Mostrando postagens com marcador smartphone. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador smartphone. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Como os sites de compra estão mudando


Muito populares no Brasil, a partir de meados de 2010, os sites de compras coletivas experimentaram um enorme crescimento em 2011, faturando mais de 1,6 bilhão de reais. No entanto, devido a alguns fatores, como a relativa simplicidade da mecânina de um negócio do tipo e o grande aumento do número de empreendedores no mercado de internet, muitas pessoas se aventuraram no negócio, e a alta concorrência, aliada a um pífio crescimento econômico do país neste ano, fizeram com que mais de 300 empresas fechassem as portas desde janeiro.

Na avaliação de Alberto Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia e Informação Aplicada da Fundação Getulio Vargas, o boom de sites de compras coletivas teve um crescimento desordenado, sem que os empreendedores dessem muita atenção à infraestrutura, fazendo com que o serviço caísse em descrença entre os consumidores. O aumento assistido em 2011 deu-se por conta da novidade do segmento. Mas agora, as pessoas passaram a entender como o esquema funciona e começaram a questionar a qualidade.

Uma das maiores empresas do ramo, o Click On, está adotando outras estratégias para continuar a frente do comércio eletrônico: grande parte das parcerias que não estavam atendendo as expectativas do público foram canceladas e estão ocorrendo novos investimentos em tecnologias, como aplicativos para smartphones. A tendência é que a compra coletiva seja mais um segmento dentro do site, do que o carro-chefe da empresa.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Empreendedorismo pede criatividade


O mercado está cada vez mais dando valor aos profissionais com capacidade criativa e aos trabalhadores com perfil mais tradicional. Atualmente, no mundo conectado, onde a cultura jovem está cada vez mais ditando as regras, as verves criativas se destacam e essas ideias podem ser extremamente criativas.

Exemplos bastante evidentes da recém-batizada “economia criativa” são os aplicativos de celulares, os “apps”, programas de computador ou smartphones, aparentemente “simples”, mas que caem no gosto dos consumidores, gerando milhões em receita para seus criadores. Outra amostra da busca por esses tipos de novos serviços, foi a criação da produtora de eventos B2. O ex-aluno da FGV-EAESP, Ricardo Buckup, que, junto com seus colegas, não encontrava uma agência que atendesse às expectativas para a festa de formatura, criou a empresa de eventos, que é o maior sucesso em São Paulo e em cidades do interior.

As empresas atuais estão valorizando o trabalho menos burocrático e mais descontraído, que possibilite a troca de informações entre os funcionários, incentivando o processo criativo, e o mercado já verifica mudanças comportamentais de consumo e novas tendências.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Tecnologia em prol do bem

A revolução tecnológica não só beneficiou a funcionalidade dos aparelhos como também promoveu maior praticidade no dia a dia. A funcionalidade das máquinas hoje é tanta, que segundo uma pesquisa anual realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), 99 milhões de computadores estão em uso no país. Isso significa uma máquina para dois habitantes.


A chegada dos smartphones e iPads permitiu que fossem criados aplicativos e softwares que facilitam a vida dos usuários. Microsoft, Google e Apple, por exemplo, têm mais de 750 mil apps disponibilizados em suas redes, sendo que os temas variam desde como calcular suas finanças,
passando por informações de clima, tempo e games, até conselhos amorosos.

Hoje, os telefones inteligentes são quase maioria entre a população. A previsão é que até 2017 os
PC's sejam um para cada habitante.