segunda-feira, 18 de junho de 2012

O acerto com os erros


Aquele ditado popular “a gente aprende com os erros” nunca foi tão verídico, especialmente quando inserido no contexto do empreendedorismo. Isso porque, os erros são capazes de promover experiência, tato, feeling e jogo de cintura para o mercado de trabalho e para os negócios.

O erro faz parte da vida do empreendedor, segundo o coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP, professor Tales Andreassi. Mas, o empreendedor não pode deixar que um erro acabe com o seu negócio.

Embora errar faz parte, para minimizar os erros é importante seguir algumas recomendações básicas: conhecer muito bem e observar constantemente às mudanças que ocorrem no setor são essenciais (perder oportunidades por não estar bem informado é um erro comum no mundo do empreendedorismo), planejar também é essencial para diminuir as chances dos negócios irem mal. O empreendimento de sucesso é aquele que é feito por pessoas competentes e comprometidas. Funcionários e, principalmente, sócios devem ser escolhidos a dedo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sustentabilidade, arte e ecopontos


O Projeto Gira Brasil disponibilizou, no último mês de março, 50 ecopontos espalhados pela cidade de São Paulo, estrategicamente localizados em parques e locais de grande visibilidade, durante os próximos três meses.

O projeto, que conta com pinturas assinadas por artistas plásticos como Alê Jordão, Alexandre Iódice, Kobra, Thais Beltrame e Zezão, visa deixar a população mais consciente em relação à coleta seletiva.

Nos ecopontos, será possível depositar os resíduos, separados em papel, plástico, metal, embalagens longa vida, vidros e telefones celulares. A coleta seletiva resgatará e encaminhará os resíduos dos pontos para reciclagem, por meio das cooperativas e do controle da qualidade da FGV-EAESP, outra parceira do projeto. As cooperativas serão capacitadas e desenvolvidas, podendo receber prêmios dos patrocinadores.

Veja os locais onde os pontos estarão localizados e a quantidade deles em cada local:

Av. Paulista - em frente ao Parque Mario Covas - 1
Av. Paulista - em frente ao Parque Trianon - 1
Av. Paulista - Praça do Ciclista - 1
Av Paulista - Praça Oswaldo Cruz (em frente ao shopping Pátio Paulista) - 1
Bar Brahma - Av. São João, 677 - 1

Casa Bombril - Av. Prof. Francisco Morato, 525, Butantã - 1
Parque da Aclimação - 2
Parque Buenos Aires - 2
Parque do Carmo - 4
Parque do Povo - 3
Parque Guarapiranga - 3
Parque do Ibirapuera - 6
Parque da Independência - 4
Parque Jardim da Luz - 2
Parque Trianon – 2

Praça Antonio Prado (BM&F Bovespa) - 1
Praça Benedito Calixto - 1
Praça Charles Miller (Estádio do Pacaembu) - 1
Praça Coração de Maria (Entre a avenida 9 de Julho e a rua João Cachoeira)- 1
Praça da República - 1
Praça da Sé - 1
Praça do Patriarca (Prefeitura) - 1
Praça Edgard Thomaz de Carvalho (Av. Brasil com Alameda Gabriel Monteiro da Silva)- 1
Praça General Estilac Leal (Monumento às Bandeiras)- 1
Praça Homero Vaz do Amaral (Entre as ruas Estados Unidos e Bela Cintra)- 1
Praça Itália (Entre as avenidas Brig. Faria Lima e Rebouças)- 1
Praça Luís Carlos Paraná (Entre as avenidas Brig. Faria Lima e Cidade Jardim)- 1
Praça Ministro Dílson Funaro (Entre as avenidas Brig. Faria Lima e Juscelino Kubitschek)-1
Praça Nossa Senhora do Brasil- 1
Praça Panamericana - 1
Praça Vilaboim - 1

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Brasileiros investem em fundos menos rentáveis de poupança


Quando o assunto é dinheiro, não há sombra de dúvidas de que os brasileiros são cautelosos. Por vezes, o receio em apostar na economia acaba por deixar os investimentos menos rentáveis do que deveriam.

Segundo uma estimativa do Centro de Estudos de Finanças da FGV-EAESP (GVcef), com o corte de 0,5 % na Selic (taxa básica de juros), que aconteceu no início deste mês, cerca de 1 milhão de brasileiros estarão com dinheiro aplicado em fundos de investimentos que rendem menos do que a caderneta de poupança. Para o professor da Fundação, William Eid Junior, pelo balanço da Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima), há cerca de 1,1 milhão de cotistas de fundos DI (pós-fixados) e 900 mil cotistas de fundos de renda fixa (prefixado) com ganhos abaixo da poupança, um total de 2 milhões.

A medida do governo visa tornar a caderneta menos rentável para evitar uma migração de investidores dos fundos. No entanto, é um medida prejudicial para os investidores, já que a taxa suga parte do ganho da aplicação e faz diferença no rendimento líquido ao fim do mês.

Com a Selic igual ou inferior a 8,5% ao ano, a poupança rende agora o equivalente a 70% da taxa básica mais a TR (Taxa Referencial). Isso significa, no atual patamar de juros, um retorno um pouco maior do que 0,48% ao mês.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A força dos menores


A atual situação da economia tem revelado um fenômeno que não é novidade no setor supermercadista: as redes menores têm unido forças contra a concorrência. Isso porque, desde 1994, o setor representa 54% do Produto Interno Bruto (PIB) e tem ampliado diretamente a sua participação no mercado por meio de fusões e aquisições.

A onda de parcerias e novas compras é crescente e promissora para o Brasil, já que a união das pequenas empresas pode privilegiar as negociações e a acessibilidade, principalmente, da classe C.

A estimativa é que as fusões já tenham quantificado 15% na economia nacional, o que deve gerar certa movimentação e cautela entre as marcas maiores do setor. De acordo com um levantamento realizado pela consultoria KPMG, apenas no ano passado, o país apresentou 817 operações de fusão e aquisição que envolveram direta ou indiretamente empresas nacionais, números significativos para a economia.

Para a especialista da FGV-EAESP, Celina Ramalho, a classe C hoje representa 55% da população com o poder aquisitivo, o que permite que investidores estrangeiros e nacionais voltem sua atenção às redes que atuam nesse nicho.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Carreira internacional, vale a pena?

Carreira internacional, vale a pena?

Cada vez mais se ouve falar que a experiência internacional é necessária para a carreira profissional. Tanto para estudar como para trabalhar. Conhecer outras culturas, aprender (de fato) outras línguas, saber viver de outras maneiras, favorece o desenvolvimento de habilidades valorizadas no mundo dos negócios. As organizações também estão, cada vez mais, internacionalizando-se e precisam de pessoas que saibam transitar em outros contextos e gostem disso; que tenham facilidade de absorver os rituais, os hábitos, as formalidades, enfim, o que é dito e, muitas vezes mais importante, o que não é dito.

Nesse sentido, a carreira internacional, por meio de expatriações, tem sido o objetivo de muitos executivos. No entanto, fascinados pela perspectiva de morar fora, além de honrados por terem sido os “escolhidos”, poucos são os que questionam se, de fato, esse movimento é vantajoso para a sua carreira.
Houve um tempo em que, para muitos, ser expatriado significava ganhar muito dinheiro. Em geral, as empresas pagavam salários muito superiores, além dos benefícios, que podiam incluir moradia, escola para filhos, viagens ao país de origem, entre outros. Significava também realizar o sonho de muitos, considerando que as viagens ao exterior eram bem menos frequentes do que atualmente. E, muitas vezes, significava uma promoção no retorno.

Na prática, hoje a situação é bem diferente. Apesar de as organizações precisarem muito de pessoas qualificadas e dispostas a ir para lugares cada vez mais longínquos, os salários e benefícios dos expatriados já não são tão altos, e no retorno não há garantia de posição disponível, tampouco de uma promoção. Para quem regressa, fica a sensação de que foi “esquecido” pelos colegas de trabalho durante o tempo em que ficou fora, de que ninguém se interessa por suas histórias e experiências e de que pode ter dado um passo atrás na carreira. Mas será que isso é verdadeiro?

Não necessariamente. Algumas pesquisas indicam que as experiências internacionais adquiridas são valorizadas pelas organizações e, mesmo que o expatriado não tenha uma posição ou uma promoção na empresa onde trabalha, estará em condição muito favorável para negociar com outras empresas. Não se deve esquecer de que o aprendizado adquirido não será utilizado apenas a favor de uma empresa, mas sim para o desenvolvimento da própria carreira. Se a empresa não souber ou não puder utilizar as habilidades adquiridas pelo executivo no retorno, será ela a perdedora.

Encerro com um alerta: a carreira internacional não é para qualquer um. A decisão de ser expatriado deve ser muito pensada, pois morar em lugares distantes, diferentes, às vezes sem a família, pode ser um preço muito alto a se pagar pela carreira.

Por: Beatriz Maria Braga
FGV-EAESP
beatriz.braga@fgv.br

Soluções para o meio ambiente existem, mas são complexas


Os assuntos sustentabilidade, Economia Verde e soluções para amenizar o impacto no meio ambiente, sem prejudicar os limites do Planeta, nunca foram tão discutidas como nesses últimos anos.

A especialista e coordenadora do programa de desenvolvimento local da FGV-EAESP, Cecília Ferraz, diz que é um desafio completo, apesar de ser relativamente fácil detectar os problemas do meio ambiente, ainda é muito complexo implementar soluções para o mesmo, focadas no coletivo.

Ainda segundo a pesquisadora, não é fácil proteger o meio ambiente, mas é muito importante que fiquemos atentos à essas questões. “Projetos pequenos, como em bairros e municípios, são medidas menores, mas que ajudam a sanar o problema”, explicou.

Ferraz também ressalta que é possível cuidar do meio ambiente, desde que a população também se envolva nas ações públicas do setor ambiental. “Não só temos o Rio+20, como também as eleições municipais, nas quais podemos articular os compromissos com o meio ambiente”, concluiu.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

FGV-EAESP lança o grupo de estudo “Gestão da Inovação”


A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), em parceria com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), lançam o grupo de estudo “Gestão da Inovação”. O intuito é estimular o debate e a disseminação de conceitos sobre o tema, a fim de gerar uma agenda estratégica das organizações brasileiras de todos os portes e segmentos.

O grupo de estudos conta com mais de 25 empresas e instituições parceiras. Para participar, elas tiveram que passar por um processo de avaliação, em que cadastraram suas práticas de inovação no Banco de Boas Práticas da FNQ, e se submeteram a uma análise de acordo com o Modelo de Excelência de Gestão (MEG), disseminado pela FGV-EAESP.