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terça-feira, 24 de julho de 2012
Experiência profissional é importante para negócios
Não é de hoje que muitas escolas voltadas para negócios promovem o encontro entre empresas e alunos. Isso porque esses eventos são responsáveis pelo acolhimento dos estudantes no mercado de trabalho. Além disso, os programas de trabalho oferecidos pelas empresas acabam se tornando um forte elo de experiência profissional aos jovens, pois oferecem características similares aos programas de MBA “full-time” das escolas.
Pensando nisso, desde o ano de 2009, a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) promove anualmente uma feira de recrutamento, em que empresas disponibilizam informações sobre programas de estágio, trainee ou vagas de emprego para os seus alunos.
O evento atrai cerca de 500 alunos de graduação e pós, além de intercambistas, todos os anos. Em 2012, acontecerá no dia 29 de agosto.
Divulgaremos mais informações sobre o evento em breve. Fique ligado!
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Mundo corporativo x sustentabilidade
Atualmente, não se pode falar em sucesso empresarial sem aliar este assunto à economia verde e à sustentabilidade. No entanto, para muitas corporações, o tópico ainda é complexo, pela falta de informação e transparência para conseguir o êxito neste quesito.
De acordo com o coordenador do GVCes, Paulo Branco: “um problema estrutural no mundo corporativo é não enxergar sustentabilidade como investimento de longo prazo e tratá-la como mais um negócio da empresa”.
É muito comum vermos renomados grupos cometendo erros comuns quando tratam a sustentabilidade com uma visão imediatista, com carência de dados ou mesmo a baixa adesão dos funcionários em relação à causa. Além disso, a empresa investir em um pequeno departamento para a economia verde também pode ser um erro, já que faltará poder nos momentos das decisões.
O projeto socioambiental pode ser a melhor opção e investimento de uma empresa, desde que a mesma fique atenta às partes interessadas. De nada adianta investir em um projeto incrível sem ouvir os conselhos da comunidade interessada ou mesmo as instruções das ONG's que atuam no local.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
FGV-EAESP convida candidatos ao MBM para palestra
A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (FGV-EAESP) convida candidatos ao MBM (Master in Businees and Management), jovens profissionais com até 3 anos de formados, a participar da palestra “Carreira em tempos turbulentos” que ocorrerá no dia 17 de outubro na Escola.
O palestrante, professor Renato Guimarães Ferreira, explorará as competências de carreira fundamentais para a navegação profissional nos dias de hoje como: aprendizagem contínua (know-how), networking (know-whom) e construção de uma identidade profissional (know-why).
Após a palestra haverá uma sessão de informação sobre o MBM, onde a coordenação do curso apresentará o programa e esclarecerá dúvidas dos candidatos.
Os interessados em participar da palestra “Carreira em tempos turbulentos” deverão se cadastrar no link “sessão de informação” disponível no site.
Serviço
Palestra “Carreira em tempos turbulentos”
Data: 17 de outubro 2011 (segunda-feira)
Horário: 19h
Local: Na FGV-EAESP – Rua Itapeva, 432
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Conheça a Júnior Pública – mais um dos projetos da FGV-EAESP
Para esclarecer um pouco melhor sobre o funcionamento, objetivo e estruturação da consultoria conversamos, em entrevista exclusiva, com a Diretora Presidente da Júnior Pública, Gabriela Torquato Fernandez. Confira.
Para saber mais sobre a Júnior Pública e sobre as datas e prazos de inscrição, acesse o site.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O Centro de Estudos de Sustentabilidade da FGV-EAESP lança Emissões Públicas na web
O Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) lançou o Registro de Emissões Públicas para web. O espaço é voltado para que as empresas voluntariamente apresentem os cálculos de suas emissões coorporativas.
Além de maior transparência das empresas, o Registro de Emissões Públicas é uma plataforma online desenvolvida pelo Programa GHG Protocol, também desenvolvido pela FGV-EAESP, que realiza inventários coorporativos sobre as emissões de gases de efeito estufa, os GEE. Este é o primeiro deste tipo no país.
O Registro é elaborado de duas maneiras, pela área restrita e pela área pública. A restrita foi lançada em 22 de junho de 2010 e visa a transparência das empresas. Enquanto a área pública, que é bem mais recente - lançada no ano passado, permite o acesso aos dados dos inventários publicados no âmbito do Programa Brasileiro GHG Protocol a todo tipo de público de forma didática, agregando transparência a todo o processo.
Os principais objetivos do Registro são:
- Promover o reconhecimento das organizações participantes pela iniciativa voluntária de transparência, frente a stakeholders cada vez mais atentos à responsabilidade socioambiental corporativa;
- Auxiliar os agentes privados e públicos na definição de estratégias para mitigação de GEE;
- Preparar as organizações brasileiras para futuros marcos regulatórios que orientarão as ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas;
- Integrar os esforços do Programa Brasileiro GHG Protocol e da Plataforma Empresas Pelo Clima com as ações da Política Nacional de Clima, das políticas estaduais e do cumprimento da meta anunciada em Copenhagen;
- Criar grande banco de dados que facilite o estabelecimento de benchmarks setoriais e que sirva de base para a elaboração de políticas públicas coerentes.
Ambev, Santander, Grupo Boticário e Abril são alguns exemplos de empresas que paritcipam do projeito. Acompanhe quais outras empresas também mostram suas emissões de forma pública pelo site.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O que dizer aos mais jovens?
"Os jovens têm sido protagonistas de momentos de grande impacto na opinião pública mundial. Em alguns casos, foram os mocinhos da história, como nas manifestações pela democracia no Egito ou defendendo a educação no Chile. Mas os atos irracionais que tomaram conta da Inglaterra revelam que a juventude nem sempre opta pelo lado certo. De qualquer modo, é muito difícil escolher os caminhos, em tão tenra idade, num mundo que muda velozmente e é marcado por enormes incertezas.
A situação da juventude mundial me atormentou na semana passada ao pensar no novo posto que assumi, de coordenador do curso reformulado de graduação em administração pública da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. O objetivo principal da proposta é formar as lideranças públicas para o século XXI. Os alunos vão trabalhar em governos, no terceiro setor, em organismos internacionais, áreas de responsabilidade social ou de relações governamentais das empresas. É, enfim, uma série de atividades com grande pcotencial de empregos e necessidade de gente muito qualificada. Mas a meta do curso é mais ambiciosa: selecionar e produzir líderes capazes de mudar o Brasil e, na humilde contribuição de nosso país tropical, de atuar pelo aperfeiçoamento do mundo.
Claro que é importante oferecer um amplo leque de disciplinas, escolher os melhores professores, revolucionar os métodos pedagógicos e dar muita experiência prática, no plano nacional e internacional, para ter um curso que responda a um objetivo tão ambicioso. Esses aspectos estão presentes no projeto, mas ainda é necessário ter um elemento fundamental: um guia de valores capaz de preparar a juventude para enfrentar e dar um novo rumo ao século XXI.
Muitos valores são fundamentais para a formação dos adultos do futuro. Destaco aqui apenas algumas ideias que serão fundamentais neste mundo em que o novo é tão fascinante, efêmero e nebuloso.
A capacidade de aprender com a troca incessante de ideias e opiniões é um dos maiores desafios de nosso tempo. Nunca se viu tanta gente, de tantos lugares do globo, expressando suas visões de mundo. Isso é alvissareiro, mas nem sempre o debate tem sido usado como forma de entender melhor o mundo e construir caminhos e pontes, mesmo que provisórias ou paralelas, de convivência entre as pessoas. O grau de intolerância e sectarismo que observo na internet, ou como se viu no recente embate político nos Estados Unidos, é assustador.
O grau de intolerância na internet, ou como se viu no embate político nos EUA, é assustador
Esse ânimo para a guerra sem fim contra inimigos eternos é bastante preocupante porque, de um modo ou de outro, mais culturas e povos tendem a estabelecer contatos entre si nas próximas décadas. Se o “outro” for um objeto de repulsa, o futuro pode ser desastroso. É preciso ensinar aos jovens que podemos ter uma sociedade internacional pluralista, cuja construção será trabalhosa e sempre aberta a mais de uma visão de mundo, sem acabar com as identidades locais – ao contrário, elas precisam ser ressignificadas.
A tarefa é árdua, mas as alternativas são piores: ou se opta pelo isolacionismo dos países e regiões, com feições de uma nova Idade Média, ou então ganham força os instrumentos beligerantes, cujo resultado final é sempre a desumanização da história.
Adotar uma postura tolerante em prol do debate e se guiar por um internacionalismo plural e aberto são ingredientes essenciais para formar novos líderes. Porém, não se deve esquecer o papel que terão para mudar o Brasil. É preciso conhecê-lo profundamente, propondo soluções a nossos diversos problemas. O comprometimento com a nação será essencial, mas não poderá usar a roupagem do século XX. O incentivo à criatividade será a forma de ativar o espírito jovial para encontrar novas maneiras de produzir políticas públicas.
Em meio às incertezas do século XXI, é possível apostar numa juventude propositiva e bem preparada. É este sonho que tentarei colocar em prática nos próximos anos.”
Texto retirado na íntegra do coluna de Fernando Abrúcio da Revista Época.
Empresas que compõem GHG Protocol emitem 107 milhões de toneladas de CO2
O Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP (GVces) promove anualmente o programa brasileiro “The Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol)” ou Protocolo dos Gases de Efeito Estufa com o objetivo de quantificar e administrar as emissões de gases do efeito estufa (GEE). Na edição deste ano, realizada em 10 de agosto no auditório Itaú da Escola, representantes nacionais e internacionais dos setores público e privado e especialistas em mudanças climáticas debateram e exibiram o balanço otimista do ano passado.
As 77 empresas participantes enviaram seus inventários ao longo do ano, e conseguiram somar 107 milhões de toneladas de CO2 em 2010.
Segundo o coordenador do GVces, Mário Prestes Monzoni, o objetivo não é apontar os maiores e os menores emissores, já que ainda a ação está no início, mas sim deixar o trabalho das empresas mais transparente, além de incentivar a participação de outros empreendimentos.
Entre as 77 organizações estão grandes nomes como: Abril, Santander, Petrobras, Natura, Pepsico, Itaú e Vale. Há três anos, quando o programa foi lançado no Brasil, apenas 22 empresas faziam parte.
Durante o evento ainda houve o lançamento do Registro Público de Emissões, um site que reúne informações sobre o programa e disponível ao público no (www.registropublicodeemissoes.com.br)
"O Brasil está muito avançado devido ao Registro Público de Emissões. Nenhum outro país possui esta ferramenta”, declarou o diretor do GHC Protocol Initiative, Pakaj Bhatia, que esteve na FGV-EAESP para participar do encontro.
Se você quer saber mais a respeito do GHG Protocol e as outras empresas participantes não deixe de acessar: http://www.fgv.br/ces/ghg/
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The greenhouse gas protocol
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Empresas Juniores garantem sucesso e bagagem à seus profissionais
Quem falar que Empresa Júnior significa amadorismo ou não é sinônimo de sucesso está completamente enganado. As juniores têm sido, e ao que tudo indica, continuarão sendo boas opções para grandes companhias que buscam inovações e investem em alternativas para o mercado.
Apesar deste tema estar cada vez mais presente no cotidiano e na realidade das grandes empresas, a Empresa Júnior não é uma alternativa tão nova assim. As grandes faculdades de Administração do País já oferecem este tipo de serviço com o objetivo de profissionalizar seus estudantes, e garantir a eles uma boa bagagem ainda durante o período de graduação.
Pensando nesse diferencial para seus graduandos e futuros profissionais é que a Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) oferece à seus estudantes a opção de trabalhar nas juniores. No total são 13 entidades que prestam serviços ao mercado. O valor cobrado pelo trabalho pode variar de R$ 3 a 20 mil reais, um valor bem mais acessível em comparação com um projeto de uma empresa convencional.
Normalmente quando uma grande empresa tem interesse em contratar um serviço de uma Empresa Júnior mas ainda apresenta receio, é interessante a entidade apresentar um case de sucesso. Em setembro de 2010, por exemplo, a Natura contratou a Júnior da FGV com o objetivo de expandir métodos para treinar a distância as consultoras da marca, além de aumentar a eficiência de seus profissionais. O monitoramento foi feito por meio de mídias sociais e o cliente se mostrou completamente satisfeito, e ainda em vias de colocar o projeto em prática.
A experiência de trabalhar em uma empresa Júnior além de proporcionar bagagem cultural e profissional, ainda auxilia o estudante a garantir uma boa oportunidade de emprego no mercado de trabalho. As grandes empresas têm valorizado cada dia mais os estudantes que se mostram interessados e antenados sobre as questões de mercado.
Para contratar o serviços de uma das Juniores da Fundação Getúlio Vargas acesse: www.ejfgv.com.br
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