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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Unindo experiência e juventude

O brasileiro está envelhecendo. É um fenômeno natural, causado pelo aumento do custo de vida, queda na taxa de natalidade e aumento da expectativa de vida. Os reflexos desse fenômeno já começam a ser sentidos dentro das empresas, onde os profissionais mais jovens e mais velhos podem trocar experiências. Com isso, as companhias começam a perceber a importância de ter profissionais mais velhos e experientes com o mercado em seu staff. Além de partilhar dessa experiência com os mais jovens, eles são mais precisos no momento de tomar decisões e resolver problemas.

 Muito se espera dos jovens hoje em dia, em pesquisa feita pela consultoria PwC, junto à Escola de Administração de Empresas São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), constatou-se que os profissionais mais velhos possuem seu espaço cativo e sua importância no funcionamento da empresa. Veja alguns números do estudo. 

Para 94% das empresas, os conhecimentos trazidos pelos profissionais mais velhos são os principais benefícios de contratar esse perfil de profissional. Embora esse reconhecimento seja valioso, 63% dessas empresas preferem os mais jovens, por acharem que os mais velhos estão acomodados com a proximidade da aposentadoria.

 A pesquisa ainda demonstrou outros aspectos positivos na contratação de profissionais mais velhos pelas empresas. 96% acreditam que os mais velhos possuem maior equilíbrio emocional e 86% acreditam que eles estão mais capacitados a resolver problemas. Entretanto, 89% não possuem nenhum modelo de carreira que permita absorver esses benefícios. O que fica de aprendizado, tanto para os mais jovens, como para os velhos, é que não se deve ficar parado, buscar conhecimento é sempre uma regra, não importando a idade, experiência ou feitos realizados anteriormente.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A importância de olhar para os profissionais mais velhos

Muito se fala sobre o profissional jovem, sua criatividade, inovação e como é difícil encontrá-lo no mercado. Mas as empresas estão se tornando obcecadas por esse perfil e se esquecendo da importância que tem uma outra faixa etária: os mais velhos (com mais de 40 anos).

Esses profissionais são importantes por terem mais experiência, por isso, geralmente conseguem tomar as melhores decisões nos momentos decisivos, estão mais acostumados à pressão, conseguem identificar problemas e fazer diagnósticos com mais facilidade. Além disso, um dos fatores mais determinantes nessa faixa etária é o fato deles não serem tão tentados a entrar no processo de rotatividade entre empresas, muito comum entre os mais novos.

 Um estudo feito pela PwC, em parceria com a Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), afirma que o Brasil ainda não está pronto – nem em viés de se preparar – para a inversão da pirâmide etária que já está se encaminhando no país. Isso porque a expectativa de vida aumentou, ao passo que a taxa de natalidade caiu, um cenário comum em países mais desenvolvidos, que agora começa a se manifestar no Brasil. As empresas precisam estar preparadas para essa fase cada vez mais real. Alguns motivos que levam as empresas a não acreditarem nesses profissionais vêm da percepção de que eles se acomodam com a proximidade da aposentadoria, a falta de flexibilidade desses profissionais com as mudanças no trabalho e, o principal motivo, esses profissionais são relativamente mais caros que os mais novos. Com exceção ao último, esses motivos podem ser desmistificados com o tempo e as empresas vão poder valorizar esses trabalhadores como se deve. Afinal, com o tempo, eles farão parte da grande mão de obra disponível no mercado. 

Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/business-class-people/business-figures-30546