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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Visão global
Com o intuito de aumentar a estratégia de expansão internacional, a FGV-EAESP organizou, pela primeira vez, o "advisory board", um conselho formado por representantes de várias instituições internacionais. O grupo foi criado com a intenção de dedicar maior tempo e esforço para pesquisas voltadas para temas de impacto global.
A diretora da instituição, Professora Maria Tereza Fleury, diz que a escola está de olho no que está acontecendo lá fora. “É importante ampliar nossa competência em relação à sustentabilidade, por exemplo, produzindo mais estudos de caso em inglês e português. Queremos atrair mais alunos da região para nossos cursos de doutorado, mestrado e graduação”, relata.
A diretora diz ainda que, apesar de estar ganhando cada vez mais destaque aos olhos do mundo, o Brasil é um dos países menos integrados com outros países da América Latina, por conta do isolamento linguístico. Isso exige um esforço interno ainda maior das instituições brasileiras, para que façam com que o corpo discente integre-se com diversas línguas estrangeiras.
Atualmente, a FGV-EAESP é parceira de 96 escolas internacionais de negócios e só em 2011 recebeu mais de 330 alunos intercambiários e enviou 165 estudantes para o exterior.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
FGV-EAESP assina acordo de cooperação com Universidade de Tsinghua, da China
A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) assinou um acordo de cooperação com a Escola de Economia e Administração (SEM) da Universidade Tsinghua, da China. As duas instituições, que desde 2011 fazem intercâmbio de estudantes, agora pretendem ampliar a parceria para receber e enviar alunos de PhD e desenvolver pesquisas acadêmicas e projetos voltados para empresas chinesas e brasileiras. A parceria já promoveu o intercâmbio de cinco alunos brasileiros e um chinês nos quatro últimos semestres.
O diretor da escola chinesa, Professor Chen Guoqing, que esteve no Brasil para a assinatura do acordo, destaca que é essencial estender a parceria também aos professores. “Alunos vão e vêm. Incentivar o contato entre o corpo docente, no entanto, é aprofundar a relação entre as instituições e os países de forma mais duradoura.”
A diretora da FGV-EAESP, Professora Maria Tereza Leme Fleury explica que são poucas entidades que estendem a parceria a linhas de pesquisa. Com a assinatura do acordo, ela espera desenvolver não apenas assuntos como investimentos diretos entre China e Brasil, mas aprofundar os estudos abordando o modelo de gestão das empresas subsidiadas nos dois países, além dos estilos de gestão, marketing, sistemas de logística e políticas públicas.
O diretor da escola chinesa, Professor Chen Guoqing, que esteve no Brasil para a assinatura do acordo, destaca que é essencial estender a parceria também aos professores. “Alunos vão e vêm. Incentivar o contato entre o corpo docente, no entanto, é aprofundar a relação entre as instituições e os países de forma mais duradoura.”
A diretora da FGV-EAESP, Professora Maria Tereza Leme Fleury explica que são poucas entidades que estendem a parceria a linhas de pesquisa. Com a assinatura do acordo, ela espera desenvolver não apenas assuntos como investimentos diretos entre China e Brasil, mas aprofundar os estudos abordando o modelo de gestão das empresas subsidiadas nos dois países, além dos estilos de gestão, marketing, sistemas de logística e políticas públicas.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Yale chama FGV para participar da rede global de Escolas de Negócios
A conceituada Escola de Negócios da Universidade de Yale leva a sério a questão “mundo plano” e, por isso, criou uma Rede Global para Administração Avançada, que reúne 21 instituições de ensino em quatro continentes com o intuito de facilitar o intercâmbio de informações e formar novos líderes.
A Rede Global para Administração Avançada foi oficialmente fundada nos dias 26 e 27 de abril, durante evento nos Estados Unidos. O principal objetivo da iniciativa é facilitar o intercâmbio de alunos, professores, materiais didáticos, além de promover novas maneiras de pensar na administração. A FGV-EAESP é a única representante brasileira a participar.
De acordo com a diretora da FGV-EAESP, Maria Tereza Leme Fleury, a iniciativa é inclusiva e muito positiva, pois, coloca lado a lado instituições de países desenvolvidos e outras de economias emergentes. Segundo a professora, a rede baseia-se no tripé conectividade, colaboração e corresponsabilidade.
“A agenda da liga ainda está sendo definida, mas teremos ações das mais diversas naturezas: elaboração conjunta de casos, programas de intercâmbio de curta duração, desenvolvimento de projetos feitos pelos alunos de pós-graduação e MBA, entre outras iniciativas”, afirmou Maria Tereza, por e-mail.
Uma das ações já anunciadas por Yale é criar um Mestrado em Administração Avançada com 12 a 15 vagas para os melhores alunos de pós das escolas da rede. A universidade americana também está desenvolvendo um catálogo online de casos empresariais que estará à disposição das instituições parceiras para uso em sala de aula.
Confira a lista das Universidades de Administração que compõe a liga:
Escola de Negócios da Universidade da Cidade do Cabo (África do Sul)
Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (Brasil)
Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Chile (Chile)
Escola de Negócios da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong (China)
Escola Universitária de Administração Fudan (China)
Escola de Negócios Renmin, da Universidade da China (China)
Escola de Negócios da Universidade Nacional de Cingapura (Cingapura)
Escola de Negócios da Universidade Nacional de Seul (Coréia do Sul)
Escola de Negócios Incae (Costa Rica e Nicarágua)
Escola de Negócios IE (Espanha)
Escola de Negócios de Yale (Estados Unidos)
Instituto de Administração Asiático (Filipinas)
Escola de Negócios Insead (França e Cingapura)
Escola de Negócios da Universidade de Gana (Gana)
Faculdade de Economia da Universidade da Indonésia (Indonésia)
Escola de Negócios UCD Michael Smurfit (Irlanda)
Instituto Tecnológico de Israel Technion (Israel)
Escola de Estratégias Internacionais Corporativas Hitotsubashi (Japão)
Escola de Negócios Egade, do Instituto Tecnológico de Monterrey (México)
Escola de Economia e Ciência Política de Londres (Reino Unido)
Escola de Negócios Koç (Turquia)
A Rede Global para Administração Avançada foi oficialmente fundada nos dias 26 e 27 de abril, durante evento nos Estados Unidos. O principal objetivo da iniciativa é facilitar o intercâmbio de alunos, professores, materiais didáticos, além de promover novas maneiras de pensar na administração. A FGV-EAESP é a única representante brasileira a participar.
De acordo com a diretora da FGV-EAESP, Maria Tereza Leme Fleury, a iniciativa é inclusiva e muito positiva, pois, coloca lado a lado instituições de países desenvolvidos e outras de economias emergentes. Segundo a professora, a rede baseia-se no tripé conectividade, colaboração e corresponsabilidade.
“A agenda da liga ainda está sendo definida, mas teremos ações das mais diversas naturezas: elaboração conjunta de casos, programas de intercâmbio de curta duração, desenvolvimento de projetos feitos pelos alunos de pós-graduação e MBA, entre outras iniciativas”, afirmou Maria Tereza, por e-mail.
Uma das ações já anunciadas por Yale é criar um Mestrado em Administração Avançada com 12 a 15 vagas para os melhores alunos de pós das escolas da rede. A universidade americana também está desenvolvendo um catálogo online de casos empresariais que estará à disposição das instituições parceiras para uso em sala de aula.
Confira a lista das Universidades de Administração que compõe a liga:
Escola de Negócios da Universidade da Cidade do Cabo (África do Sul)
Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (Brasil)
Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Chile (Chile)
Escola de Negócios da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong (China)
Escola Universitária de Administração Fudan (China)
Escola de Negócios Renmin, da Universidade da China (China)
Escola de Negócios da Universidade Nacional de Cingapura (Cingapura)
Escola de Negócios da Universidade Nacional de Seul (Coréia do Sul)
Escola de Negócios Incae (Costa Rica e Nicarágua)
Escola de Negócios IE (Espanha)
Escola de Negócios de Yale (Estados Unidos)
Instituto de Administração Asiático (Filipinas)
Escola de Negócios Insead (França e Cingapura)
Escola de Negócios da Universidade de Gana (Gana)
Faculdade de Economia da Universidade da Indonésia (Indonésia)
Escola de Negócios UCD Michael Smurfit (Irlanda)
Instituto Tecnológico de Israel Technion (Israel)
Escola de Estratégias Internacionais Corporativas Hitotsubashi (Japão)
Escola de Negócios Egade, do Instituto Tecnológico de Monterrey (México)
Escola de Economia e Ciência Política de Londres (Reino Unido)
Escola de Negócios Koç (Turquia)
quarta-feira, 21 de março de 2012
Governo investe em estudo no exterior
Com um mercado cada vez mais exigente e poliglota, estudar no exterior é, cada vez mais, exigido para ter garantia de um bom currículo. Visando isso, o governo lançou o Programa Ciência sem Fronteiras, em 2011, que prevê a concessão de bolsas a estudantes que queiram fazer mestrado e doutorado fora do país.
Quem determina o critério de seleção é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de nível Superior (Capes). O objetivo é, que nos próximo quatro anos, dos 75 mil cursos, 26 sejam custeados pelo governo.
As primeiras bolsas de estudo são destinadas aos Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha e Itália. Os cursos que terão prioridade em 2012 são ligados as engenharias e as ciências aplicadas, como nano e biotecnologia, tecnologia mineral, petróleo, gás e carvão mineral.
Apesar da pós-graduação agregar valor ao currículo e a vida profissional, algumas universidades nacionais veem na oportunidade estrangeira como uma concorrência. De acordo com a professora da FGV-EAESP, Maria Cecília Coutinho de Arruda, é totalmente incoerente ter este pensamento, visto que a experiência fora do país só agraga valor ao mercado.
Apenas em 2011, o Capes concedeu 8,7 mil bolsas de estudo para o exterior, o que representa 26% em relação ao ano anterior.
Quem determina o critério de seleção é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de nível Superior (Capes). O objetivo é, que nos próximo quatro anos, dos 75 mil cursos, 26 sejam custeados pelo governo.
As primeiras bolsas de estudo são destinadas aos Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha e Itália. Os cursos que terão prioridade em 2012 são ligados as engenharias e as ciências aplicadas, como nano e biotecnologia, tecnologia mineral, petróleo, gás e carvão mineral.
Apesar da pós-graduação agregar valor ao currículo e a vida profissional, algumas universidades nacionais veem na oportunidade estrangeira como uma concorrência. De acordo com a professora da FGV-EAESP, Maria Cecília Coutinho de Arruda, é totalmente incoerente ter este pensamento, visto que a experiência fora do país só agraga valor ao mercado.
Apenas em 2011, o Capes concedeu 8,7 mil bolsas de estudo para o exterior, o que representa 26% em relação ao ano anterior.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
FGV-EAESP promove palestra sobre intercâmbio
O objetivo da FGV-EAESP era que os calouros compreendessem que a experiência internacional é muito enriquecedora por engrandecer o currículo e criar mais valor de mercado para quem a faz.
O intercâmbio, atualmente, é uma experiência pessoal e profissional que nenhum curso, faculdade ou pós ensina. Hoje, a FGV-EAESP tem as melhores parcerias com universidades no mercado. (link faculdades).
O melhor do intercâmbio é trabalhar as diversidades, competências, experiências e vivências, que podem ser utilizadas, posteriormente, no mercado.
Atualmente, a FGV-EAESP oferece dois tipos de intercâmbios, o de longa duração e o Programa de Curta Duração.
O intercâmbio pela FGV-EAESP tem duração de seis meses a um ano, e é uma das experiências mais destacadas por alunos e professores. Para participar, é necessário estar, no mínimo, no terceiro semestre, preencher uma ficha de inscrição, ter um bom desempenho no primeiro e segundo semestres e se sair bem no teste de proficiência aplicado pela Instituição.
Mas, para quem almeja fazer um intercâmbio de curta duração, há a opção de apenas um mês. Normalmente, no mês de julho, os alunos que se inscrevem e passam pela entrevista têm a oportunidade de estudar e morar fora do país.
Para maiores informações sobre os intercâmbios, acesso o link.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Turbine o inglês em poucas semanas
Para aprender línguas e fazer intercâmbio não são necessárias muitas semanas disponíveis e nem gastos homéricos. É apenas exigido disciplina, disposição e um pouco de investimento.
Com a rotina muito conturbada e cada vez mais atarefada, muitas universidades têm oferecido cursos mais curtos e acessíveis para estrangeiros. A gerente de cursos no exterior do STB, Márcia Mattos, explica que este é um período mais fácil para negociar banco de horas e folgas para investir em educação.
Outra vantagem e, principalmente nesta época de final de ano, é que os cursos saem, pelo menos, 20% mais baratos do que em outras épocas do ano.
Atualmente, um dos destinos mais procurados é a Inglaterra.
Cidade: Bedgebury
Escola: Bell
Curso: Christmas Course
Duração: Duas semanas - de 18 de dezembro a 1º de janeiro de 2012
Carga horária: 30 horas de aula, incluindo conversação e passeios tutoriados
Acomodação: Residência estudantil em quarto individual
Preço: a partir de 1.600 libras + 288 reais (taxa de matrícula STB). Os valores incluem o curso, acomodação, todas as refeições, entrada no Leeds Castle e excursões para Londres e Cantebury
Com a rotina muito conturbada e cada vez mais atarefada, muitas universidades têm oferecido cursos mais curtos e acessíveis para estrangeiros. A gerente de cursos no exterior do STB, Márcia Mattos, explica que este é um período mais fácil para negociar banco de horas e folgas para investir em educação.
Outra vantagem e, principalmente nesta época de final de ano, é que os cursos saem, pelo menos, 20% mais baratos do que em outras épocas do ano.
Atualmente, um dos destinos mais procurados é a Inglaterra.
Cidade: Bedgebury
Escola: Bell
Curso: Christmas Course
Duração: Duas semanas - de 18 de dezembro a 1º de janeiro de 2012
Carga horária: 30 horas de aula, incluindo conversação e passeios tutoriados
Acomodação: Residência estudantil em quarto individual
Preço: a partir de 1.600 libras + 288 reais (taxa de matrícula STB). Os valores incluem o curso, acomodação, todas as refeições, entrada no Leeds Castle e excursões para Londres e Cantebury
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Intercâmbio depois dos 30
E quem falou que fazer intercâmbio é apenas coisa de estudante? Um levantamento da empresa de intercâmbios STB revelou que nos últimos três anos houve um acréscimo de 30% na procura de cursos no exterior por pessoas acima dos 30 anos.
Segundo o gerente do Programa de Trabalho do STB, Fred Morais, o principal objetivo é lapidar o inglês, adquirir mais cultura e complementar a formação profissional. Outra característica é que o adulto é bem mais exigente em relação a privacidade, networking e moradia.
É bem importante ter claro alguns objetivos da viagem, por isso fique atento a algumas dicas abaixo:
Roteiro e viagem: Se sua empresa estará financiando o seu estudo, é aconselhável que você tente ir para algum destino que lhe agrade. E também que alie o seu intercâmbio com as suas quatro semanas de férias.
Acomodação e escola: Optar por residência estudantil ou alugar um apartamento garantem privacidade, porém são bem mais custosos do que se hospedar em casa de família, por exemplo. Se a sua intenção é aliar o curso com curso de business, marketing, gastronomia ou artes, saiba que a viagem pode sair ainda 20% mais cara.
Networking: Se o seu objetivo é fazer um intercâmbio que possa lhe render contatos profissionais, é recomendável que procure cursos em escolas diferenciadas, como Harvard. Outra importante dica é viajar fora do período de férias escolares.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Intercâmbio para Jovens Líderes do Brasil
O Governo norte-americano anuncia bolsa de estudos para alunos de graduação da Escola de Administração deEmpresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP). As inscrições, que vão até a próxima sexta-feira (14), são direcionadas para Jovens líderes do Brasil.
As inscrições podem ser feitas pelo link.
Esta pode ser a sua chance de dar aquele up que faltava em seu currículo. Participe!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Diversas possibilidades
A FGV-EAESP é uma faculdade globalizada e oferece diversos programas que possibilitam a troca de cultura e o intercâmbio, com o objetivo de formar líderes preparados para atuar no campo da Administração no mercado global.
Nas férias, a faculdade realiza programas de curta duração. São intercâmbios com as escolas parceiras da universidade, como a UT-Austin at Texas, Babson College e HEC Montreal.
Os programas internacionais de férias aumentam as oportunidades para os alunos estudarem fora do Brasil e tomarem contato com novas culturas .
A FGV-EAESP oferece, também, oportunidades para alunos, docentes e pesquisadores, de fora do país, de ministrarem aulas e realizarem pesquisas em conjunto com professores da FGV-EAESP, entre outras atividades. Esse é o Foreign Visitors Program.
Outra oportunidade é o GCT, Global Cultural Transfer, um programa de intercâmbio cultural que possibilita aos alunos uma experiência internacional, com estudantes das escolas parceiras da FGV-EAESP.
Fonte texto e foto
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Um intercâmbio único
No mundo atual globalizado as relações entre os países são cada vez mais fortes. Nesse contexto ter a oportunidade de cursar um semestre ou um ano de graduação fora do país é uma grande chance. Por isso a FGV- EAESP tem o orgulho de ser a única escola brasileira a participar do PIM - Partnership in International Management - um consórcio formado pelas 55 mais importantes Escolas de Administração do mundo inteiro com o intuito de promover o intercâmbio de alunos durante 6 ou 12 meses.
Cada uma das escolas do PIM representa o maior nível de excelência em administração. O consórcio facilita o desenvolvimento da cooperação internacional entre os membros, fomentando a criação de programas conjuntos, intercâmbio de alunos e também de professores.
Cada uma das escolas do PIM representa o maior nível de excelência em administração. O consórcio facilita o desenvolvimento da cooperação internacional entre os membros, fomentando a criação de programas conjuntos, intercâmbio de alunos e também de professores.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Você Sabia? International Network FGV
A International Network é a mais nova entidade estudantil da FGV. A IN nasceu para formar os alunos como cidadãos globais, com experiências internacionais, adquirindo bagagem cultural e acadêmica. A entidade foi inspirada em organizações de estudantes existentes nas universidades estrangeiras parceiras da FGV-EAESP.
A IN tem como missão aproximar os estudantes da FGV com os intercambistas, bem como oferecer programas de intercâmbio, como o GCT - Global Cultural Transfer. O programa é bilateral, ou seja, tanto alunos da FGV quanto alunos das escolas parceiras internacionais realizam o intercâmbio. Um grupo de 15 alunos da FGV recebe os alunos estrangeiros para um workshop de dez dias aqui. Depois, este grupo vai para a universidade parceira, para participar de atividades similares.
Conheça as outras iniciativas e programas para os alunos e intercambistas da International Network. Visite: http://www.internationalnetwork.com.br
A IN tem como missão aproximar os estudantes da FGV com os intercambistas, bem como oferecer programas de intercâmbio, como o GCT - Global Cultural Transfer. O programa é bilateral, ou seja, tanto alunos da FGV quanto alunos das escolas parceiras internacionais realizam o intercâmbio. Um grupo de 15 alunos da FGV recebe os alunos estrangeiros para um workshop de dez dias aqui. Depois, este grupo vai para a universidade parceira, para participar de atividades similares.
Conheça as outras iniciativas e programas para os alunos e intercambistas da International Network. Visite: http://www.internationalnetwork.com.br
terça-feira, 22 de março de 2011
Você Sabia? AIESEC FGV
Criada após a Segunda Guerra Mundial por estudantes de 6 países diferentes, a AIESEC (Association Internationale des Etudiants en Sciences Economiques et Commerciales) nasceu com o objetivo de auxiliar a cooperação entre as organizações estudantis e promover intercâmbio entre os universitários. A primeira AIESEC do país surgiu na Fundação Getulio Vargas, em 1970, sendo a primeira entidade estudantil da FGV-EAESP. Hoje, é a maior entidade estudantil do mundo, reconhecida pela Unesco.
A partir da conexão global entre os escritórios, a AIESEC proporciona aos estudantes e recém-formados a possibilidade de ampliar a aquisição de conhecimento por meio de intercâmbios ou experiências organizacionais em seus escritórios. Qualquer estudante de graduação ou recém-formado (até dois anos) pode participar do processo seletivo, dividido em três etapas: inscrição, dinâmica de grupo e entrevista individual.
Os membros da AIESEC desenvolvem habilidades como liderança e trabalho em equipe, aprendendo a valorizar a diversidade cultural e criando uma visão sustentável. Para conhecer mais sobre a entidade e seu processo seletivo, acesse: http://www.aiesec.org.br/site/escritorio/fgv/
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