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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Estudo da FGV mostra que Cesta de Natal subiu menos que inflação em 2011

De acordo com estudo realizado pela FGV, a Cesta de Natal com os 13 principais itens da ceia custa R$171,65 se comprada hoje, aproximadamente R$ 10 a mais do que no ano passado. Apesar do aumento, o valor que subiu 5,98% nesse ano ficou abaixo da inflação acumulada ao longo do ano (que chegou a 6,3%, de acordo com Índice de Preços ao Consumidor - IPC).
André Braz, economista da FGV e responsável pelo estudo, afirma que mesmo o aumento dos preços da alimentação contribuindo significativamente para a inflação acumulada ao longo do ano, os produtos da ceia de Natal seguiram tendência contrária. “As famílias não vão estranhar muito esses preços no supermercado, mas a pesquisa é uma média, por isso é importante fazer uma pesquisa de preços, pechinchar e verificar a qualidade dos produtos”, orienta André Braz.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

As férias chegaram e as despesas aumentaram

As férias escolares de julho chegaram e as despesas típicas desse período subiram consideravelmente. Esse foi o levantamento feito pelo economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, no último dia 5. Segundo o especialista, as despesas subiram mais que a inflação acumulada no período de 12 meses até junho.

Este aumento de gastos ocorreu, segundo dados coletados pela FGV-EAESP, em artigos como passagens aéreas (13,71%), hospedagem em hotel (12,83%) e refeições em restaurantes (9,42%). Além disso, o preço de alimentos que costumam ser comprados especialmente nessa época por conta do gosto dos indivíduos em férias, também aumentou. 

Quem optar por curtir as férias com atividades na cidade também vai encontrar preços mais salgados. Por exemplo, a entrada do teatro (11,12%) e o sanduíche (9,25%) na saída, também tiveram seus preços elevados acima de inflação.

Para que ninguém saia endividado no mês de julho, o economista sugere fazer uma previsão para gastar uma pouco menos. Se a opção for ficar em casa e escolher o lazer de baixo custo, como ir à praia, o orçamento poderá se manter dentro do previsto. Porém, mesmo não viajando, quem optar por algo mais dinâmico, vai encontrar itens mais caros e vai sentir aumento de preço em relação aos gastos das férias de 2010.