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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Veja algumas dicas para tirar sua ideia de negócio do papel em 2012


Aproveite o novo ano para realizar aquele antigo sonho de um negócio próprio. O futuro do empreendimento depende do comprometimento do dono, criatividade, faro para negócios e disposição para enfrentar os altos e baixos, itens que podem fazer a diferença para transformar uma ideia em um negócio de sucesso. Estude bastante a sua área de atuação, faça pesquisas de campo e de marketing. Os dados desses levantamentos serão o ponto central para a elaboração do plano de negócios.

Segundo Tales Andreassi, coordenador do centro de estudos em empreendedorismo e novos negócios da FGV-EAESP, novas empresas, em média, começam a lucrar a partir do sexto mês de atividade. No início, as vendas são baixas e é importante saber que o retorno financeiro não será imediato. “Começar um negócio não é como começar uma dieta”, diz Andreassi. Ter uma reserva de capital é fundamental para suportar os gastos da empresa neste período.

O empreendedor precisa, ainda, estar conectado às novidades e tendências do mercado, sempre atento às necessidades dos clientes, oferecendo sempre os melhores produtos e serviços. Não se esqueça: empreender exige 1% de inspiração e 99% de transpiração. O caminho é longo e é preciso trabalhar muito.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Qual é a melhor idade para começar a empreender?


Algumas pessoas, com espírito empreendedor nato, já querem sair da faculdade empreendendo. Algumas preferem seguir uma estabilidade maior no mercado de trabalho, para adquirirem mais experiência, e aí sim, partirem para um negócio próprio. Então, qual é a faixa etária mais adequada para empreender?
Aos 20, 30 ou depois dos 40 anos?

Dos 20 aos 30: empolgação e energia

Os jovens empreendedores são, geralmente, muito inquietos, curiosos e, por serem da geração Y, otimistas em relação ao futuro e comprometidos em mudar o mundo na esfera ecológica. São extremamente informais, agitados, dispostos a correr mais riscos, ansiosos, impacientes, imediatistas e acompanham a velocidade da internet. No entanto, como fatores negativos, conta-se a falta de experiência em projetos anteriores, o que pode acarretar no insucesso de um negócio. “O entusiasmo exagerado também pode prejudicar o empreendedor, que, na hora da empolgação, acaba por não avaliar corretamente o cenário”, diz Batista Gigliotti, professor do curso de pós-graduação da FGV-EAESP.

Dos 30 aos 40: a cautela começa a falar mais alto

Nessa faixa, as pessoas pensam mais analiticamente sobre uma proposta e tendem a ser mais cuidadosas. A empolgação desmedida da juventude começa a dar espaço a uma avaliação mais concreta sobre um cenário econômico e já possuem conhecimento e vivência.
Como desvantagem, a geração X opta por constituir uma família nessa época da vida, com casamento, filhos, entre outros fatores que começam a desfocar o empreendedor.

Após os 40 anos: negócios com maturidade

Nessa idade, o empreendedor conta com o respaldo da experiência de vida e profissional. “Outra importante questão que pesa a favor é que, na maioria das vezes, o profissional já conhece a fundo o mercado que irá entrar (ou continuar, mas, desta vez, como proprietário do negócio)”, conta Gigliotti.
A desvantagem é que as pessoas nessa faixa etária apresentam menor permeabilidade com novas tecnologias e formas de comunicação, inerentes a quase todos os novos negócios.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Preparar-se para destacar-se


Com a melhora no cenário econômico nacional, muitas pessoas estão dispostas a arriscar e iniciar um negócio próprio. No entanto, para tornar-se chefe de si mesmo, é necessário preparar boas estratégias e entrar no mercado com novidades, já que quando um certo tipo de atividade ou serviço oferecido está em evidência, a entrada de concorrentes é igualmente intensa.

O professor de empreendedorismo da FGV-EAESP, Gilberto Sarfati, diz que as oportunidades do momentos estão em destaque em diversos serviços oferecidos para a nova classe média brasileira. "Tem serviços que são tradicionais, mas que não estavam geograficamente localizados em regiões onde essa classe emergente está situada. São velhas novas oportunidades que não sairão da moda tão cedo", diz o professor.

Sarfati ressalta que as tendências que farão sucesso a longo prazo estão na área de internet e tecnologia. "Nesse segmento, tudo o que for possível colocar num aplicativo pode estourar no mercado", define Sarfati. Os riscos de saturação existem em todos os setores de serviços, então, o que faz uma empresa ter solidez e vida longa é tentar manter o preço mais baixo que o do concorrente, ou oferecer um serviço diferenciado, agregando valor.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Sonhos lucrativos


“Arrume um trabalho que você gosta e não precisará trabalhar nem mais um dia da vida”, disse o pensador e filósofo chinês Confúcio há mais de 2.500 anos. Trabalhar com que realmente se gosta é um privilégio, e não são todos que conseguem transformar seus sonhos e ideias criativas em atividades realmente lucrativas.

Primeiramente, monte uma lista com algumas atividades que você goste e que acha que poderá transformar em dinheiro (seja criativo, mas realista). As ideias transformadas em grande negócio são inúmeras, o importante é ter foco e perseverança para iniciar um negócio próprio. Não se esqueça: mesmo gostando muito do que faz, como em qualquer negócio, o início é difícil, e no competitivo mercado não há garantias de sucesso. Quando a ideia estiver amadurecida, atue por um bom tempo com uma campanha criativa para adquirir experiência e confiança no negócio. É você quem tem que divulgar o seu trabalho – para que as pessoas conheçam o seu produto ou serviço, e para que a eficaz propaganda “boca a boca” inicie, um longo caminho tem que ser percorrido.

A princípio, como todos os pequenos empreendedores, você poderá montar seu negócio em casa, o “home office”, pensando sempre em expansão. Faça um interessante portfólio do que você oferece e use todas os canais de divulgação possíveis, como internet, redes sociais e demais mídias de baixo custo. Se necessário, encontre um sócio que entenda e se apaixone por sua ideia. Assim, ele exercerá um trabalho tão bom quanto o seu.

Veja alguns cases de sucesso de pequenas empresas: