O brasileiro está envelhecendo. É um fenômeno natural, causado
pelo aumento do custo de vida, queda na taxa de natalidade e
aumento da expectativa de vida. Os reflexos desse fenômeno já
começam a ser sentidos dentro das empresas, onde os profissionais
mais jovens e mais velhos podem trocar experiências. Com isso, as
companhias começam a perceber a importância de ter profissionais
mais velhos e experientes com o mercado em seu staff. Além de
partilhar dessa experiência com os mais jovens, eles são mais
precisos no momento de tomar decisões e resolver problemas.
Muito se espera dos jovens hoje em dia, em pesquisa feita pela
consultoria PwC, junto à Escola de Administração de Empresas São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), constatou-se
que os profissionais mais velhos possuem seu espaço cativo e sua
importância no funcionamento da empresa. Veja alguns números do
estudo.
Para 94% das empresas, os conhecimentos trazidos pelos
profissionais mais velhos são os principais benefícios de contratar
esse perfil de profissional. Embora esse reconhecimento seja valioso,
63% dessas empresas preferem os mais jovens, por acharem que os
mais velhos estão acomodados com a proximidade da aposentadoria.
A pesquisa ainda demonstrou outros aspectos positivos na
contratação de profissionais mais velhos pelas empresas. 96%
acreditam que os mais velhos possuem maior equilíbrio emocional
e 86% acreditam que eles estão mais capacitados a resolver
problemas. Entretanto, 89% não possuem nenhum modelo de
carreira que permita absorver esses benefícios. O que fica de
aprendizado, tanto para os mais jovens, como para os velhos, é
que não se deve ficar parado, buscar conhecimento é sempre uma
regra, não importando a idade, experiência ou feitos realizados
anteriormente.
Mostrando postagens com marcador PwC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PwC. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Unindo experiência e juventude
Marcadores:
3º idade,
blog fgv,
conhecimento,
contratação mais velhos,
custo de vida,
Escola de Administração,
FGV EAESP,
jovens,
Mercado de trabalho,
profissionais,
PwC
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A importância de olhar para os profissionais mais velhos
Muito se fala sobre o profissional jovem, sua criatividade, inovação e como é
difícil encontrá-lo no mercado. Mas as empresas estão se tornando obcecadas
por esse perfil e se esquecendo da importância que tem uma outra faixa etária:
os mais velhos (com mais de 40 anos).
Esses profissionais são importantes por terem mais experiência, por isso, geralmente conseguem tomar as melhores decisões nos momentos decisivos, estão mais acostumados à pressão, conseguem identificar problemas e fazer diagnósticos com mais facilidade. Além disso, um dos fatores mais determinantes nessa faixa etária é o fato deles não serem tão tentados a entrar no processo de rotatividade entre empresas, muito comum entre os mais novos.
Um estudo feito pela PwC, em parceria com a Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), afirma que o Brasil ainda não está pronto – nem em viés de se preparar – para a inversão da pirâmide etária que já está se encaminhando no país. Isso porque a expectativa de vida aumentou, ao passo que a taxa de natalidade caiu, um cenário comum em países mais desenvolvidos, que agora começa a se manifestar no Brasil. As empresas precisam estar preparadas para essa fase cada vez mais real. Alguns motivos que levam as empresas a não acreditarem nesses profissionais vêm da percepção de que eles se acomodam com a proximidade da aposentadoria, a falta de flexibilidade desses profissionais com as mudanças no trabalho e, o principal motivo, esses profissionais são relativamente mais caros que os mais novos. Com exceção ao último, esses motivos podem ser desmistificados com o tempo e as empresas vão poder valorizar esses trabalhadores como se deve. Afinal, com o tempo, eles farão parte da grande mão de obra disponível no mercado.
Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/business-class-people/business-figures-30546
Esses profissionais são importantes por terem mais experiência, por isso, geralmente conseguem tomar as melhores decisões nos momentos decisivos, estão mais acostumados à pressão, conseguem identificar problemas e fazer diagnósticos com mais facilidade. Além disso, um dos fatores mais determinantes nessa faixa etária é o fato deles não serem tão tentados a entrar no processo de rotatividade entre empresas, muito comum entre os mais novos.
Um estudo feito pela PwC, em parceria com a Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), afirma que o Brasil ainda não está pronto – nem em viés de se preparar – para a inversão da pirâmide etária que já está se encaminhando no país. Isso porque a expectativa de vida aumentou, ao passo que a taxa de natalidade caiu, um cenário comum em países mais desenvolvidos, que agora começa a se manifestar no Brasil. As empresas precisam estar preparadas para essa fase cada vez mais real. Alguns motivos que levam as empresas a não acreditarem nesses profissionais vêm da percepção de que eles se acomodam com a proximidade da aposentadoria, a falta de flexibilidade desses profissionais com as mudanças no trabalho e, o principal motivo, esses profissionais são relativamente mais caros que os mais novos. Com exceção ao último, esses motivos podem ser desmistificados com o tempo e as empresas vão poder valorizar esses trabalhadores como se deve. Afinal, com o tempo, eles farão parte da grande mão de obra disponível no mercado.
Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/business-class-people/business-figures-30546
Marcadores:
administração de empresas,
empresas,
experiência,
fgv blog,
FGV EAESP,
jovem profissional,
Mercado de trabalho,
olhar dos mais velhos,
PwC,
Trabalho
Assinar:
Postagens (Atom)

