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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
O acesso da classe C
Oriundos da maior nação consumista do mundo (logicamente, os Estados Unidos), os shoppings centers recebem mais de 11 milhões de consumidores por dia no Brasil, segundo o Ibope. Os principais fatores dessa estrutura que mais atraem os clientes são, primeiro, a questão da segurança, que dá sensação de poder “circular livremente” em um grande perímetro e, na sequência, o conforto de encontrar tudo o que se precisa em um mesmo local.
Mesmo que os custos para iniciar esse tipo de empreendimento sejam altos, o retorno em faturamento são, na grande maioria da vezes, garantidos e vantajosos, quando há uma boa gestão e planejamento de vendas. Para isso, é necessário saber o público com o qual está lidando. Com a melhoria na economia, a ascensão da classe média está delineando novos rumos para o mercado de consumo no Brasil. A classe C está ganhando cada vez mais destaque e tem inspirado novos modelos de negócios voltados para atender esse público.
Esses consumidores trabalham, têm um ritmo de vida acelerado e, assim como as classes de maior poder aquisitivo, também querem desfrutar de alguns privilégios. “Portanto, empreendedores e vendedores devem estar atentos à tendência, que pode ser vista como uma oportunidade de negócio ou até mesmo como um modelo que sirva de parâmetro para lojas de ruas e demais serviços. Isso porque clientes estão à procura de rapidez, praticidade, conforto e segurança juntos, em um só lugar.”, diz Mário Rodrigues, pós-graduado pela FGV-EAESP e Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas).
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Como o ponto comercial é diferencial nas franquias
Que o mercado de franchising está em ascensão, isso não é novidade para ninguém. Mas, mesmo com o projeto de expansão e a inauguração de pelo menos de 29 shopping centers, os empreendedores ainda continuam enfrentando um problema: a localização de seu ponto comercial.
Para conquistar e ter sucesso no mercado as franqueadoras tem que crescer junto ao mercado. E exatamente por isso que a previsão da AssociaçãoBrasileira de Shopping Centers (ABRASCE), é tão otimista. Os novos shopping centers se somarão aos 397 já existentes, que tiveram uma média mensal de 329 milhões de visitantes e R$ 87 bilhões em faturamento só no último ano. A previsão positiva do mercado é atrativa e junta mais franqueados as suas marcas.
O contradição se dá justamente nesse contexto. O mercado aquecido nos mais variados setores da economia influencia na dificuldade de escolha de um ponto comercial estratégico.
“ O surgimento de shopping centers aquece o mercado e, com certeza, é fator determinante para o crescimento das franquias. Porém, é válido ressaltar que a demanda insatisfeita (que ainda busca um ponto comercial estratégico e ideal) ainda é enorme. Esse problema, hoje, pode ser considerado um dos maiores entraves para o crescimento de diversas redes do franchising”, declarou o professor de pós graduação da Escola de Administração de Empresas da FundaçãoGetulio Vargas (FGV-EAESP) e presidente da Fran Systems, Batista Gigliotti.
Para enfrentar a concorrência acirrada do mercado muitas redes de franquias buscam diferenciais oferecendo alternativas como um bom planejamento e estratégias lucrativas para seus franqueados. De acordo com a AssociaçãoBrasileira de Franchising (ABF) o número de lojas independentes (não franqueadas) representam apenas 30% do total nos centros varejistas.
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