Mostrando postagens com marcador empreender. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empreender. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Jovens empreendedores investem em fazer o bem

Eles são jovens estudiosos, inteligentes e inovadores. Não são acomodados, se destacam por onde passam e atraem olhares de gestores ansiosos por contar com eles em suas empresas. Alguns até chegam a trabalhar em certas companhias, mas logo percebem que isso não é pra eles. São os novos empreendedores, que não se contentam em apenas acumular riquezas ou com o “sucesso” em sua definição de mercado.

Para esses novos empreendedores, o que realmente importa é fazer o bem para os outros e, com isso, garantir o seu dinheiro. Eles são empreendedores com causa, que acreditam que o sucesso não está em uma conta bancária gorda, mas sim em fazer o que realmente gosta e acredita.

Ao contrário do que acontecia na década de 60, com o movimento hippie, que acreditava que o monstro do capitalismo devia ser combatido a qualquer custo, esses novos empreendedores usam do sistema capitalista para promover o bem mútuo. É o caso de Eduardo Bontempo, ex-aluno da Fundação Getulio Vargas, que foi um dos fundadores da Geekie, uma empresa que se dedica a fornecer planos de estudos que se adequassem a capacidade de aprendizado de cada pessoa.

Previsões apontam que pelo menos R$250 milhões serão investidos em negócios sociais no Brasil, para este ano de 2013, e a tendência começa a se espalhar também pelas universidades. A FGV-EAESP possui uma matéria opcional, chamada Negócios de Impacto Social. Neste ano, alunos da EAESP irão prestar auxílio a jovens que vivem na comunidade carente do Heliópolis, em São Paulo, montando plano de negócios para estabelecimentos locais.

Esse é o capitalismo do futuro, que foca que não existe o conceito de que ricos fazem negócio e pobres vivem de caridade.

Fonte da imagem: Corbis Images 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Lições de empreendedorismo com Bel Pesce

Bel Pesce é uma jovem empreendedora que fez sucesso na internet com seu livro A Menina do Vale, que conta a história dela até chegar ao Vale do Silício, na Califórnia, um dos maiores pólos industriais do mundo, onde era diretora de produtos e comandava uma equipe de 25 homens, com apenas 22 anos de idade. Histórias como a de Bel inspiram jovens que querem ser empreendedores, trilhar os próprios caminhos no mercado de trabalho, abrir a própria empresa e conquistar independência.

A lição mais preciosa que Bel Pesce tenta passar para frente é que nada acontece sem força de vontade e que qualquer um pode se tornar um empreendedor, se decidir que é aquilo que quer. Uma vez que o emprego tradicional não atrai mais os jovens como antigamente, essa é uma área que vem crescendo muito, inclusive dentro das universidades de todo país. A dúvida que fica é se é possível aprender tudo isso na sala de aula, ou se empreender é uma habilidade que já nasce com a pessoa. Para Bel Pesce empreender é um modo de pensar em como um problema maior é quebrado em hipóteses menores e, a partir daí, cada hipótese é testada. “Com perseverança e iniciativa, todos podem empreender", concluiu. 

No outro lado da balança, está o professor coordenador do Centro de Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas, Marcelo Marinho Aidar, que acredita que o empreendedor possui uma série de habilidades e características próprias, como capacidade de identificar oportunidades e assumir riscos. "Para empreender, é necessário talento. Não basta aprender a parte técnica”, afirma. Ainda que ele reconheça que a formação específica seja importante para saber lidar com dificuldades. A qualidade de ensino nessa área varia de instituição para instituição, é necessário escolher bem o curso e se dedicar, assim como fez Bel Pesce.

Fonte da imagem: Corbis Images  

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O sonho de empreender


Para empreender, não basta ser “apenas” um bom administrador. É preciso sonhar, pensar alto! O dono de uma pequena empresa precisa acreditar em seu sonho e fazer seu negócio dar certo. É necessário adotar boas práticas de gestão, aliar a boas ideias e um ótimo relacionamento com a equipe para fazer o time crescer.

Segundo João Baptista Brandão, professor da FGV-EAESP, é um desafio ser um gestor admirado e que faz com que os funcionários se sintam parte do negócio. O professor conta que parece simples, mas estar presente, principalmente quando há problemas no negócio, não faz parte das práticas de muitas pessoas – o negócio exige que o proprietário passe grande parte do dia (e, às vezes, da noite) presente no negócio e passar sempre a mensagem correta aos funcionários. Além de escutar todos os colaboradores, é preciso que o gestor troque ideias, compartilhe experiências e dê um retorno sobre o trabalho aos colaboradores.

Fazer com que os funcionários sejam reconhecidos é uma prática importante e pode vir na forma de um elogio, por exemplo. Para Brandão, o pensamento de que a pessoa “não fez mais nada do que a obrigação” não existe mais. O novo modelo de gestão estimula o desenvolvimento do profissional, e é uma maneira de gerir bem a equipe. Incentivar os estudos, para que o colaborador se prepare melhor e se especialize é outra maneira de conseguir credibilidade para o empresário e o negócio.