Quando se fala de integração entre varejistas e fabricantes, automaticamente
lembra-se do Gerenciamento por Categorias (GC). Mas essa é uma prática
do século passado. Não que haja algo errado com ela, muito pelo contrário,
funciona muito bem; só que se tratando de século XXI, as práticas de venda
precisam evoluir tanto quanto as pessoas evoluem seus mecanismos de compra.
Em um seminário ministrado pelo Centro de Estudos em Varejo (GVcev) da
FGV-EAESP, em novembro de 2012, foi lembrado que, quando o GC surgiu,
não existia o conceito de e-commerce, o EDI (troca eletrônica de dados) era
uma novidade, e pouco se sabia ou se estudava sobre os hábitos de consumo do
shopper. Fornecedores se preocupavam em acompanhar as grandes fusões das
redes de supermercado, enquanto varejistas cuidavam para que suas gôndolas
não ficassem com rupturas.
Hoje, o consumidor é outro. Ele evoluiu na sua prática de consumir. O tempo
não é visto da mesma maneira e o comodismo é um item que pode facilmente
definir o método de compra.
E-commerces novos surgem diariamente nas telas dos computadores e as
pessoas não precisam mais sair de casa para fazer suas compras do mês. O
consumidor evoluiu, por isso, fabricantes e varejistas precisam acompanhar
essa evolução e evoluir também as práticas de GC.
Existem milhares de estudos sobre os hábitos dos consumidores. O varejo
possui um potencial quase ilimitado nesse quesito. Compartilhar dados entre
os fornecedores é um meio de alavancar as vendas e entender o real desejo
do consumidor. Pesquisas de mercado podem ser fontes confiáveis de poder
competitivo, lembrando que o foco deve ser sempre o consumidor final,
fazendo com que ele compre mais (volume, frequência e valor).
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terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Vendas de Natal atraem clientes para o próximo ano
O grande aumento das vendas durante as festividades de Natal e Réveillon pode gerar reflexos positivos para o ano que vai nascer. Um dos principais fatores para isso é o atendimento e investimento em ideias simples, mas que geram bons resultados. Com criatividade e baixo custo, varejistas podem conhecer melhor as preferências de seus clientes e fidelizá-los.
“Durante as vendas de Natal, os lojistas não se preocupam com fidelização, mas com o atendimento emergencial. Porém, se não tiverem um bom atendimento, além de não fidelizarem clientes, eles podem perder potenciais vendas”, afirma a especialista em varejo Sandra Turchi, professora da FGV-EAESP.
A professora ainda ressalta que o contato do pós-venda da loja com o cliente tem que ser estratégico, com autorização do consumidor, e a comunicação deve conter informações relevantes para não se tornar cansativo ou indesejado. Turchi sugere que oferecer alguns benefícios ou brindes em troca do cadastro incrementa as chances do consumidor se interessar em passar seus dados.
De acordo com um estudo conduzido pelo Sebrae-SP com 2.552 lojistas, mais da metade (55%) não realizam nenhum tipo de ação de pós-venda e 38% realizam cadastro de clientes apenas para crediário e acabam por não utilizar as informações cadastradas para conhecer as necessidades do cliente e, posteriormente, converter esse trabalho em vendas.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Procura-se crédito
Os altos níveis de inadimplência no Brasil tem levado varejistas, operadoras de cartões e, principalmente, os bancos a buscar novas alternativas para quitar as dívidas de seus clientes. Uma das principais soluções para isto foi investir em parcelamentos de até dois anos, além de taxas e multas zeradas em alguns casos.
O professor da FGV-EAESP, Fábio Gallo, sugere algumas maneiras eficientes de renegociar as dívidas: “O primeiro passo é reconhecer a dificuldade em quitar as prestações assumidas. Não espere ficar inadimplente, a melhor recomendação é entrar em contato diretamente com o gerente o quanto antes e renegociar os prazos de pagamento”, explicou.
Ainda segundo Gallo, quando não for possível quitar a fatura do cartão, não é aconselhável que a pessoa faça o pagamento mínimo. É melhor que ela recorra a uma renegociação para que a função crédito seja imediatamente cancelada. Isso evitará maiores juros. Além disso, não aceite a primeira proposta de renegociação bancária. É sempre interessante recorrer a menores juros e parcelamentos.
Manter a saúde do bolso é simples, desde que haja disciplina. Gallo explica que é melhor priorizar a quitação das dívidas com taxas mais altas de juros e, sempre que possível, comprar o que for preciso a vista, após juntar a quantia necessária. Seguindo essas recomendações, é possível manter a tranquilidade e as finanças em ordem.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
FGV-EAESP promove 6º Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo
O Centro de Excelência em Varejo (GVcev) da FGV-EAESP, com apoio da revista Padaria Moderna, está com as inscrições abertas para o 6º Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo. O evento, que é realizado a cada dois anos, tem como objetivo reconhecer e incentivar projetos desenvolvidos sobre o tema por empresas e entidades varejistas de todo o Brasil.
Empresas e entidades varejistas de qualquer porte, ou interessadas, que iniciaram projetos de responsabilidade social e sustentabilidade até 31 de março desse ano podem participar. Lembrando que os projetos deverão ser inscritos em alguma das seis categorias: Microempresa
(até 20 funcionários), Pequena Empresa (de 21 a 100 funcionários), Média Empresa (de 101 a 500 funcionários), Grande Empresa (acima de 501 funcionários), Shopping Center e Entidade Varejista.
As inscrições devem ser realizadas até 13 de julho de 2012, por meio da página ou pelo Correio.
As empresas ou entidades varejistas podem inscrever quantos projetos desejarem.
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