a pós-graduação.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Redes sociais, um novo conceito de espaço


As redes sociais, de um modo geral, criaram uma nova maneira de se comunicar, interagir e, até mesmo, de gerir negócios. Foi a partir da criação delas que os indivíduos passaram a se organizar em diversos nichos sociais e, também, a compartilhar assuntos de seus interesses em nível local ou mesmo global.

Não só em relação ao interesse pessoal ou disseminação de conteúdos, as redes sociais também são grandes responsáveis pela reestruturação das estratégias de comunicação de micro, médias e grandes empresas, além de influenciar governos.

Magda David HercHeui, da Westminster Business School, afirma que as redes sociais desafiam as estruturas de comunicação tradicionais e a própria noção de espaço.
“As redes sociais afetam a estrutura de comunicação das organizações. Antes delas, estas organizações tinham mais controle sobre seus canais de comunicação. Agora, elas precisam interagir em espaços não mais sob seu controle. A interação com funcionários, em redes sociais fechadas, pode até ser tranquila, uma vez que fique claro que o espaço é institucional. No entanto, consumidores e grupos da sociedade civil podem se organizar como quiserem pelas redes sociais, forçando as organizações a entrarem em uma interação que não é mais, nem de longe, controlada por elas”, declarou Magda em seu artigo.

De início, empresas e governos se mostraram receosos e apreensivos em relação às questões das redes sociais e à flexibilidade por elas gerada, mas são elas que atualmente tem estruturado os mais variados nichos da sociedade, inclusive a relação das empresas com seus consumidores, e entre governo e sociedade. É mais que uma maneira de interação, é uma identidade, um novo espaço criado.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

FGV-EAESP promove o CLAV 2011 nos dias 27 e 28 de outubro


A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FundaçãoGetulio Vargas (FGV-EAESP) irá promover, nos dias 27 e 28 de outubro, o 4º Congresso Latino-Americano de Varejo (CLAV 2011), que tem como tema “Redes sociais e varejo: como as novas mídias influenciam o setor”.

O evento é uma iniciativa do Centro de Excelência em Varejo (GVcev)da FGV-EAESP e irá exibir diversos trabalhos, entre eles artigos, consórcio doutoral e iniciação científica relacionados ao tema.

Para conferir a programação completa acesse o link. Se quiser saber mais informações, mande um e-mail para clav@fgv.br.