Quase todo o empreendedor tem o sonho de abrir o seu próprio negócio. No entanto, além do conhecimento de mercado, é necessário também que se tenha a plena consciência de que a atividade empreendedora traz vantagens e riscos.
Entre algumas vantagens, estão analisar o histórico do negócio, saber o funcionamento do ponto comercial e estudar o público-alvo da clientela da região. Em contraposição, se o empresário não ficar ligado às tendências de mercado, não estudar satisfatoriamente a sua concorrência, não inovar ou mesmo não ficar atento ao fluxo de caixa e investimento de seu negócio, estas situações podem gerar riscos à nova empresa.
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Flexibilização trabalhista é solução para crise
A crise europeia não tem apenas afetado os mercados financeiros de todo mundo. Internamente, alguns países da zona do euro também se encontram comprometidos, o que alterou completamente o funcionamento de algumas leis trabalhistas.
De acordo com o professor de Recursos Humanos e Relações Trabalhistas da FGV-EAESP, Sérgio Amad Costa, a flexibilização do trabalho é a solução para evitar o desemprego e mais crise nos países comprometidos.
Em Portugal, a adoção de algumas medidas, como reduzir o período de férias de 25 para 22 dias, o banco de 150 horas e aplicar o método compensatório (se ultrapassar em um dia, o funcionário pode reduzir a jornada em outro), auxiliaram para uma melhor administração das empresas em relação a tempo e investimentos.
A Espanha chegou a atingir 20% da taxa de desemprego e, por isso, estuda a viabilidade de negociar a redução de jornada e custo de trabalho. A França, por sua vez, já adotou as medidas propostas pelo país de língua espanhola. Já a Itália prevê mudanças no sistema de demissão, além de alterações no sistema de previdência.
Ainda segundo o professor de Recursos Humanos e Relações Trabalhistas da FGV-EAESP, as alterações na dinâmica trabalhista não visam apenas evitar o desemprego, mas também fortalecer o crescimento econômico durante o período de crise.
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O Brasil e o “modelo Carnaval” de gestão
O interesse estrangeiro em investir em território nacional não é novidade para ninguém. Ao longo de muitos anos e medidas positivas, o Brasil se tornou um modelo seguro e concreto de economia, que rende bons frutos.
Com os crescentes investimentos em petróleo, no ramo agrícola e em tecnologia, além de sediar os dois maiores eventos esportivos mundiais (Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016), o País se torna destino de diversas e importantes multinacionais.
O modelo de economia não fica retido apenas aos investimentos. A educação já se tornou ponto alto. As empresas nacionais, cada vez mais, investem em seus funcionários. De acordo com Marina Heck, do programa OneMBA, da FGV-EAESP, 90% dos alunos inscritos no OneMBA são financiados por empresas. “No Brasil, também há uma guerra por talento”, completou.
Para estudantes que vêm de fora do país, o Brasil oferece lições que se diferenciam daquelas que possam ser aprendidas em outros países dos BRICs, como a Índia e a China. Há estudantes, por exemplo, que recebem a oportunidade de estudar o Carnaval carioca e entender como um grande evento internacional pode surgir das favelas empobrecidas.
Embora a maior reunião popular do planeta possa parecer com uma festa espontânea, ela também é resultado de meses de treinamento intenso, coreografias meticulosas, e gestão pessoal em escala massiva. O modelo de gestão carinhosamente denominado “Samba Management”, pode ser um modelo para o futuro.
Com os crescentes investimentos em petróleo, no ramo agrícola e em tecnologia, além de sediar os dois maiores eventos esportivos mundiais (Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016), o País se torna destino de diversas e importantes multinacionais.
O modelo de economia não fica retido apenas aos investimentos. A educação já se tornou ponto alto. As empresas nacionais, cada vez mais, investem em seus funcionários. De acordo com Marina Heck, do programa OneMBA, da FGV-EAESP, 90% dos alunos inscritos no OneMBA são financiados por empresas. “No Brasil, também há uma guerra por talento”, completou.
Para estudantes que vêm de fora do país, o Brasil oferece lições que se diferenciam daquelas que possam ser aprendidas em outros países dos BRICs, como a Índia e a China. Há estudantes, por exemplo, que recebem a oportunidade de estudar o Carnaval carioca e entender como um grande evento internacional pode surgir das favelas empobrecidas.
Embora a maior reunião popular do planeta possa parecer com uma festa espontânea, ela também é resultado de meses de treinamento intenso, coreografias meticulosas, e gestão pessoal em escala massiva. O modelo de gestão carinhosamente denominado “Samba Management”, pode ser um modelo para o futuro.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
FGV-EAESP abre inscrições para entidades
A Escola de Administração de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) irá promover, durante toda essa semana, palestras para abertura das inscrições de suas juniores. Após receber seus alunos calouros com o “Conversa com Administradores”, agora é o momento dos universitários se integrarem nas empresas juniores dentro da Fundação.
Nesta segunda-feira (27), o dia foi iniciado com uma palestra sobre o intercâmbio para Austin e apresentação da Consultoria Júnior de Economia. Mais no final da tarde, aconteceram, ainda, a palestra de apresentação da RH Júnior e outra sobre a Consultoria Júnior Economia.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Você conhece o Empresas pelo Clima?
O GVces realizou, no início de fevereiro, a abertura oficial do ano de atividades do Empresas pelo Clima (EPC). A plataforma empresarial visa mobilizar, sensibilizar e articular lideranças empresariais para gestão e redução de emissão de carbono, gestão de risco climático, proposição de políticas públicas e incentivos no contexto das mudanças climáticas em curso.
O EPC foi criado em 2009, em parceria com The Prince of Wales Corporate Leaders Network For Climate Action (CLN) e com o apoio de 27 empresas fundadoras. Atualmente, a plataforma conta com a participação fixa de 39 empresas, além de ter um ciclo de atividades pautados conforme os assuntos e necessidades que surgem em relação às mudanças climáticas.
Para saber mais como sobre o funcionamento, as atividades realizadas, as práticas empresariais, os temas trabalhados e como participar, acesse o site do "Empresas pelo Clima".
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
FGV-EAESP divulga a segunda publicação da GVcasos
Para quem não sabe, a GVcasos não é apenas um projeto restrito a FGV-EAESP. A publicação consiste em um veículo apropriado por toda a comunidade brasileira de ensino e pesquisa em Administração.
Neste segundo número da GVcasos, as seis publicações ficaram em torno dos cursos de Logística, Gestão de Pessoas, Estratégia, Marketing, Negócios Internacionais e Tecnologia de Informação. Para explorar as questões de variedade de universidades e centros de ensino e pesquisa de diferentes regiões do país, dos 17 autores, um é da Fundação.
A GVcasos se mantém aberta para a publicação de novos trabalhos.
Não deixe de conferir a segunda edição da GVcasos.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
FGV-EAESP apresenta o GVmun
A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) anunciou, durante uma palestra realizada para alunos, a criação do GVmun - uma espécie de Organização das Nações Unidas.
O GVmun tem como objetivo alcançar soluções para o futuro, com temas pautados pelo governo e pela sociedade. O modelo funcionará por meio de três principais órgãos, simulando três grandes comitês: o Banco Mundial, a Organização Mundial do Comércio e um último setor para questões de proteção ambiental e sustentabilidade.
Os alunos que participarem receberão materiais, farão atividades online e terão palestras com professores da casa e pessoas influentes no ramo, inclusive com parcerias com as faculdades de Economia e Direito da Fundação. O GVmun ainda contará com encontros com diretores do comitês e debates, no final do semestre.
Após a fase de preparação, haverá uma conferência de três dias para os alunos, que agirão como diplomatas e irão discutir e decidir assuntos sobre políticas globais.
Boa parte das atividades será realizada em inglês, ou seja, o aluno que participar poderá treinar o idioma.
As inscrições estão abertas até o dia 4 de março e podem ser feitas pelo site.
O GVmun tem como objetivo alcançar soluções para o futuro, com temas pautados pelo governo e pela sociedade. O modelo funcionará por meio de três principais órgãos, simulando três grandes comitês: o Banco Mundial, a Organização Mundial do Comércio e um último setor para questões de proteção ambiental e sustentabilidade.
Os alunos que participarem receberão materiais, farão atividades online e terão palestras com professores da casa e pessoas influentes no ramo, inclusive com parcerias com as faculdades de Economia e Direito da Fundação. O GVmun ainda contará com encontros com diretores do comitês e debates, no final do semestre.
Após a fase de preparação, haverá uma conferência de três dias para os alunos, que agirão como diplomatas e irão discutir e decidir assuntos sobre políticas globais.
Boa parte das atividades será realizada em inglês, ou seja, o aluno que participar poderá treinar o idioma.
As inscrições estão abertas até o dia 4 de março e podem ser feitas pelo site.
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