Sonho de 6 em cada 10 jovens brasileiros, ter a própria empresa tem se
tornado um objetivo cada vez mais plausível nos dias atuais. O empreendedor
juvenil sonha alto, tem boas ideias, tem facilidade de captação de recursos e é
desprendido de algumas responsabilidades que o impediriam de investir tempo
e dinheiro nisso. Assim, o jovem tem abandonado o desejo de seguir carreira
empresarial para sonhar e empreender. Mas uma questão importante surge nesse
momento é: esse empreendedor não deveria optar por conseguir experiência
antes de se aventurar a abrir o próprio negócio?
Quem responde essa pergunta é Tales Andreassi, professor e coordenador
do Centro de empreendedorismo da FGV-EAESP. Em texto próprio, ele
afirma que essa pergunta não é trivial. Mesmo sem experiência, o jovem não
tem muito a perder, por ter poucos compromissos financeiros. Além disso, o
professor destaca que se o jovem empreendedor realmente acredita na própria
ideia, não tem tempo a perder sentado numa cadeira de empresa. A dica que
o professor Andreassi dá a esse grupo é que procurem oportunidades efetivas,
não percam chances de pesquisar com o público-alvo e busquem mentores,
empresários experientes que auxiliem na gestão do negócio e na formação
de uma boa rede de contatos. Isso é fundamental para o sucesso de qualquer
negócio.
Fonte imagem:http://www.freegreatpicture.com/fun-business/interesting-business-image-
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quarta-feira, 10 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A importância de olhar para os profissionais mais velhos
Muito se fala sobre o profissional jovem, sua criatividade, inovação e como é
difícil encontrá-lo no mercado. Mas as empresas estão se tornando obcecadas
por esse perfil e se esquecendo da importância que tem uma outra faixa etária:
os mais velhos (com mais de 40 anos).
Esses profissionais são importantes por terem mais experiência, por isso, geralmente conseguem tomar as melhores decisões nos momentos decisivos, estão mais acostumados à pressão, conseguem identificar problemas e fazer diagnósticos com mais facilidade. Além disso, um dos fatores mais determinantes nessa faixa etária é o fato deles não serem tão tentados a entrar no processo de rotatividade entre empresas, muito comum entre os mais novos.
Um estudo feito pela PwC, em parceria com a Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), afirma que o Brasil ainda não está pronto – nem em viés de se preparar – para a inversão da pirâmide etária que já está se encaminhando no país. Isso porque a expectativa de vida aumentou, ao passo que a taxa de natalidade caiu, um cenário comum em países mais desenvolvidos, que agora começa a se manifestar no Brasil. As empresas precisam estar preparadas para essa fase cada vez mais real. Alguns motivos que levam as empresas a não acreditarem nesses profissionais vêm da percepção de que eles se acomodam com a proximidade da aposentadoria, a falta de flexibilidade desses profissionais com as mudanças no trabalho e, o principal motivo, esses profissionais são relativamente mais caros que os mais novos. Com exceção ao último, esses motivos podem ser desmistificados com o tempo e as empresas vão poder valorizar esses trabalhadores como se deve. Afinal, com o tempo, eles farão parte da grande mão de obra disponível no mercado.
Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/business-class-people/business-figures-30546
Esses profissionais são importantes por terem mais experiência, por isso, geralmente conseguem tomar as melhores decisões nos momentos decisivos, estão mais acostumados à pressão, conseguem identificar problemas e fazer diagnósticos com mais facilidade. Além disso, um dos fatores mais determinantes nessa faixa etária é o fato deles não serem tão tentados a entrar no processo de rotatividade entre empresas, muito comum entre os mais novos.
Um estudo feito pela PwC, em parceria com a Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), afirma que o Brasil ainda não está pronto – nem em viés de se preparar – para a inversão da pirâmide etária que já está se encaminhando no país. Isso porque a expectativa de vida aumentou, ao passo que a taxa de natalidade caiu, um cenário comum em países mais desenvolvidos, que agora começa a se manifestar no Brasil. As empresas precisam estar preparadas para essa fase cada vez mais real. Alguns motivos que levam as empresas a não acreditarem nesses profissionais vêm da percepção de que eles se acomodam com a proximidade da aposentadoria, a falta de flexibilidade desses profissionais com as mudanças no trabalho e, o principal motivo, esses profissionais são relativamente mais caros que os mais novos. Com exceção ao último, esses motivos podem ser desmistificados com o tempo e as empresas vão poder valorizar esses trabalhadores como se deve. Afinal, com o tempo, eles farão parte da grande mão de obra disponível no mercado.
Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/business-class-people/business-figures-30546
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