Mostrando postagens com marcador mercado brasileiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercado brasileiro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A globalização da América Latina

Desde a colonização da América do Sul por parte de portugueses e espanhóis, surgiu uma espécie de barreira invisível que separaria a América Latina em duas. De um lado, a colonização espanhola; de outro, a portuguesa. E quem diria que seus reflexos seriam tão sentidos até os dias de hoje. Não apenas pela questão do idioma (que talvez realmente seja o maior entrave), mas também por uma questão cultural e de pensamento.


A globalização, como o próprio nome sagazmente sugere, é um assunto que envolve todo o globo. Não apenas Estados Unidos ou Europa, como passaram a crer alguns profissionais brasileiros. Ser um profissional com experiência global, não significa ter vivência nesses mercados de “primeiro mundo”, mas sim conhecer o mercado de forma global, e isso quer dizer conhecer outros idiomas, culturas e mercados.


Luiz Carlos Cabrera, professor da FGV-EAESP, relata, em texto próprio, que hoje, com as crises na Europa e nos Estados Unidos, a América Latina se tornou a melhor opção para profissionais globais. Estima-se que os PIBs de Peru e Chile cresçam acima da casa dos 5%. O da Colômbia está estimado em 4,5%, do México em 3,5%. E todos estes países estarão atentos à movimentação do mercado brasileiro. “É preciso deixar para trás o ar prepotente com que o brasileiro olha para estes mercados e começar a perceber como eles se modernizaram e reforçaram suas instituições, aumentando a qualidade de vida, de educação e segurança que, hoje, não deixam a desejar em relação à nossa e que, em alguns quesitos, são até superiores”, concluiu o professor.

Fonte da imagem: Corbis Imagens


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Investidor terá que se arriscar mais em 2013


É possível notar que o mercado brasileiro está aquecido, principalmente se comparado aos países da União Europeia que, desde 2008, sofrem com a crise econômica iniciada nos sistemas bancários. No entanto, alguns especialistas temem que o crescimento brasileiro deste ano seja ainda menor que em 2012, que começou com otimismo, mas terminou sem grande parte das expectativas concretizadas.

De acordo com William Eid, professor da FGV-EAESP, o brasileiro estava acomodado com os juros altos. "Agora, vai ter que sair da dupla poupança/fundo DI, entender mais os riscos que corre e ser disciplinado para guardar um pouco todo mês", afirma. Com esse cenário de juros mais baixos, os analistas recomendam que aplicações menos conservadoras sejam feitas, como Bolsa e fundos imobiliários.

O importante é atentar-se a custos que podem reduzir a rentabilidade, como o Imposto de Renda e a taxa de administração. O ranking das aplicações em 2012 foram, respectivamente, em títulos de Ouro, Fundos de renda Fixa, DólarFundo DI.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Investimentos no mercado brasileiro


O Brasil é a maior nação da América do Sul; em termos populacionais (já atingiu a marca dos 200 milhões de habitantes), em questões geográficas (com seus 8.547.403 km2) e economicamente, apresentando um PIB de R$ 4,143 trilhões (2011). Além disso, o país também conta com o maior número de internautas e as maiores receitas de comércio virtual entre os países da região.

Tudo isso fez com que as nações desenvolvidas e em ascensão, voltassem seus olhos e, principalmente, seus investimentos para o mercado brasileiro. A questão da crise pela qual as principais economias mundiais estão passando somente reforça a ideia de que o Brasil é um lugar cada vez mais seguro para investir. "O que está ocorrendo agora reflete o amadurecimento das empresas brasileiras, no sentido de saber que a competição global vem se ampliando e é preciso enfrentá-la para valer", explica a professora Maria Tereza Fleury, diretora da FGV-EAESP.

As empresas nacionais também estão refreando a internacionalização de seus capitais para investir aqui mesmo. Grande parte do capital que o próprio Brasil faz girar chega como forma de empréstimos intercompanhias, em recursos que não estão sendo dirigidos apenas para o mercado financeiro, mas também para os setores de tecnologia, indústria alimentícia, de bens de consumo e recursos naturais – isso, segundo a diretora da EAESP, é um reflexo do aquecimento do mercado interno.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Amadurecimento do mercado brasileiro


Mesmo com a diminuição da internacionalização das empresas brasileiras nos últimos dois anos, um estudo da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet) revela que não houve desinvestimento. Agora, a maior parte do capital que entra no País enviado por empresas brasileiras chega como empréstimos intercompanhias.

Esses recursos não estão indo apenas para o mercado financeiro. De acordo com Maria Tereza Fleury, diretora da FGV-EAESP, isso tem a ver com o aquecimento do mercado interno, com abertura de plantas, principalmente nos setores de alimentos, recursos naturais e bens de consumo.

Essa tática de reingresso de fundos não está sendo aplicada apenas pelo mercado nacional. Fleury afirma, baseada em dados da agência das Nações Unidas para comércio e desenvolvimento – Unctad – que as estatísticas apontam que, desde o ano retrasado, os países emergentes já representavam aproximadamente metade do investimento direto no mundo, mesmo com a crise, que, aliás, não impediu que as companhias brasileiras melhorassem seu desempenho no exterior. "O que está ocorrendo agora reflete o amadurecimento das empresas brasileiras, no sentido de saber que a competição global vem se ampliando e é preciso enfrentá-la para valer", explica a diretora da FGV-EAESP.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O caminho para o primeiro milhão


Tradicionalmente, o perfil do milionário brasileiro estava na faixa dos 55 anos de idade, empresário ou oriundo do mercado financeiro e geralmente bastante conservador em seus modelos de investimento. No entanto, esse paradigma está sendo quebrado nos últimos anos com a chegada de uma nova geração, em torno de 35 anos, que está por dentro de novidades tecnológicas e se arrisca em novos modelos de investimento, muitas vezes ligados à internet.

Isso é um reflexo do modelo do mercado brasileiro. Diferentemente do Europeu, cujos acionistas têm como meta principal administrar suas fortunas, as economias emergentes como o Brasil possuem investidores mais jovens e que ainda estão acumulando riquezas. Desde 2007, o Brasil produz cerca de 19 milionários por dia. Isso se deve ao fato de que, as áreas de atuação se proliferaram e se especializaram desde a última década. Com tudo isso, somado a atração dos fundos de investimentos consideravelmente estáveis no Brasil e a abertura de capital de diversas empresas nacionais, tem-se o plano de fundo para a proliferação dos milionários.

Segundo os especialistas, quem deseja se tornar milionário deve começar cedo, antes dos 30 anos, pois isso reduz o valor a ser poupado mensalmente e traz a vantagem de acumular capital por um período mais longo, o que pode garantir a realização do sonho de maneira mais rápida. Mas é preciso ter paciência: "Ninguém verá 100.000 reais se transformarem em 1 milhão de reais em apenas dois meses", diz William Eid Júnior, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV-EAESP.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Programa de fidelidade requer cuidado


Os famosos acúmulos de pontos para ganhar descontos na próxima compra são recursos muito utilizados nas empresas para a fidelização de clientes. A forma de acumular varia de acordo com os critérios da empresa, porém, por vezes, pode não ser tão benéfico assim aos clientes.

Em muitos casos, é necessário que o cliente participe de mais de uma ação para usufruir de seus benefícios. O ideal é o cliente sempre se manter atento à validade dos pontos, para que estes não expirem. Outra importante dica é monitorar tudo o que já foi acumulado e sempre tirar as possíveis duvidas que possam surgir. Observar se os custos de ser cliente não vão onerar as compras é sempre muito relevante.

O professor de Economia da FGV-EAESP, Samy Dana, sugere que, embora seja fidelizado, é muito importante que o cliente nunca deixe de fazer pesquisa de mercado. Segundo ele, de nada adianta acumular pontos se está se pagando mais caro pelo produto.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Empresas de capital fechado crescem em debêntures

Nos três primeiros meses deste ano, a emissão das debêntures cresceu 62% e atingiu R$ 14,2 bilhões, o que representa cerca de 70% do mercado doméstico. Deste total, cerca de R$13, 803 bilhões foram adquiridos por meio das ofertas restritas das grandes empresas.

No entanto, o Brasil continua se mantendo atrativo para o capital exterior. Foram captados cerca de 85% de dinheiro a mais do que no mesmo período do ano passado. Atualmente, o Brasil possui risco semelhante ao dos países desenvolvidos.