quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Pós-graduação na FGV-EAESP


Estão abertas as inscrições para os cursos de pós-graduação em Administração (CEAG), pós-graduação em Administração para profissionais da área da saúde (CEAHS) e Master in Business and Management (MBM).

O CEAG é uma pós-graduação lato sensu e é voltada para a formação de gestores profissionais com visão abrangente de Administração que está sempre evoluindo para atender e antecipar as exigências do mercado atual. O curso é destinado aos profissionais graduados há mais de 3 anos e tem duração de 2 anos. O processo seletivo ocorre semestralmente e para esclarecer possíveis dúvidas o coordenador do curso promove algumas Sessões de Informação. As datas disponíveis são: 19/9, 4/10 e 15/10. Para participar inscreva-se no site www.fgv.br/ceag no link “Sessão de Informação”. Para mais informações sobre o processo seletivo, ligue para a Central de Vestibulares (11) 3799-7711.



O CEAHS é uma pós-graduação lato sensu voltada para executivos graduados há mais de 3 anos, que atuam ou desejam atuar em hospitais, clínicas, laboratórios, operadoras de planos de saúde, secretarias de saúde e sistemas de saúde. O curso aborda o Sistema de Saúde brasileiro e seus componentes de uma maneira dinâmica, moderna e voltada para o mundo dos negócios. A duração é de um 1 ano e meio, para as turmas de segunda à quarta-feira, e 2 anos para as de final de semana. O processo seletivo ocorre anualmente e para esclarecer possíveis dúvidas o coordenador do curso promove algumas Sessões de Informação. As datas disponíveis são: 3/10 e 24/10. Para participar inscreva-se no site www.fgv.br/ceahs no link “Sessão de Informação”. Para mais informações sobre o processo seletivo, ligue para a Central de Vestibulares (11) 3799-7711.



Com duração de 1 ano e meio, o Master in Business and Management é uma pós-graduação em Administração de Empresas de alto padrão com o objetivo de capacitar jovens profissionais, formados há no máximo 3 anos, que já nasce dentro dos conceitos internacionais de qualidade. O processo seletivo ocorre semestralmente e para esclarecer possíveis dúvidas o coordenador do curso promove algumas Sessões de Informação. As datas disponíveis são: 27/9, 16/10 e 31/10. Para participar inscreva-se no site www.fgv.br/mbm no link “Sessão de Informação”. Para mais informações sobre o processo seletivo, ligue para a Central de Vestibulares (11) 3799-7711.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Marketing para grandes nichos


Você já ouviu falar sobre Marketing de Cidades? É um conceito que, desde o início dos anos 1990, tem sido praticado em várias partes do planeta e está sempre em pauta nas discussões sobre política pública. O intuito é buscar uma espécie de “identidade” para a cidade, com a qual seja possível realizar investimentos em diversos setores.

Cabe a cada cidade planejar, pensando em estratégias de marketing, como onde encontrar nichos de atuação por meio de atributos inerentes ao local ou região. A “cidade da uva” ou o “lar dos calçados” são demonstrações de preocupações em se criar uma imagem vendável e fazer isso da melhor e mais sustentável maneira possível.

O doutor Vladimir Fernandes Maciel diz que o investimento a ser atraído tem de ser passível de incorporação no uso cotidiano da cidade, integrando-se a ela e induzindo melhorias na infraestrutura, no emprego, na renda, enfim, no desenvolvimento da cidade. Esse é, por sinal, um receio que devemos ter com relação aos investimentos a serem feitos para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016: se mal geridos, podem resultar em projetos desvinculados da provisão de infraestrutura para o pós-evento, e desarticulados das reais necessidades das cidades-sede desses eventos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Supermercados lideram práticas sustentáveis


Os supermercados brasileiros estão na vanguarda das práticas sustentáveis no varejo. É nesse tipo de comércio que as pessoas geralmente mais recebem informações sobre o modo de produção das mercadorias, como foram fabricadas, quais substâncias possuem, se economizaram energia durante a fabricação e informações deste tipo.

Grandes redes de varejo estão sendo reconhecidas por seus programas de reciclagem ou reutilização de embalagens. Um exemplo disso são os sistemas de coleta de pilhas, localizados nos supermercados, locais já bastante conhecidos entre a população.

Outro exemplo são as sacolinhas plásticas - o consumidor ainda não entendeu que, de uma maneira ou de outra, ele paga pela sacola, já que o valor está embutido na conta. A interrupção do uso irá, a médio e longo prazo, entrar no cotidiano das pessoas e reduzirá o impacto no meio ambiente. O professor da FGV-EAESP, Luiz Carlos de Macedo, lembra que o tema deve ser cultivado internamente e fazer parte do planejamento de longo prazo das empresas do setor de varejo. Também alerta que hoje existe muita certificação sobre produtos sustentáveis sem que o consumidor entenda exatamente o que é isso. “A redes de supermercado devem ser ainda mais incisivas na divulgação de práticas ecologicamente corretas, para que os outros ramos do varejo passem a aderir medidas similares", completou o professor.

Quando é bom ter um negócio em casa


Todo novo empreendimento apresenta dificuldades até começar a dar lucro. No início, o trabalho é grande e os rendimentos são curtos, por isso, montar um escritório em casa pode ser uma ótima opção para reduzir os gastos iniciais. De acordo com dados do Sebrae, quase metade das micro e pequenas empresas brasileiras (43%) iniciam suas atividades em um home-office.

No entanto, nem todos os perfis de empresas cabem nesse tipo de estrutura. O modelo se adapta bem a atividade de consultoria, de criação ou de arte, por exemplo. “O ideal é que a casa conte com uma estrutura separada para a atividade, como uma edícula. Melhor ainda se a entrada for independente”, diz Tales Andreassi, professor e coordenador do Centro de Estudos de Novos Negócios da FGV-EAESP. Segundo o professor, atividades que demandem grande maquinários e muito barulho devem ser descartadas da instalação em casa.

A decisão de montar um negócio em casa tem que ser muito bem avaliada. À princípio, a ideia de não perder tempo se locomovendo até o local de trabalho pode ser interessante, no entanto, quando a rotina da vida doméstica começa a interferir nos assuntos de trabalho ou vice-versa, uma outra forma de conduzir o negócio deve ser pensada. “Quando o profissional percebe que já não tem a mesma produtividade de quando estava em uma empresa ou encara o trabalho como algo chato ou desgastante, é hora de abandonar o home-office”, complementa Andreassi.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Professor da FGV diz que brasileiro precisa aprender a investir


De acordo com o professor da FGV, Willian Eid, as pessoas no Brasil ainda precisam ser “alfabetizadas em investimento”, porque faltam conhecimentos básicos para entender sobre o produto e a tributação inerente. Desde março, uma parceria entre a GVcef (Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas) e a BBDTVM, do Banco do Brasil, vem ministrando uma série de cursos para educar os investidores e difundir os conhecimentos sobre fundos de investimentos.

O fato é que o investidor pessoa física não necessita buscar informações complexas, como a projeção do PIB ou um relatório Focus para se iniciar no segmento – basta saber o mínimo para escolher um produto de investimento com consciência. Não é preciso ser especialista, há profissionais para isso.

O principal objetivo do curso é atingir os alunos relacionados aos cursos de Economia, mas não somente eles, já que outros profissionais de outras áreas podem se inscrever. As palestras tiveram início no primeiro semestre deste ano e já possuem agenda até o final de 2012. Para saber mais sobre os cursos já realizados e visualizar os próximos, clique aqui.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Aprenda a identificar novos públicos e tendências de negócios


Não há como prever quando novas oportunidades chegarão e quais consequências poderão trazer ao seu negócio. A instalação de novos empreendimentos, shoppings, universidades, entre outros, podem transformar por completo a face dos negócios de uma região. O bom empreendedor deve se antecipar em relação à concorrência e criar estratégias criativas para essa possibilidade, sempre pensando a longo prazo.

Quando é chegada a hora, é possível obter informações valiosíssimas, com construções ou empreiteiras, sobre um futuro negócio: a quantidade de pessoas que serão atraídas por um empreendimento e o tipo de público interessado – quem se prepara de antemão tem mais chances de lucrar. De acordo com Marcelo Aidar, professor da FGV-EAESP, condomínios, shoppings e universidades são ágeis em identificar regiões onde está havendo crescimento rápido. Portanto, são muito mais ampliadores de tendências de negócio do que criadores.

Por exemplo, em locais que irão receber faculdades ou universidades, pense em negócios que facilitariam a vida do estudante: bares, lanchonetes que sirvam marmitex, fotocopiadoras, cafeterias com acesso à internet e franquias de idiomas. Geralmente, os estudantes não disponibilizam de muito dinheiro, então, negócios que se localizam nas proximidades de moradias estudantis e que atendam a demanda desse público ajudam bastante a vida dos jovens e podem ser lucrativos para você.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Potencial para fundos aumentam com o crescimento da classe C


Desde a crise financeira de 2008, o número de cotistas que estão trabalhando com fundos de investimento aumentou em cerca de 2 milhões de novos investidores, somando um total de 7 milhões de cotistas e, com o aumento da renda dos brasileiros, esse montante deve crescer, já que a população está se preocupando em poupar mais.

Atualmente, os fundos constituem a principal forma de investimento dos brasileiros, superando US$ 2 trilhões de ativos sob gestão, reunindo mais de 400 gestoras e oito mil fundos, fazendo com que a indústria de fundos brasileira seja a quarta maior do mundo. Esse segmento representa 48,8% do PIB do país e apresenta um grande potencial para crescer ainda mais com a ascensão das classes D e E. "O fundo é o produto para a classe média investir, o investidor pessoa física não tem condições de analisar ações ou um papel de crédito privado", afirma Willian Eid, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas.

O intuito desse projeto é levar o conhecimento financeiro aos estudantes de nível superior e profissionais do mercado e a FGV-EAESP ainda estuda criar um projeto paralelo com alunos do ensino médio e fundamental. Segundo Eid, o investidor pessoa física ainda precisa ser alfabetizado quando o assunto é investimento, já que o brasileiro ainda olha muito para a questão da liquidez e curto prazo.