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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Home office é tendência no mercado de trabalho

Um dilema comum entre empresas e colaboradores gira em torno do home office, já que as companhia costumam ficar receosas com esse tipo de trabalho.

Queda de produtividade e dificuldade em monitorar o trabalho do colaborador são os principais temores das empresas quando se fala em home office, mas a verdade é que o mundo corporativo atual não irá suportar muito tempo sem a intervenção do profissional que atua nessa vertente, por vários motivos de fator econômico.

O professor da FGV-EAESP, Sérgio Amad Costa, cita alguns deles, em texto próprio. O home office permite a redução do espaço físico da empresa, facilita o fator locomoção do colaborador e a globalização. A começar pelo primeiro, manter uma empresa funcionando em um edifício comercial ou uma casa envolve altos custos de aluguel e é um valor que sobe constantemente com o passar do tempo. Como se não bastasse, quando se calcula a relação de horas funcionando X horas ociosas de uma empresa que funciona em horário comercial convencional (das 9h às 18h), temos uma proporção de 60% do tempo parado. Com mais funcionários trabalhando em home office, o dono da empresa não precisa se preocupar em encontrar uma sede tão grande e pode economizar em aluguel.

Seguindo, temos o fator locomoção dos funcionários, que é determinante em pólos urbanos como São Paulo, por exemplo, e influencia no desempenho e motivação do colaborador. Retirando dele as horas gastas no trajeto de casa até o trabalho e vice-versa, o funcionário pode passar a render mais, de maneira mais motivada, além de significar economia em gasto de transporte para a empresa.

No último fator destacado pelo professor da FGV-EAESP, temos a globalização, que já exige trabalho a distância por parte dos funcionários, ou equipes inteiras, e isso serve para aculturá-los a trabalhar dessa maneira, hoje a maior dificuldade sentida pelas empresas. O processo de adaptação é lento, mas vai acontecer, visto que o home office é uma realidade que dificilmente será revertida.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Sonhos lucrativos


“Arrume um trabalho que você gosta e não precisará trabalhar nem mais um dia da vida”, disse o pensador e filósofo chinês Confúcio há mais de 2.500 anos. Trabalhar com que realmente se gosta é um privilégio, e não são todos que conseguem transformar seus sonhos e ideias criativas em atividades realmente lucrativas.

Primeiramente, monte uma lista com algumas atividades que você goste e que acha que poderá transformar em dinheiro (seja criativo, mas realista). As ideias transformadas em grande negócio são inúmeras, o importante é ter foco e perseverança para iniciar um negócio próprio. Não se esqueça: mesmo gostando muito do que faz, como em qualquer negócio, o início é difícil, e no competitivo mercado não há garantias de sucesso. Quando a ideia estiver amadurecida, atue por um bom tempo com uma campanha criativa para adquirir experiência e confiança no negócio. É você quem tem que divulgar o seu trabalho – para que as pessoas conheçam o seu produto ou serviço, e para que a eficaz propaganda “boca a boca” inicie, um longo caminho tem que ser percorrido.

A princípio, como todos os pequenos empreendedores, você poderá montar seu negócio em casa, o “home office”, pensando sempre em expansão. Faça um interessante portfólio do que você oferece e use todas os canais de divulgação possíveis, como internet, redes sociais e demais mídias de baixo custo. Se necessário, encontre um sócio que entenda e se apaixone por sua ideia. Assim, ele exercerá um trabalho tão bom quanto o seu.

Veja alguns cases de sucesso de pequenas empresas:

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Na era da qualidade de vida


Em nenhum outro momento da história houve tanta praticidade e flexibilidade para executar as atividades de trabalho. Isso porque a evolução tecnológica e a portabilidade facilitaram a conectividade, o cumprimento das atividades e a qualidade de vida dos funcionários.

É cada vez mais comum ver empresas disponibilizando o serviço de home office a seus funcionários. A única exigência é que eles consigam conciliar os deveres profissionais com a vida pessoal e organizar seu tempo de forma eficiente. A principal razão para mudança de mentalidade é uma nova estruturação econômica, somada à reestruturação da relação entre trabalho e vida pessoal.

Segundo o coordenador do programa Master em Liderança em Gestão de Pessoas da FGV-EAESP, João Baptista Brandão, apesar do trabalho em casa ser um anseio comum desta geração, é necessário agilizar as etapas do processo de produção. “É preciso um aperfeiçoamento do modelo de gestão das pessoas para que funcione direito”, explicou.

O home office e a flexibilidade dos horários podem ser muito positivos para a empresa, desde que a mesma tenha bem definido o modelo entre chefes e subordinados e que a equipe esteja bem treinada e gerida.