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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Importados no Varejo

Os consumidores encontrarão com mais facilidade, este ano, produtos importados. Isso porque fatores como a manutenção do crescimento das vendas do varejo e alteração na taxa de câmbio deixarão as áreas de compras externas. Vestuário, bebidas, celulares e eletroportáteis serão mais acessíveis.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), as importações do setor avançaram 40,6%, entre janeiro e novembro de 2011, ao passo que a produção física de têxteis e confecção recuou, respectivamente, 14,8% e 3,2%, de janeiro a outubro, todos em relação ao mesmo período de 2010.
Para o consultor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP, Mauricio Morgado, as importações no ramo de vestuário devem continuar. "Mesmo com mais impostos, os produtos importados ainda chegam de forma competitiva", afirma. Na avaliação de Morgado, os preços dos produtos fabricados no Brasil ainda são altos, pela estrutura de impostos. "Nos Estados Unidos, os consumidores podem comprar roupas por um terço do preço pago no Brasil", compara o consultor.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Professor da FGV-EAESP fala sobre o Black Friday brasileiro

Nos Estados Unidos, o tão esperado Black Friday acontece todos os anos no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças e é marcado por grandes descontos de até 80%. Este ano, a tradição do Black Friday pegou também aqui no Brasil, em algumas lojas do setor de varejo. Maurício Morgado, economista, professor da FGV-EAESP e especialista em varejo e marketing, falou sobre
o assunto em entrevista a rádio Band News.

Maurício disse que o Black Friday brasileiro é vantajoso para o varejo pois elimina a sazonalidade do mês de dezembro. Ou seja, com os gastos feitos no mês de novembro, as pessoas consomem menos no mês de dezembro, ajudando o operacional das lojas. Além disso, com as compras do Black Friday, é possível preparar melhor o estoque de natal, uma vez que, com as aquisições do fim de novembro, os estoques praticamente acabam.

O professor ainda disse que as redes varejistas que apostaram no Black Friday brasileiro, saíram na frente da concorrência, pois já adquiriram um pouco do dinheiro que o consumidor planejava gastar no Natal.

Para o consumidor, as vantagens e os descontos também foram bons, porém, o professor ressalta que os consumidores devem ter cuidado para não comprometer o orçamento do Natal e do fim e do começo do ano, depois das compras do Black Friday. Isso pode gerar um endividamento inesperado e difícil de suportar.

Para saber mais sobre a tendência do Black Friday brasileiro, acompanhe a entrevista completa do professor da FGV-EAESP na Rádio Band News.