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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Colocando no mapa


É cada vez mais evidente a tendência que apresentam as empresas em disponibilizarem a localização geográfica nos mapas da web. O chamado Geomarketing está em um momento de grande destaque no Brasil e parte dessa expansão nas grandes companhias brasileiras se deve ao avanço da tecnologia, ao acesso à internet e à popularização das ferramentas de localização, como o Google Earth e Google Maps.

Os setores são os mais variados possíveis. Entre os que mais utilizam as ferramentas de Geomarketing, atualmente, estão o bancário, o varejista e o imobiliário. “A semelhança entre eles é que a concorrência é muito acirrada e, ao mesmo tempo, todos têm a gestão de TI bastante parecida. Nesse caso, a mudança de paradigma é incorporar um pensamento não pré-estabelecido e usar o Geomarketing em seu sistema de inteligência, o que promoveria uma verdadeira mudança”, indica Eduardo Francisco, professor da Fundação Getulio Vargas.

A estabilização do mercado brasileiro e a ascensão de uma classe média com grande poder de consumo demanda que as empresas se destaquem cada vez mais no cenário físico, literalmente. “O Marketing Geográfico se divide em três níveis de maturação. O mais comum é que as empresas promovam sua base de clientes e fornecedores em um mapa e, a partir dele, entendam sua atuação. Essa é a porta de entrada para quem quer seguir por esse caminho”, completa Eduardo Francisco.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Empresas aumentam investimentos em TI


O número de microcomputadores no Brasil já está acima da média anual e, segundo uma pesquisa da FGV-EAESP, até 2017, esse montante chegará a 200 milhões de máquinas - uma para cada habitante. Ainda de acordo com a pesquisa, os investimentos com Tecnologia da Informação, em relação ao faturamento líquido das empresas, subiu de 1,3, em 1998, para 7% em 2011.

Fernando Meirelles, professor titular da FGV-EAESP e coordenador de pesquisa, ressalta que esse índice é diretamente proporcional ao peso do setor de TI no PIB, e segundo estimativas, esse total deve chegar a 8% nos próximos quatro anos. Isso se deve, entre outros fatores, à redução significativa dos custos dos hardwares, que produzidos em grande escala nos gigantes mercados asiáticos têm derrubado o preço dos equipamentos ano a ano.

Mesmo com tudo isso, ainda falta mão de obra especializada no Brasil para tornar o uso de TI mais viável entre as empresas. "O que determina se o gasto é maior ou menor não é a estrutura operacional; é a postura na gestão de informática. A eficácia (dos investimentos de TI) depende do alinhamento à estratégia e à evolução da organização ", diz Meirelles.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A utilização de TI no varejo


Segundo estimativas, o mercado varejista deve crescer cerca de 7% neste ano. Com uma expectativa tão animadora, de acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), esse segmento de mercado precisará do respaldo da Tecnologia da Informação, a famosa TI, para driblar a concorrência.

Segundo um estudo coordenado pela FGV-EAESP em 2012 ressalta a importância da relação entre tecnologia da informação e o mercado. As companhias nacionais investiram em TI cerca de 7% a mais da receita do que no ano passado. O que varia dependendo do estágio da informação de cada setor é o valor desse aporte. Entre os setores que mais dedicaram gastos, estão as instituições financeiras, com 12,8%; serviços, com 10%; e a indústria, com 4,4%.

Por conta desse incremento na demanda de informatização entre as empresas nacionais, a tendência é que essa falta de mão de obra especializada aponte para o outsourcing. A terceirização em tecnologia hoje é considerada imprescindível para aumentar de forma simultânea a produtividade e rentabilidade.

Mais do que ações efetivas em Comunicação e Marketing, a TI será utilizada ainda para verificar a relação com os consumidores. Com a disponibilidade de novas, simples e mais confiáveis ferramentas, aumenta a busca por esse tipo de serviço porque, consequentemente, estão aumentando também as vendas no varejo.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A era do investimento em TI


O investimento das empresas brasileiras em tecnologia da informação (TI) dobrou nos últimos 12 anos. Isso porque, segundo um relatório recente do Centro de Tecnologia da Informação Aplicada da FGV-EAESP (GVcia), as empresas estão investindo 7% da sua receita para a área, contra os 3,5% registrados em 2000.

Os sistemas integrados de gestão, conhecidos como ERPs, têm conquistado espaço no mundo corporativo. O ERP é um sistema que permite o gerenciamento e a integração de todos os processos operacionais da empresa. A partir desse programa, é possível gerenciar e integrar vários ou todos os setores de uma companhia. Porém, só será possível desenvolver soluções que atendam às necessidades da empresa se a área tiver ciência dos seus objetivos e da sua organização. Passado isso, a empresa deve se concentrar na solução que melhor atenda às suas necessidades.

É essencial para o departamento de TI que a empresa participe ativamente de todos os processos e opine nas decisões operacionais, bem como que todos os colaboradores estejam envolvidos e comprometidos com as metas e prazos estabelecidos. Outro ponto relevante é o treinamento. Buscar soluções no mercado que possuam e-learning pode ajudar a manter a informação dentro da empresa.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Solução para mercado de TI

Com o mercado cada vez mais exigente, mão de obra pouco qualificada e gargalo histórico de formação de profissionais, o mercado de TI continua com previsões de defasagem. Isso porque, de acordo com a FGV-EAESP, o mercado necessitará de mais de 1 milhão de funcionários.
O caminho para as empresas é investir nas universidades e em cursos específicos para os profissionais do ramo e em recompensas para os profissionais que permanecerem por mais tempo em seus cargos. Isto auxiliará a evitar déficit do mercado, além de estimular mais os profissionais.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Em busca de profissionais de TI

Nunca se falou tanto sobre a cristalização e fortificação do mercado de TI (Tecnologia da Informação) como nestes últimos tempos. Isso porque a revolução tecnológica, ao que tudo indica, parece estar apenas dando seus primeiros passos.
O mercado de trabalho se mostra, cada vez mais, propício e promissor para estes profissionais, e embora haja atualmente propostas abundantes, cursos e especializações para profissionais de TI, isto parece ainda não ser suficiente. Especialmente no quesito e-commerce, os profissionais de TI poderão ficar escassos, gerando um déficit de mais de um milhão de profissionais, de acordo com uma previsão feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Parte deste déficit pode ser atrelada a baixa qualidade do ensino básico público para o investimento nas áreas exatas. Isto tem permitido um gargalo histórico em escolas e algumas universidades.
Segundo o fundador do Centro de Tecnologia Aplicada da FGV-EAESP, Fernando de Souza Meirelles, a escassez de mão de obra não é só fruto do crescimento do mercado (vagas abertas sem profissionais para assumir), mas também de profissionais que ainda não estão preparados.