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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Varejo precisa se adequar às novidades

Apesar da crise econômica que abalou o mundo, o comércio vai bem no Brasil. Mas agora, tanto o pequeno quanto o grande varejista precisa ficar atentos às mudanças de cenário. O varejo convencional está perdendo espaço para novas modalidades de compra e venda, principalmente em plataforma digital. Para que o varejista consiga se manter no mercado, ele precisa se atualizar e, de alguma maneira, prever as necessidades e os desejos de seu consumidor, pois, diferente do que acontecia antigamente, quando a indústria comandava o estoque das lojas e fazia o consumidor se adequar a demanda, hoje em dia, existe muito acesso à informação e isso democratizou o poder de compra, fazendo com que o poder da decisão passasse para o lado do comércio, que, por estar em contato mais próximo com o cliente, consegue antecipar essas relações com mais facilidade. 

Esse foi o tema do seminário realizado no mês passado pelo Centro de Excelência em Varejo da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (GVcev, da FGV-EAESP). Intitulado "Produtividade e eficácia no varejo”, a temática do seminário foi como o varejista deve enfrentar a competitividade cada vez maior no Brasil. Especialistas afirmam que o varejista precisa investir em novas abordagens para seu negócio e citam a plataforma digital como um modo de sair do meio convencional. Não apenas sites de vendas, mas também redes sociais, e-mail marketing e promoções online podem funcionar para praticamente qualquer negócio. A competição vai ser cada vez maior e o varejista que não se atualizar, ou não inovar, com certeza vai acabar ficando para trás.

Fonte da imagem: Corbis Images 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Menos crédito no Natal


Grande parte do varejo acredita que os níveis de financiamento das compras nas festas de fim de ano não devem superar as marcas de 2011, revelou uma pesquisa realizada pelo Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getulio Vargas (TGV).

O estudo, realizado com mais de 260 empresas de pequeno, médio e grande porte, aponta que 43,9% dos empresários disseram que a fatia das compras ao crédito deverá ser mantida. “Esse resultado nos surpreendeu", afirmou Abraham Laredo, professor do Núcleo de Varejo do FGV in company. Segundo a pesquisa, a parcela de empresas que aposta no aumento da participação dos financiamentos no total das vendas (29%) e na redução (27,1%) é praticamente equivalente”.

O coordenador do núcleo Jacque Gelman explica que o resultado dessa projeção pode significar duas coisas: o elevado nível de endividamento da população e a redução dos juros para estimular o consumo. Mesmo com o fraco desempenho do PIB deste ano, o varejo continua com boas perspectivas para natal, sendo que 69,1% das empresas que participaram do estudo, acreditam no crescimento das vendas a vista.