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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Tempo é dinheiro
Propiciar ambientes adequados para que empreendedores consigam realizar seus projetos com apoio de investidores é bastante comum nos Estados Unidos, onde há uma verdadeira indústria em matéria de investimento. Essa cultura norte-americana para os negócios, cujo desafio de quem está buscando essas verbas é, “basicamente”, convencer um executivo-investidor, durante o tempo de um café, por exemplo, que vale a pena marcar uma hora em sua agenda para ouvir detalhes sobre uma ideia de negócio, está se globalizando cada vez mais.
Mostrar o plano de negócios, todos os potenciais de mercado, mantendo um tom seguro diante do(s) ouvintes(s), requer algumas horas de treino e habilidade. Um dos grandes desafios nesses encontros é escolher as palavras certas para dizer, sucintamente, o que seria possível contar ao longo do tempo que um executivo de negócios proporciona em sua abarrotada agenda.
Além disso, os investidores sabem o quão rápido é o crescimento e desenvolvimento das empresas atuais, principalmente as que estão ligadas ao setor de tecnologia, como os serviços de internet. O boom de aceleradoras é um reflexo do aquecimento desse mercado no Brasil. Segundo dados do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital (GVcepe), da FGV-EAESP, o volume de capital aplicado em empresas iniciantes com base tecnológica tem crescido, desde 2005, mais de 50% ao ano. Isso está criando um novo modelo de gestão e investimentos no setor, no qual muitos empresários estão correndo contra o tempo para conseguirem capital para seus negócios.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Aposta em talento jovem
Os jovens da geração Y, que cresceram com a implantação dos microcomputadores na sociedade e acompanharam o processo de popularização da internet, estão, gradualmente, ganhando destaque no cenário econômico, ao se lançarem na vida empreendedora com suas ideias inusitadas, que podem render, sim, muito dinheiro.
Está aumentando também quem aposta nesses jovens: fundos de investimentos que ajudam as startups recebem recursos estrangeiros e nacionais, fundos de pensão e investidores autônomos. O lucro retorna quando essas empresas são vendidas anos mais tarde, por um valor muito maior do que o investindo. Dessa forma, os riscos são diluídos entre várias pessoas e as empresas mais lucrativas acabam compensando as que apresentam menos retorno financeiro.
De acordo com Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da FGV-EAESP - GVcepe, no ano de 2005 havia, no Brasil, cerca 71 instituições que tinham aproximadamente US$ 6 bilhões aplicados em fundos de investimento. No início de 2010, os números subiram para 144 gestores que administravam capital investido de mais de 36 bilhões de dólares.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Desafio Brasil
Com o objetivo de promover a educação e a capacitação de empreendedores e introduzir a cultura do empreendedorismo e inovação a perspectivas inexploradas por meio de abrangente estrutura de iniciativas, o Desafio Brasil é o maior e mais completo programa de fomento à inovação tecnológica e ao empreendedorismo early stage do país.
O programa é realizado pelo GVcepe – Centro de Estudos em Private Equity & Venture Capital da FGV-EAESP – promovendo a composição de ambiente propício ao desenvolvimento do ecossistema de Private Equity & Venture Capital nacional.
“Existe um grande déficit sobre a educação empreendedora no País”, diz Adalberto Brandão, executivo-chefe de operações do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital (GVcepe). Dos 564 projetos inscritos no Desafio Brasil, 364 foram selecionados – em relação ao ano passado, esta edição terá mais do que o dobro de participantes. O estudante da FGV– EAESP, Vinícius Senger, inscreveu uma startup pela primeira vez. “O que mais me empolga é ficar em contato com outros empreendedores na mesma situação que eu e também com mentores, investidores. Não espero vencer, mas aproveitar” comenta. O projeto dele, Share Company, é um software de baixo custo com ferramentas que organizam a operação de pequenas e médias empresas por meio de
compartilhamento de documentos e troca de mensagens.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Estrangeiros investindo em novos negócios
O investimento de capital estrangeiro tem sido cada vez mais frequente no Brasil. Isso porque empresários e empreendedores começaram a visar não só os bons frutos que o território nacional tem a oferecer, mas também as lacunas que podem ser preenchidas.
De acordo com um levantamento do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), o montante de recursos de fundos estrangeiros destinado às companhias iniciantes no Brasil chegou a US$ 2,5 bilhões no ano de 2009.
Uma empresa que tem ganhado destaque no mercado é a Baby.com.br, empresa eletrônica que vende produtos para bebês pela internet e com entrega em até 72 horas, com frete grátis. Os empresários americanos Kimball Thomas e Davis Smith perceberam o “furo” que poderiam dar no mercado daqui, visto que esta é uma novidade para o Brasil.
Outra grande sacada que os americanos tiveram foi convidar uma mãe-modelo para investir no negócio.
Angélica é uma das sócias do site.
De acordo com um levantamento do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), o montante de recursos de fundos estrangeiros destinado às companhias iniciantes no Brasil chegou a US$ 2,5 bilhões no ano de 2009.
Uma empresa que tem ganhado destaque no mercado é a Baby.com.br, empresa eletrônica que vende produtos para bebês pela internet e com entrega em até 72 horas, com frete grátis. Os empresários americanos Kimball Thomas e Davis Smith perceberam o “furo” que poderiam dar no mercado daqui, visto que esta é uma novidade para o Brasil.
Outra grande sacada que os americanos tiveram foi convidar uma mãe-modelo para investir no negócio.
Angélica é uma das sócias do site.
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