Mostrando postagens com marcador setor supermercadista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador setor supermercadista. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Clientes preferem comércio regional a grandes redes
Quando o assunto é supermercado, mais do que modernas e vistosas instalações, o que realmente atrai a freguesia fiel é o atendimento e o fato do cliente saber que encontrará os mesmos produtos, nos mesmos lugares, com atendimento bastante pessoal. A disputa entre as grandes redes de varejo e as pequenas lojas não se dá pela oferta e qualidade dos produtos básicos de consumo, e sim como as redes se esforçam para se aproximar das pessoas.
Nas periferias das grandes cidades, por exemplo, as lojas que atuam nessas regiões, dificultam a entrada de redes maiores, que tradicionalmente atendem as classes A e B. “O grande varejo não chega às comunidades de periferia. E quando chega, não está preparado para um consumidor exigente com preço e também com qualidade", diz Edgard Barki, professor de marketing da FGV-EAESP e pesquisador do GVcev.
A pesquisa foi realizada em dois bairros da periferia de São Paulo: São Miguel Paulista, na zona leste e Jardim Ângela, na Zona Sul. Foram monitoradas como seriam a entrada de lojas de grande porte nessas regiões e o estudo mostrou que uma rede de varejo oriunda desses bairros vende até quatro vezes mais do que os grandes supermercados. "A estratégia é baseada em serviços com preços baixos e tradição no bairro. A rede está a 40 anos na região e sob o comando do mesmo gerente há 12", diz o pesquisador.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Supermercados lideram práticas sustentáveis
Os supermercados brasileiros estão na vanguarda das práticas sustentáveis no varejo. É nesse tipo de comércio que as pessoas geralmente mais recebem informações sobre o modo de produção das mercadorias, como foram fabricadas, quais substâncias possuem, se economizaram energia durante a fabricação e informações deste tipo.
Grandes redes de varejo estão sendo reconhecidas por seus programas de reciclagem ou reutilização de embalagens. Um exemplo disso são os sistemas de coleta de pilhas, localizados nos supermercados, locais já bastante conhecidos entre a população.
Outro exemplo são as sacolinhas plásticas - o consumidor ainda não entendeu que, de uma maneira ou de outra, ele paga pela sacola, já que o valor está embutido na conta. A interrupção do uso irá, a médio e longo prazo, entrar no cotidiano das pessoas e reduzirá o impacto no meio ambiente. O professor da FGV-EAESP, Luiz Carlos de Macedo, lembra que o tema deve ser cultivado internamente e fazer parte do planejamento de longo prazo das empresas do setor de varejo. Também alerta que hoje existe muita certificação sobre produtos sustentáveis sem que o consumidor entenda exatamente o que é isso. “A redes de supermercado devem ser ainda mais incisivas na divulgação de práticas ecologicamente corretas, para que os outros ramos do varejo passem a aderir medidas similares", completou o professor.
Marcadores:
FGV EAESP,
FGV-EAESP,
práticas sustentáveis,
reciclagem,
redes de varejo,
reutilização de embalagens,
sacolas plásticas,
setor supermercadista,
supermercado,
Sustentabilidade,
varejo
quarta-feira, 13 de junho de 2012
A força dos menores
A atual situação da economia tem revelado um fenômeno que não é novidade no setor supermercadista: as redes menores têm unido forças contra a concorrência. Isso porque, desde 1994, o setor representa 54% do Produto Interno Bruto (PIB) e tem ampliado diretamente a sua participação no mercado por meio de fusões e aquisições.
A onda de parcerias e novas compras é crescente e promissora para o Brasil, já que a união das pequenas empresas pode privilegiar as negociações e a acessibilidade, principalmente, da classe C.
A estimativa é que as fusões já tenham quantificado 15% na economia nacional, o que deve gerar certa movimentação e cautela entre as marcas maiores do setor. De acordo com um levantamento realizado pela consultoria KPMG, apenas no ano passado, o país apresentou 817 operações de fusão e aquisição que envolveram direta ou indiretamente empresas nacionais, números significativos para a economia.
Para a especialista da FGV-EAESP, Celina Ramalho, a classe C hoje representa 55% da população com o poder aquisitivo, o que permite que investidores estrangeiros e nacionais voltem sua atenção às redes que atuam nesse nicho.
Assinar:
Postagens (Atom)
.png)

