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terça-feira, 7 de maio de 2013

Como vender mais no Dia das Mães

O Dia das Mães é a segunda data mais importante do varejo nacional, perdendo apenas para o Natal. Por isso, com a proximidade do período, os lojistas começam a se alvoroçar. Promoções, cartazes, decoração, vitrines, tudo isso passa por mudanças drásticas durante esse período. E os varejistas estão mais do que corretos em pensar dessa maneira. Muitas pessoas não sabem o que comprar para as mães, e isso acaba por deixar brechas para que esses pequenos pontos levantados sejam diferencias na hora da escolha do presente para a data.
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Um truque que funciona muito bem são os mimos, como rosas, doces ou kits promocionais (que realmente tenham um benefício perceptivo) pode elevar a venda e até agradar o consumidor, a ponto de gerar uma clientela fiel. A vitrine também é muito importante nessa época, por isso, é fundamental que o lojista se preocupe em deixar expostos os itens que tenham relação com a data em questão. Pesquisas indicam que os itens mais procurados são roupas, calçados, perfumaria, acessórios, eletroeletrônicos e eletrodomésticos. É importante que o varejista pense nisso na hora de repensar sua vitrine e até mesmo o interior da loja. A decoração também conta e se engana quem acha que não. É preciso escolher a mais adequada, sem exageros. "Na decoração, menos é mais. O lojista deve optar por enfeites com visual forte. Um coração grande é melhor do que vários corações pequenos", afirma o professor Maurício Morgado, da FGV-EAESP. Ele atenta também para o uso de serpentinas e papéis picados, que podem dar uma aparência de sujeira na loja. Atentando a isso, tudo deve correr bem, pois como citado, essa é uma boa época para o varejista vender mais. 

Fonte da imagem: Corbis Images 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O mundo é delas

Desde a revolução industrial, o mundo mudou muito, e isso não é nenhuma novidade. As tecnologias, o acesso a novos produtos e a lógica da ordem de trabalho, tudo apresentou e continua apresentando mudanças. É nesse momento que a figura da mulher começa a participar mais ativamente do mercado de trabalho e começa também a mudar as estruturas do mercado e da família como conhecíamos. Primeiro, porque nesse momento as mulheres começaram a sair de casa para trabalhar, e isso ocasionou uma quebra da rigidez familiar que estava encrostada na sociedade. Depois, vieram os movimentos trabalhistas femininos e a busca pela igualdade de direitos, tanto na sociedade, quanto no trabalho. Pode parecer que as coisas terminaram por aí, mas há muito mais consequências para o manifesto da mulher no mercado de trabalho. Só para citar alguns, podemos dizer que os eletrodomésticos mais práticos e as comidas instantâneas são reflexos do fato de que a mulher não está mais em casa para cuidar dela.

Quando se trata de igualdade no trabalho perante o homem, ainda existe muita polêmica. Há quem diga que as mulheres não recebem as mesmas chances que os homens, nem os mesmos salários.

Mas o professor da FGV-EAESP, Luiz Carlos Cabrera, afirma, em texto próprio, que os maiores obstáculos à integração das mulheres no mercado é imposta pelas próprias mulheres, em dois níveis distintos. O primeiro deles é feito por mulheres que não trabalham, as amigas ou familiares que julgam e criticam a postura de mulheres que trabalham em detrimento da casa. Esse é o típico pensamento machista embutido por séculos na sociedade, mas que encontra seus principais apoiadores nas próprias mulheres.

O segundo vilão da mulher que trabalha é a convivência com outras mulheres da mesma empresa, mas de diferentes níveis hierárquicos. Mulheres tendem a conviver bem com superiores masculinos, mas esbarram um pouco no próprio orgulho ao ver outra mulher em cargo superior, e essa falta de empatia gera atritos ásperos. As mulheres precisam saber aceitar a posição dentro das empresas, pois, como já foi citado anteriormente, elas possuem o poder da mudança em suas mãos. E com isso, há pouco que os homens possam realmente fazer, afinal, o mundo é delas.

Fonte da imagem: Corbis Images

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Wesley Mendes da Silva, professor da FGV-EAESP, recebe PRÊMIO ITAÚ DE FINANÇAS SUSTENTÁVEIS

Realizado a cada dois anos, este prêmio é uma iniciativa do Banco Itaú de Finanças Sustentáveis, que visa a premiação trabalhos relacionados à Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

Com o objetivo de estimular a produção de matérias jornalísticas e trabalhos acadêmicos nacionais sobre o tema “Finanças Sustentáveis”, disseminar o conceito e o debate sobre o tema por meio de uma rede estruturada com o público participante do prêmio, fomentar a produção de propostas, artigos, matérias e reportagens vinculadas ao evento Rio+20 sob o tema “Finanças Sustentáveis”.

“Faz parte de um esforço coordenado que estamos empreendendo ao redor do tema da felicidade no Brasil. Ou melhor, a respeito do bem-estar de jovens adultos nós desenvolvemos esse trabalho, que teve foco na inovação em produtos financeiros orientada ao bem-estar financeiro (uso de cartões de crédito)” relata Wesley sobre o trabalho.