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terça-feira, 21 de maio de 2013

“Coach”: um guia para o sucesso

Pessoas que aconselham podem realmente ajudar a superar momentos difíceis, quando estão mais preparadas, possuem a experiência e os conhecimentos necessários para acertar no conselho. Esse conceito é basicamente o mesmo no mundo dos negócios e existe um termo exato para classificar o profissional que “aconselha” os executivos das empresas a tomar o caminho certo: coach, termo em inglês usado para os técnicos dos esportes.

O coach é um profissional com experiência, muita bagagem em grandes empresas, que vivenciou e participou de muitos cases de sucesso e possui o know-how para tomar decisões importantes e aconselhar os executivos da maneira mais lucrativa para a empresa. Não é fácil fazer um CEO ouvir outras pessoas, ainda mais quando se trata de sua própria empresa, por isso, o coach precisa ser altamente qualificado, com experiência sólida no mercado e formação em comportamento humano.

É normal sentir uma grande resistência por parte dos executivos da empresa. “Há ainda alguns preconceitos dos próprios CEOs", afirma Luiz Carlos Cabrera, consultor e professor da FGV-EAESP de São Paulo. "São raros os que admitem ter passado por um processo de coach, pois há o receio de que a ajuda signifique fraqueza da parte deles. Há ainda a preferência por manter a imagem de heróis solitários, mas isso está mudando com o passar do tempo", concluiu. Por isso, é fundamental a colaboração entre as partes, para que haja frutos a serem colhidos.

O mais importante para uma empresa, ao passar por um processo de coaching, é a continuidade do trabalho e a consciência de que esse é um projeto a longo prazo. Quando o executivo aceita a presença do coach e começa a conversar com ele, o trabalho passa a fluir melhor e a relação entre eles se fixa. A partir daí, não é incomum ver um coach que, além de fazer seu trabalho, também acaba virando psicólogo e ombro amigo.

Fonte da imagem: Corbis Images 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A importância de olhar para os profissionais mais velhos

Muito se fala sobre o profissional jovem, sua criatividade, inovação e como é difícil encontrá-lo no mercado. Mas as empresas estão se tornando obcecadas por esse perfil e se esquecendo da importância que tem uma outra faixa etária: os mais velhos (com mais de 40 anos).

Esses profissionais são importantes por terem mais experiência, por isso, geralmente conseguem tomar as melhores decisões nos momentos decisivos, estão mais acostumados à pressão, conseguem identificar problemas e fazer diagnósticos com mais facilidade. Além disso, um dos fatores mais determinantes nessa faixa etária é o fato deles não serem tão tentados a entrar no processo de rotatividade entre empresas, muito comum entre os mais novos.

 Um estudo feito pela PwC, em parceria com a Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), afirma que o Brasil ainda não está pronto – nem em viés de se preparar – para a inversão da pirâmide etária que já está se encaminhando no país. Isso porque a expectativa de vida aumentou, ao passo que a taxa de natalidade caiu, um cenário comum em países mais desenvolvidos, que agora começa a se manifestar no Brasil. As empresas precisam estar preparadas para essa fase cada vez mais real. Alguns motivos que levam as empresas a não acreditarem nesses profissionais vêm da percepção de que eles se acomodam com a proximidade da aposentadoria, a falta de flexibilidade desses profissionais com as mudanças no trabalho e, o principal motivo, esses profissionais são relativamente mais caros que os mais novos. Com exceção ao último, esses motivos podem ser desmistificados com o tempo e as empresas vão poder valorizar esses trabalhadores como se deve. Afinal, com o tempo, eles farão parte da grande mão de obra disponível no mercado. 

Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/business-class-people/business-figures-30546

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Na era da qualidade de vida


Em nenhum outro momento da história houve tanta praticidade e flexibilidade para executar as atividades de trabalho. Isso porque a evolução tecnológica e a portabilidade facilitaram a conectividade, o cumprimento das atividades e a qualidade de vida dos funcionários.

É cada vez mais comum ver empresas disponibilizando o serviço de home office a seus funcionários. A única exigência é que eles consigam conciliar os deveres profissionais com a vida pessoal e organizar seu tempo de forma eficiente. A principal razão para mudança de mentalidade é uma nova estruturação econômica, somada à reestruturação da relação entre trabalho e vida pessoal.

Segundo o coordenador do programa Master em Liderança em Gestão de Pessoas da FGV-EAESP, João Baptista Brandão, apesar do trabalho em casa ser um anseio comum desta geração, é necessário agilizar as etapas do processo de produção. “É preciso um aperfeiçoamento do modelo de gestão das pessoas para que funcione direito”, explicou.

O home office e a flexibilidade dos horários podem ser muito positivos para a empresa, desde que a mesma tenha bem definido o modelo entre chefes e subordinados e que a equipe esteja bem treinada e gerida.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mais tempo para trabalhar ou para descansar?

Profissionais, diante da fácil acessibilidade móvel, aumentam de forma natural e expontânea a atuação no trabalho, atravessando o pós expediente. Tal fato não vem ocorrendo só em dias úteis. Os finais de semana e feriados vêm se tornando, mesmo durante viagem de lazer, um dia onde serão lidos os e-mails, feitos relatórios, entre outras coisas. Com base neste contexto, perguntamos: Isso será realmente necessário? Será o trabalho, praticado desta forma, saudável para nossa vida?

Estudos apontam que, na Inglaterra, o descanso semanal caiu de 48 horas para apenas 27 horas, e que nos EUA 77% dos profissionais pesquisados lêem seus e-mails profissionais de noite. E estes dados vêm aumentando bastante no contexto profissional, ainda mais por conta da tecnologia móvel. 

Celulares, tablets, notebooks, todos, se tiverem acesso a internet, já viram naturalmente ferramentas de trabalho. Profissionais, hoje, se assemelham aos operários das fábricas que exaustivamente cumpriam sem parar suas funções, sem tempo determinado para fim ou pausa, sem nenhum tipo de descanso. Por isso, tome cuidado. Sua vida pessoal não deve ser influenciada pelo seu trabalho. Sua família e sua vida fora do escritório não podem ser substituídas por e-mails, mensagens e relatórios. Tudo tem que ser feito no seu próprio tempo.

Ainda falando sobre a tendência, o comportamento do profissional enquanto pessoa também está mudando. Estamos ficando sem paciência e ansiosos de mais por resultados imediatos. Um atraso na resposta de um e-mail já se torna motivo de tensão desnecessária.

Por fim, pare, respire e avalie como anda sua vida, no cenário profissional e no contexto pessoal. Será que você não está trabalhando de mais? Fique atento a isso para não comprometer toda sua carreira e toda sua vida. Um bom profissional consegue aliar bem as duas coisas, sem que se prejudique no final.



Fonte: Info 4

Fonte da imagem: http://1.bp.blogspot.com