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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Cursos que fazem a sua carreira decolar

 Atualmente, um número cada vez maior de profissionais volta às salas de aula para completar cursos de educação executiva, por demanda da empresa onde trabalham ou por iniciativa própria.

 A demanda leva as instituições de ensino a adaptarem os currículos para atenderem as expectativas das organizações, que buscam ampliar a competitividade com gestores mais qualificados e focados na inovação, e dos executivos, preocupados em disputar os melhores cargos e salários no mercado de trabalho.

 Para ingressar em um dos diversos cursos de aperfeiçoamento profissional, deve-se estar preparado para desembolsar, em média, de R$ 20 mil a R$ 30 mil, mas alguns já chegam a R$ 40 mil. Outra questão é a agilidade em adaptar os currículos à urgência das organizações que, às vezes, esbarra na dificuldade de contemplar, em uma mesma sala de aula, as diferentes áreas de conhecimento que uma empresa pede.

"Não existe disciplina específica para o desenvolvimento de líderes em inovação, mas uma metodologia centrada num tripé: o olhar globalizado, o foco na inovação e o desenvolvimento de competências de liderança", ressalta Renato Guimarães Ferreira, coordenador do Curso de Especialização em Administração para Graduados da Fundação Getulio Vargas (CEAG).


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Aposta na educação


A educação executiva é uma das maneiras de colocar o Brasil em um nível de crescimento com sólidas bases. O aumento do PIB e o destaque cada vez maior no cenário internacional não determinam que o país realmente continue nesse processo de crescimento por muitos anos – a estabilidade é desenhada pela nação e esse processo sempre acaba na educação superior.

"A educação executiva no Brasil busca o conhecimento para aplicar na melhoria da qualidade da gestão, que tem o desafio de dar um upgrade não só nas escolas de elite, mas também no termo País, com uma qualidade em todos os aspectos", declarou a Professora Maria Tereza Fleury, diretora da FGV-EAESP, instituição que, aliás, aposta muito na internacionalização do ensino.

Para a Maria Tereza, especializada em Administração, a educação executiva no Brasil, do ponto de vista histórico, vem melhorando e se expandiu para muitas áreas, mas é necessário mais educação, que é algo importante para as deficiências de informação em muitos setores do conhecimento. A FGV-EAESP aposta na internacionalização através da cooperação em pesquisas de diversas partes do mundo.