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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Novos critérios para classificar escolas de negócios

A Association to Advance Collegiate Schools of Business (AACSB) é um órgão americano criado no início do século XX, com o objetivo de formar um padrão de qualidade para as universidades, como aqui no Brasil age o Ministério da Educação. Assim, a organização ganhou forma e começou a catalogar as escolas de Administração do país. Na década de 90, a AACSB passou a aceitar escolas de fora dos Estados Unidos. Em 2000, a FGV-EAESP entrou para esse seleto grupo de instituições creditadas pela AACSB. Hoje, a AACSB conta com mais de 670 escolas em seu portfólio, em 44 países do mundo.

Agora, depois de quase 10 anos sem revisão nos padrões, a AACSB decidiu fazer algumas alterações em seus critérios, para ganhar o selo de qualidade. Essa mudança reflete diretamente nas escolas globais, dando mais atenção às instituições de outros países, não só as norte-americanas. Os itens necessários para capacitação foram revistos e reduzidos de 21 para 15. São padrões que classificam principalmente a pesquisa e a qualificação do corpo docente, com professores que tenham experiência de mercado.

"Sempre tivemos foco no intercâmbio de professores e de alunos e, se quisermos fazer isso com escolas de primeira linha do exterior, ajuda bastante ter os selos de acreditação de associações reconhecidas", disse Maria Tereza Fleury, diretora da FGV-EAESP. "O selo ajuda a mostrar para quem é de outro país que também somos uma escola de elite”, concluiu.

As instituições que já estão creditadas na AACSB, como a FGV-EAESP, não precisarão apresentar as adaptações até 2015, quando as escolas renovarão o selo, e aí sim precisarão estar adaptadas aos novos padrões. As escolas creditadas pela AACSB são reavaliadas a cada cinco anos.

Fonte da imagem: Corbis Images 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Formando os melhores


O International Herald Tribune, edição especial do impresso norte-americano The New York Times, publicou um lista com as 150 melhores instituições de ensino superior do mundo para se recrutar funcionários, e apenas duas faculdades brasileiras estão presentes na seleção: a FGV-EAESP, em 95º lugar, e a USP, ocupando 112ª posição.

De toda a América Latina, somente quatro instituições entram na lista, sendo a EAESP a mais bem posicionada. O ranking é baseado nas habilidades de um jovem candidato ideal a uma vaga de emprego, levando em consideração suas capacidades profissionais e também as escolas em que estudou.

Um time de peso definiu a seleta lista ao longo do último ano. Foram 2.500 recrutadores e 2.200 presidentes de multinacionais, que foram consultados para dizer o que procuram quando contratam recém-formados, independentemente da carreira que o candidato escolheu na faculdade. Foram ouvidos recrutadores e altos executivos de diversos países: Brasil, Reino Unido, Austrália, Canadá, China, Índia, França, Alemanha, Itália, Espanha, Estados Unidos, Malásia, Japão, México, Rússia, Holanda, entre outros.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Conheça mais uma conquista da FGV-EAESP:



O ano de 2011 está cheio de novidades e as escolas latino americanas de negócios não deixam a desejar. Melhoram os seus indicadores e ampliam a oferta para executivos da região, estão dispostas a inovar, aumentar a dedicação do corpo docente e avançar na produção acadêmica.

Isso é o que mostra o ranking publicado pela revista latino americana, focada em negócios, América-Economia Intelligence. O objetivo é avaliar as melhores escolas de negócio da América Latina.

Entre as 42 escolas avaliadas, cinco são brasileiras, e entre elas esta a FGV-EAESP, que ocupou o quarto lugar na colocação geral e foi a primeira entre as unidades de ensino listadas do nosso país.

A metodologia de avaliação do ranking julga diversos aspectos das universidades como corpo docente e índice de acordos internacionais com outras instituições. Mas independente do indicador, a conclusão é sempre a mesma: as escolas latino-americanas apostam na qualidade e criam um ambiente cada vez mais competitivo para a formação em negócios.



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