Se você acabou de iniciar seu negócio e está inseguro, saiba que a ansiedade é muito normal nos primeiros meses. Por receio de fracassarem, muitos novos empreendedores desistem no início, antes mesmo de tentarem efetivamente. O sucesso em um negócio próprio depende de muito trabalho, disciplina e, sobretudo, persistência.
De acordo com Gilberto Sarfati, professor da FGV-EAESP, nos primeiros meses de uma empresa é preciso estar atento para funções básicas: conseguir pagar as contas, contratar as pessoas certas, aprender a lidar com as burocracias, entre diversos outros problemas que podem (e provavelmente irão) surgir.
No mundo do empreendedorismo, é praticamente impossível eliminar surpresas ou imprevistos. Apesar disso, a criação de um rigoroso plano de negócios pode auxiliar a prever os acontecimentos e/ou evitar ao máximo os imprevistos. Faça um estudo detalhado do nicho de mercado no qual seu negócio será inserido, analisando tudo que se relaciona ao segmento. Trace, também, um plano de estratégias e formas de organização para serem aplicadas no cotidiano de sua empresa. Isso diminuirá sua insegurança e lhe dará mais confiança para seguir adiante. Lembre-se: o estresse é decorrente da falta de planejamento – é preciso separar o seu tempo para se dedicar à todas as áreas da sua vida e não somente aos negócios, mantendo o equilíbrio necessário para qualquer empreendedor de sucesso.
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
E-commerce é realidade que atraí países emergentes
Não há mais questionamentos de que o e-commerce é uma forte realidade, nos dias de hoje. Isso porque, nos últimos anos, houve uma consolidação na economia, e já é possível observar uma mudança de comportamento do próprio consumidor.
De acordo com dados do Índice E-commerce 2012, a melhor oportunidade para os negócios está nos países emergentes, por conta do elevado acesso à internet e sua infraestutura. Para se ter ideia, o Brasil é hoje o segundo país com maior potencial de vendas pela web, ficando atrás apenas da China.
Na opinião do professor e coordenador da área de Tecnologia da Informação em Comércio Eletrônico da FGV-EAESP, Alberto Luiz Albertin, o momento é muito propício para investir no e-commerce. A internet sempre precisa de algum tipo de investimento, por isso, é importante que o empreendedor tenha um bom conhecimento de mercado online para obter resultados a baixo custo.
Ao contrário do que a maioria pensa, o crescimento das lojas online não vai afetar ou diminuir o desempenho das lojas físicas. “O crescimento de lojas online evidencia interesse, mas não é uma tendência que vai monopolizar. Ele e o mercado convencional convivem juntos”, explicou Albertin.
Para o professor da FGV-EAESP, o empreendedor consegue conquistar o retorno financeiro que deseja, pois a internet proporciona isso. “A tendência é o e-commerce ir buscando itens do mercado convencional e ir aplicando e expandindo o seu”, concluiu.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Pressão para o bem
Não é novidade para ninguém que o mercado de trabalho está cada vez mais exigente. Por isso, muitas empresas aumentam a pressão em cima de funcionários que estão em cargos novos, e estes acabam sofrendo com dificuldades de mostrar serviço em um curto espaço de tempo.
As empresas, de um modo geral, esperam que os funcionários mostrem qualidade nas decisões. Para 18% dos empresários de RH, acertar nas escolhas é o mais importante no sucesso dos seis primeiros meses de trabalho.
Cultivar bons relacionamentos no ambiente de trabalho é outro fator muito importante e muito almejado pelos empresários (26%). Além disso, construir uma imagem positiva na empresa também é um fator relevante.
Cerca de 20% das empresas esperam que seus funcionários despertem confiança de colegas e clientes. Esse é o principal elo para mostrar um bom desempenho, no início.
Um traço cultural conhecido do brasileiro é a dificuldade de planejar no longo prazo e a pressão de resultados financeiros medidos trimestre a trimestre. “Uma organização que não fecha o trimestre não sobrevive” diz Ana Luisa Pliopas, responsável pela Coordenadoria de Estágios e Colocação Profissional da FGV-EAESP.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Competição saudável motiva startups
O mercado de startups nunca esteve tão promissor como nos últimos anos. Segundo dados dos GVcepe (Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital), da FGV-EAESP, o investimento de capital de risco aplicados em empresas iniciantes com base tecnológica tem crescido, desde 2005, cerca de 50% ao ano.
O principal motivo deste crescimento considerável diz respeito a competição saudável que surgiu no mercado, ou seja, o surgimento de aceleradoras e competições que promovem o negócio e despertam a atenção dos investidores. Por meio de palestras, debates, concursos e encontros, o negócio arrecada maneiras de investir em sua ideia.
Esta nova realidade evidencia o fim dos tempos dos empreendedores terem que recorrer a amigos ou parentes, dispostos a apostar em uma nova ideia. Esta mudança de conceito é decorrente dos últimos três anos, já que os fundos de ricos investiram R$ 6,2 bilhões em empresas brasileiras, sendo 15% delas startups nacionais.
Na opinião de Adalberto Brandão, CEO do GVcepe e coordenador do Desafio Brasil, o primeiro passo é testar o produto e modelo de negócio, antes de procurar um investidor.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Investidores X gestão da empresa
Apesar da magnífica e crescente fase em que as startups se encontram, é necessário tomar alguns cuidados em relação aos negócios, para evitar atritos ou más experiências. Isso porque os investidores tendem a querer palpitar, ou mesmo interferir, na gestão dos negócios da empresa.
O primeiro ponto é compreender que o investidor tende a ser mais realista que o empreendedor, que normalmente é otimista até demais em relação ao seu próprio negócio. Por isso, torna-se imprescindível que, tanto o investidor, quanto o empreendedor busquem fundos com afinidade para empresa. Afinal, ambos trabalham em prol da mesma coisa: a saúde dos negócios.
Outra importante questão é saber a diferenciação de conseguir dinheiro por meio de fundos e conseguir por créditos bancários. Fundos e investidores tendem a querer, não só o retorno financeiro, como a liberdade de opinar em relação à gestão da startup, especialmente se for o caso de um negócio iniciante.
Manter a organização financeira da empresa é uma questão muito importante no ramo dos negócios. De acordo com o diretor do GVcepe, Claudio Furtado, a desorganização financeira é o principal ponto de desentendimento entre empreendedores e investidores.
O ideal é que a empresa tenha balanços de qualidade e que sempre esteja preparada para receber novos investimentos.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Experiência profissional é importante para negócios
Não é de hoje que muitas escolas voltadas para negócios promovem o encontro entre empresas e alunos. Isso porque esses eventos são responsáveis pelo acolhimento dos estudantes no mercado de trabalho. Além disso, os programas de trabalho oferecidos pelas empresas acabam se tornando um forte elo de experiência profissional aos jovens, pois oferecem características similares aos programas de MBA “full-time” das escolas.
Pensando nisso, desde o ano de 2009, a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) promove anualmente uma feira de recrutamento, em que empresas disponibilizam informações sobre programas de estágio, trainee ou vagas de emprego para os seus alunos.
O evento atrai cerca de 500 alunos de graduação e pós, além de intercambistas, todos os anos. Em 2012, acontecerá no dia 29 de agosto.
Divulgaremos mais informações sobre o evento em breve. Fique ligado!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Empresas dignas de destaque
O anuário "Valor 1000", que reconhece as mil melhores empresas deste ano, está prestes a completar 12 anos. Com base em alguns indicadores do ranking, foi possível mapear diferentes aspectos financeiros envolvidos na gestão das empresas, o que é fundamental para classificá-las de acordo com o seu empenho e qualidade do serviço oferecido.
De acordo com o professor, coordenador do Centro de Estudos em Finanças (GVcef) e orientador técnico do "Valor 1000", William Eid Junior, os principais indicadores usados no anuário são a receita líquida, a geração de valor e o crescimento sustentável. Os outros critérios, que têm menor peso, são rentabilidade, margem da atividade, liquidez corrente e giro do ativo.
Essas categorias são analisadas a fim de encontrar um equilíbrio entre os setores financeiro, rentabilidade, crescimento, risco e valor criado pela administração do negócio.
Para crescer, uma empresa necessita que diversos dos seus pilares cresçam juntos, além de mapear a capacidade de uma empresa, e é importante analisar o crescimento sustentável. Um dos principais indicadores dessa análise é o patrimônio líquido, já que a partir dele é possível observar quanto o patrimônio cresceu em relação a receita. Quanto mais próximo do crescimento da receita, mais sustentável é o crescimento.
Através desses sete indicadores, é elaborado no "Valor 1000", a classificação das empresas e, portanto, as campeãs setoriais. “Buscamos com eles abranger os diferentes aspectos financeiros envolvidos na gestão das empresas, o que é fundamental para classificá-las”, conclui o professor.
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