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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
O sonho de empreender
Para empreender, não basta ser “apenas” um bom administrador. É preciso sonhar, pensar alto! O dono de uma pequena empresa precisa acreditar em seu sonho e fazer seu negócio dar certo. É necessário adotar boas práticas de gestão, aliar a boas ideias e um ótimo relacionamento com a equipe para fazer o time crescer.
Segundo João Baptista Brandão, professor da FGV-EAESP, é um desafio ser um gestor admirado e que faz com que os funcionários se sintam parte do negócio. O professor conta que parece simples, mas estar presente, principalmente quando há problemas no negócio, não faz parte das práticas de muitas pessoas – o negócio exige que o proprietário passe grande parte do dia (e, às vezes, da noite) presente no negócio e passar sempre a mensagem correta aos funcionários. Além de escutar todos os colaboradores, é preciso que o gestor troque ideias, compartilhe experiências e dê um retorno sobre o trabalho aos colaboradores.
Fazer com que os funcionários sejam reconhecidos é uma prática importante e pode vir na forma de um elogio, por exemplo. Para Brandão, o pensamento de que a pessoa “não fez mais nada do que a obrigação” não existe mais. O novo modelo de gestão estimula o desenvolvimento do profissional, e é uma maneira de gerir bem a equipe. Incentivar os estudos, para que o colaborador se prepare melhor e se especialize é outra maneira de conseguir credibilidade para o empresário e o negócio.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Aposta na educação
A educação executiva é uma das maneiras de colocar o Brasil em um nível de crescimento com sólidas bases. O aumento do PIB e o destaque cada vez maior no cenário internacional não determinam que o país realmente continue nesse processo de crescimento por muitos anos – a estabilidade é desenhada pela nação e esse processo sempre acaba na educação superior.
"A educação executiva no Brasil busca o conhecimento para aplicar na melhoria da qualidade da gestão, que tem o desafio de dar um upgrade não só nas escolas de elite, mas também no termo País, com uma qualidade em todos os aspectos", declarou a Professora Maria Tereza Fleury, diretora da FGV-EAESP, instituição que, aliás, aposta muito na internacionalização do ensino.
Para a Maria Tereza, especializada em Administração, a educação executiva no Brasil, do ponto de vista histórico, vem melhorando e se expandiu para muitas áreas, mas é necessário mais educação, que é algo importante para as deficiências de informação em muitos setores do conhecimento. A FGV-EAESP aposta na internacionalização através da cooperação em pesquisas de diversas partes do mundo.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Passando o bastão
É possível ensinar alguém a empreender? Alguns especialistas dizem que esse “dom” é congênito, enquanto outros pensam que seja possível estimular e ensinar essa prática na universidade.
Gilberto Sarfati, professor da FGV-EAESP, acredita que tudo pode ser ensinado, inclusive, como despertar nas pessoas o espírito empreendedor. “Percebemos que a maioria dos alunos entra na faculdade sem nem pensar em empreender. Mas isso muda com o tempo. O número de alunos que quer abrir um negócio próprio tem crescido dentro da faculdade e alguns deles começam a empreender ainda dentro da instituição”, acredita o professor.
Para isso, diz o professor, o planejamento é essencial. Pesquisas indicam que os principais motivos para o insucesso das pequenas empresas são a falta de experiência e capacidade de gestão. O empreendedor não precisa ser um especialista nessas áreas, uma vez que, mais cedo ou mais tarde, ele poderá contratar pessoas especializadas nelas. Mas precisa ter uma boa noção para conseguir acompanhá-las — afinal, é o presidente da empresa que está fundando.
Segundo Sarfati, a proliferação de cursos de gestão de negócios no mundo é um ponto muito positivo, pois mostra o aumento da cultura empreendedora e as pequenas empresas têm conseguido cada vez mais espaço no concorrido mercado: “Agora, o próximo passo é aumentar a especificidade desses cursos para que eles sejam mais focados nos pequenos negócios”, conclui o professor.
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