sexta-feira, 8 de junho de 2012

Proteger para vencer


O mercado de ações tem deixado a maioria dos investidores nacionais e internacionais receosos em relação à situação da economia. Isso porque o desaquecimento da economia brasileira e as turbulências no mercado internacional vêm provocando quedas constantes e significativas nas bolsas de valores, nas últimas semanas.

Apenas no início deste mês, a Bovespa teve queda acumulada de 9,5% e neste primeiro trimestre superou os 13%. A medida acabou por atingir os investimentos em fundos de ações.

Para tentar reverter o cenário, alguns investidores apostaram de maneira arriscada, porém bem sucedida, na reformulação das empresas de telefonia. O resultado tem impulsionado o aquecimento na construção civil.

Investimentos para reaquecer a economia são muito benéficos, mas é necessário que haja cautela nas medidas adotadas. Para o professor de Finanças da FGV-EAESP, Fábio Gallo, é interessante que o investidor comum siga as estratégias dos grandes gestores, desde que saibam como lidar com um ambiente acionário tão volátil.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Tecnologia em prol do bem

A revolução tecnológica não só beneficiou a funcionalidade dos aparelhos como também promoveu maior praticidade no dia a dia. A funcionalidade das máquinas hoje é tanta, que segundo uma pesquisa anual realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), 99 milhões de computadores estão em uso no país. Isso significa uma máquina para dois habitantes.


A chegada dos smartphones e iPads permitiu que fossem criados aplicativos e softwares que facilitam a vida dos usuários. Microsoft, Google e Apple, por exemplo, têm mais de 750 mil apps disponibilizados em suas redes, sendo que os temas variam desde como calcular suas finanças,
passando por informações de clima, tempo e games, até conselhos amorosos.

Hoje, os telefones inteligentes são quase maioria entre a população. A previsão é que até 2017 os
PC's sejam um para cada habitante.

Consumo (des)necessário


O apelo de venda de alguns produtos, atualmente, fizeram com que os consumidores adquirissem um hábito incomum: o de comprar produtos que normalmente não usufrui ou usufrui insatisfatoriamente.

Para o professor de Finanças da FGV-EAESP, Vargas César Caselani, muitas vezes, as compras são feitas por impulso, sem que a utilidade do produto seja considerada. Ainda segundo ele, os consumidores acabam avaliando muito mais os custos do que os próprios benefícios que terão
com o produto. “Em muitos casos, o dinheiro gasto poderia ter sido usado para outra finalidade”, explicou.

A cautela com a saúde financeira é muito benéfica, pois, além de aliviar gastos supérfluos, também se torna responsável pelo consumo consciente e por evitar possíveis arrependimentos.

Confira a lista de produtos mais consumidos e que, em alguns casos, podem ser evitados:


  • Linhas de telefone fixo
  • Roupas
  • Compras coletivas
  • Academia de ginástica
  • Segundo automóvel
  • Gadgets
  • Aplicativos e games
  • Casa
  • Energia
  • Cosméticos


Nos casos dos bens de consumo não duráveis, normalmente a compra é estimulada por promoções, divulgações e até mesmo por conta das redes sociais, que fazem com que as pessoas resolvam aderir algum produto que não, necessariamente, precisam naquele momento. Para o caso de imóveis e carros, a menos que haja o interesse em um futuro investimento, também é um custo que pode ser cortado.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Empreendedores brasileiros e o sucesso nas ideias

Na atual situação da economia brasileira, é muito comum vermos novos empreendimentos geridos por pessoas com menos de 30 anos. A independência financeira e o reconhecimento no mercado vem com a aposta em boas ideias.

Em um país como o Brasil, é normal seguirmos uma receita popular: identificar dificuldades e vender soluções. Aliar boas ideias a investimentos certeiros e agilidade é certamente a chave para o sucesso, em um mercado cada vez mais acirrado e concorrido.

Para o economista da FGV-EAESP, Marcelo Aidar, esse hábito em transformar impasses em negócio é tipicamente brasileiro. “O bom empreendedor é aquele que consegue destaque no mercado e que enxerga a oportunidade em um problema”, ressaltou.

Com uma economia promissora e crescente, o mercado aquecido, o investimento na mão e uma boa ideia, o Brasil tem, cada dia mais, sido reconhecido como o país das oportunidades. E essa tem sido a prova de sucesso de quase 1/3 dos novos empresários do país.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Qual é o melhor nome para a minha empresa?



Uma ideia, um empreendedor, um investimento consistente e verba na mão. Estes são alguns dos passos iniciais para a criação de uma empresa. No entanto, um nome pode ser determinante para que sua empresa seja um sucesso.

Para o professor de Marketing da FGV-EAESP, André Urdan, diferentemente do que se pensa, o nome da empresa é, sim, um determinante para o sucesso. “É como dar nome a um filho, é necessário tempo e dedicação”, explicou.

Outro fator que pode ser o início dos problemas, é escolher um nome e não verificar se a marca está de acordo com a Junta Comercial. Aliás, essa deve ser a primeira atitude.

Antes de iniciar um investimento, é necessário estudar o mercado e, neste caso, montar um sólido planejamento. O estudo auxilia a criar condições para o êxito e revelar a criatividade de uma nova marca. Além disso, é aconselhável fugir dos nomes longos, pois estes dificultam a memorização e disseminação da marca.

É importante também evitar dar um nome muito semelhante ao da concorrência. Apesar de o intuito ser destacar sua marca, esta pode ser uma estratégia na qual você promove a marca alheia, além, é claro, de sofrer com impedimentos judiciais. Palavras muito genéricas ou específicas também podem confundir os clientes e a concorrência.

Os erros mais comuns são investir em palavras de outros idiomas, ignorar sonoridades e abusar de siglas. A questão não é que não seja possível utilizar estes recursos, mas é importante que o significado esteja completamente claro para o cliente e que a marca transmita a mensagem correta.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Confira o que rolou na Feira de Marketing Walmart da GV


Sustentabilidade é a palavra do momento. O Departamento de mercadologia da FGV-EAESP, o Walmart Brasil e os alunos do Curso de Graduação em Administração promoveram, na última quinta-feira (31), a Feira de Marketing Walmart – Produtos Sustentáveis. O objetivo da feira é apresentar projetos e produtos que podem promover o desenvolvimento sustentável e com isso, desenvolver o espírito empreendedor dos alunos dentro do conceito Piaget: aprender na prática.


A feira foi organizada em stands onde os alunos apresentavam seus projetos e produtos ao público. Nos stands foram apresentados os projetos: Joy Móveis Sustentáveis, uma cooperativa que reutiliza materiais descartados para a criação de móveis; Cidade Viva, que recompensa atitudes sustentáveis através da criação de parcerias com outras empresas; Packfree, que apoia o refil de produtos de limpeza doméstica, a fim de incentivar o reaproveitamento das embalagens; Compost, que pretende trazer para o Brasil a lixeira que transforma lixos orgânicos em adubo, sem prejudicar o ar dos ambientes e a Logmaker, que pretende transformar lixo em combustível.


A Feira de Marketing Walmart GV– Produtos Sustentáveis é feita a 53 semestres, tendo nos últimos sete anos o tema sustentabilidade e contando há 5 com a parceria do Walmart. São 24 grupos de criação de produtos sustentáveis, com planos de marketing e negócios desenvolvidos. Os melhores produtos do evento são premiados com: 1º lugar, um vale compras de R$ 2500,00; o 2º lugar, um de R$ 1500,00 e 3º lugar um de R$1000,00.

FGV-EAESP promove 6º Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo


O Centro de Excelência em Varejo (GVcev) da FGV-EAESP, com apoio da revista Padaria Moderna, está com as inscrições abertas para o 6º Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo. O evento, que é realizado a cada dois anos, tem como objetivo reconhecer e incentivar projetos desenvolvidos sobre o tema por empresas e entidades varejistas de todo o Brasil.

Empresas e entidades varejistas de qualquer porte, ou interessadas, que iniciaram projetos de responsabilidade social e sustentabilidade até 31 de março desse ano podem participar. Lembrando que os projetos deverão ser inscritos em alguma das seis categorias: Microempresa
(até 20 funcionários), Pequena Empresa (de 21 a 100 funcionários), Média Empresa (de 101 a 500 funcionários), Grande Empresa (acima de 501 funcionários), Shopping Center e Entidade Varejista.

As inscrições devem ser realizadas até 13 de julho de 2012, por meio da página ou pelo Correio.

As empresas ou entidades varejistas podem inscrever quantos projetos desejarem.