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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
A utilização de TI no varejo
Segundo estimativas, o mercado varejista deve crescer cerca de 7% neste ano. Com uma expectativa tão animadora, de acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), esse segmento de mercado precisará do respaldo da Tecnologia da Informação, a famosa TI, para driblar a concorrência.
Segundo um estudo coordenado pela FGV-EAESP em 2012 ressalta a importância da relação entre tecnologia da informação e o mercado. As companhias nacionais investiram em TI cerca de 7% a mais da receita do que no ano passado. O que varia dependendo do estágio da informação de cada setor é o valor desse aporte. Entre os setores que mais dedicaram gastos, estão as instituições financeiras, com 12,8%; serviços, com 10%; e a indústria, com 4,4%.
Por conta desse incremento na demanda de informatização entre as empresas nacionais, a tendência é que essa falta de mão de obra especializada aponte para o outsourcing. A terceirização em tecnologia hoje é considerada imprescindível para aumentar de forma simultânea a produtividade e rentabilidade.
Mais do que ações efetivas em Comunicação e Marketing, a TI será utilizada ainda para verificar a relação com os consumidores. Com a disponibilidade de novas, simples e mais confiáveis ferramentas, aumenta a busca por esse tipo de serviço porque, consequentemente, estão aumentando também as vendas no varejo.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
A inadimplência e o cadastro positivo
Segundo dados do Serasa Experian, a indadimplência do consumidor teve um aumento de 8.2% em maio comparado ao mês anterior, sendo o terceiro aumento consecutivo pós 3.5% em março e 1.5% e abril. Em outro estudo, realizado pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), foi apontado que o cartão de crédito foi um dos maiores motivos de endividamento familiar, sendo responsável por 73% dos casos de inadimplência familiar.
Aliado a este cenário, o Professor de Economia da FGV-EAESP Ernesto Lozado afirma que tal crescimento da inadimplência deve-se ao fácil acesso ao crédito em 2010, mas que em 2011 a situação será, e já é, outra. “É por isso que as pessoas devem ficar atentas” - conclui Lozado.
Em contraste a este contexto, surgem os meios para a redução da inadimplência, e como previu o Professor Ernesto Lozado, agora em 2011 o acesso ao crédito se torna um pouco mais difícil e muito menos atraente. Juros altos farão a demanda por empréstimos cair e, além disso, o cadastro positivo entrará de vez em vigor. Tal cadastro criará uma lista de “bons pagadores” onde – diante da vontade do consumidor – o histórico de pagamentos ficará disponível para consulta e assim obter melhores condições de crédito. Especialistas afirmam que isto incentivará o pagamento das dívidas e promoverá a queda no número da inadimplência.
Fonte da imagem: Geo Mundi
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