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sexta-feira, 1 de março de 2013
Por que o mercado de marketing digital está defasado de profissionais?
A internet é um dos principais meios de comunicação dessa geração, muito por conta do seu poder de interação entre os usuários e pela agilidade no repasse de informações. Com isso, o número de usuários conectados no Brasil só cresce, mais ainda com o manifesto do mobile. A popularidade da internet tem feito as pessoas substituírem as horas gastas em frente a TV pela rede, o que despertou o interesse das marcas.
Uma marca não pode se dar ao luxo de não estar presente na internet e nas redes sociais, mas algumas marcas ainda não compreendem o verdadeiro poder de alcance que elas têm na internet, principalmente quando se trata de relacionamento e interação com o consumidor. Muito dessa falta de conhecimento se dá pelo fato de existirem poucos profissionais capacitados que dominam essa ferramenta. Mas com a internet em alta e as marcas querendo investir, como é tão difícil encontrar profissionais nessa área?
Em texto próprio, Sandra Turchi, professora da FGV-EAESP em Marketing Digital, relata que, por ser uma área muito nova, existe pouca mão de obra qualificada para o serviço. Com isso, as empresas optam por delegar essas funções para outros empregados da companhia, sem qualquer experiência para essa função, fato que pode trazer consequências negativas para as marcas.
Segundo Turchi, não é questão de apenas ser heavy user de redes e gostar de internet. É preciso ter capacitação e algumas habilidades básicas que a área exige, como organização, planejamento, facilidade de comunicação, conhecimento em novas mídias, conhecimento em mídias sociais e inovações tecnológicas, boa redação, criatividade e agilidade. É preciso saber lidar com metas, métricas, pesquisa, análise.
O trabalho não é tão simples quanto parece e o profissional precisa estar atento a todos esses detalhes e estar disposto a construir seu nome no meio, através de consultorias e marketing pessoal, assim construindo seu próprio case de sucesso.
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Sobre a eficiência no trabalho
Muitas horas de trabalho podem gerar grande estresse entre os profissionais. De acordo com um estudo conduzido pelo International Stress Management Association do Brasil (Isma Brasil), cerca de 62% dos 1000 executivos entrevistados das cidades de São Paulo e Rio Grande do Sul apontam a falta de tempo como fonte de estresse. Pouca gente se planeja direito para cumprir as tarefas. "Se não houver gerenciamento do tempo, o profissional fica refém das circunstâncias", diz João Baptista Brandão, professor da FGV-EAESP.
Tanto o funcionário quanto o chefe precisam estabelecer metas e horários, além de serem transparentes com o que a empresa espera de cada um – o diálogo aberto reflete muito na execução de um trabalho. O período de almoço deve ser respeitado e muito bem aproveitado. Uma soneca entre 15 a 30 minutos melhora a capacidade de atenção e diminui o déficit de atenção, que é o grande causador da perda de rendimento. Esse tempo pode ser usado para ler um livro, revista, ou para outra atividade que desvie a mente um pouco das preocupações do trabalho e relaxar o corpo e a mente.
Ir além do seu trabalho também ajuda muito. Cumprimentar a todos com um sorriso e se mostrar útil pode até ser um sistema para você fazer coisas mais eficientes, mesmo se não houver compensação imediata monetária para isso. Pedir um feedback sobre o trabalho, conversando com o supervisor imediato sobre o que pode ser mudado ou melhorado, é um ponto muito relevante também.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Veja cinco sinais que apontam que sua empresa está crescendo
Para que seu empreendimento cresça, é essencial tomar uma série de medidas: montar um plano estratégico, saber tudo sobre o que está se passando dentro do negócio e acompanhar de perto o fluxo de caixa. Segundo Gilberto Sarfati, professor da FGV-EAESP, a maior parte dos empreendedores quebram por falta de planejamento e gestão, por isso, atente-se a alguns padrões de finanças que podem alavancar o seu negócio.
Ainda de acordo com o especialista, o pequeno empreendedor deve entender que o faturamento traz dinheiro para a empresa, mas é o lucro que realmente importa para qualquer negócio. Veja alguns indicadores de que seu negócio pode estar no caminho certo:
Faturamento: Esse indicador deve mostrar o valor de venda e o percentual de venda com relação à meta planejada. Por exemplo, caso o mês já esteja na metade e ainda falte 70% da meta para ser alcançada, algo deve ser revisto e alterado nos processos da empresa.
Lucratividade/Rentabilidade: É a percentagem de lucro tirado do faturamento, após a dedução das despesas. Com esse indicador positivo, é possível investir ainda mais em seu negócio ou criar estratégias para aumentar ainda mais as vendas.
Ticket médio: É o valor médio de venda por cliente ou por venda. Com esse dado, é possível identificar se sua equipe de vendas está vendendo menos e precisar ser treinada, ou ainda se a quantidade de clientes diminuiu e você precisará de investimentos em estratégias de marketing.
Rentabilidade e prazo de retorno: É a divisão do lucro médio pelo investimento inicial – através desse cálculo, é possível verificar se o negócio é viável, comparando-o com os rendimentos bancários e avaliando se é mais rentável que uma caderneta de poupanças. Já a divisão do investimento pelo lucro médio mensal, permite que seja calculado em quanto tempo o negócio se pagará.
Metas: devem se ousadas, mas atingíveis. Para avalia-las, é necessário acompanhar periodicamente alguns indicadores, como o ticket médio – que deve ser checado diariamente – e a lucratividade – que é verificada mensalmente. Se você perceber que os resultados não estão indo de acordo com o planejado, reestruture as estratégias e altere a trajetória.
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