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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Pessimismo no mundo empresarial
Não houve otimismo durante o encontro do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), quando foi realizada a 83ª edição de pesquisa de Índice LIDE de Clima Empresarial, que apresentou diversos dados de 2012, em São Paulo. Um estudo geral da instituição e da FGV-EAESP apresentou uma considerável queda no setor, ficando em 5,7, contra 6,2 em relação ao índice anterior.
A nota das medidas tomadas pelo Governo Federal ficou em 4,4 contra 5,1 anteriormente. Em relação ao cenário atual dos negócios, o estudo também revelou uma piora: 42% dos empresários consideram o cenário melhor, contra 49% da edição anterior. Cerca de 36% dos empreendimentos mantiveram seus números estáveis (sendo que eram 41% na pesquisa anterior). Ocorreu também uma mudança no quesito previsão para a geração de empregos diretos e indiretos: 42% dos empresários tendem a empregar; 48% esperam manter o nível de emprego atual ( esse número era de 49% na edição anterior) e 10% preveem demissão (eram 9% na sondagem anterior).
Com o cenário mais turbulento, o mundo empresarial está esperando um faturamento menor em 2013. As empresas que projetam contração passaram de 6% para 8%, ao passo que a proporção de empresas prevendo crescimento real das vendas no ano seguinte passou de 72%, em 2011, para 69%, em 2012.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Empresários estão menos otimistas, revela Lide
Uma pesquisa feita pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV) revelou que os empresários e executivos andam menos otimistas. Isso porque, segundo o levantamento desse mês, 36% dos empreendedores se dizem mais pessimistas em relação ao mercado, uma redução de 13% em relação ao mês de março.
O principal motivo para essa redução é que quase a metade dos entrevistados vê a situação atual do negócio estagnada ou pior. O porcentual de empresários e executivos que pretendem empregar caiu de 48%, no levantamento de março, para 34%, na pesquisa atual. Outros 51% dos entrevistados apontaram a expectativa de manter os empregos e 15% preveem demissões.
Os principais inibidores de crescimento e responsáveis por deixar os empresários receosos são as cargas tributárias (preocupação de 70% dos entrevistados) e a demanda em queda (preocupação de 18% dos entrevistados).
Por outro lado, 61% dos entrevistados esperam que, até o final deste ano, haja um aumento na receita, em comparação ao ano de 2011, e 36% deles desejam que a mudança inicie desde já. De acordo com o coordenador da pesquisa da FGV-EAESP, Fernando Meirelles, o clima de pessimismo existe, mas ele é específico deste momento, já que há perspectivas de melhorias até o final de 2012.
O percentual recorde foi em 2010, quando atingiu a marca de 82% na melhoria da situação dos negócios.
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